O Herdeiro do Mundo

319 - Como as Coisas Ficaram

Capítulo em modo áudio-->https://www.youtube.com/watch?v=Eu0Cj1clDxU

 

Isabela e Keylla estavam treinando naquela manhã enquanto Rael conversava com Alexia. Ele já tinha esclarecido uma série de dúvidas em relação a cultivos e ao renascimento, quando deu de cara com algo que quase o paralisou. Era a sua Natalia, surgindo no corredor. A moça estava deslumbrante vestindo uma calça de couro apertada e uma blusa de alças escuras. Roupas escuras caíram muito bem na aparência mais firme e imponente que agora Natalia esbanjava. Sua aparência, como Alexia citou antes, estava mais encantadora, havia um brilho intenso em seus olhos e as curvas do seu belo corpo estavam ainda mais perfeitas. A expressão mais firme e sensual no rosto da jovem também sugaram completamente a atenção de Rael, ao ponto de deixá-lo abobalhado.

 

― ‘Essa é realmente Natalia?!’ ― Rael estava impressionado ao se deparar com sua segunda esposa.

 

― Oi, Alexia! ― disse Natalia passando pelo lado da pequena soberana, agachou-se e deu um rápido beijo no rosto da menina, que sorriu de volta. Depois virou-se para Rael, que ainda estava atordoado com a sua beleza e seguiu adiante dele: ― Oi, meu amor... ― As palavras dela saíram quente, como se pudesse fazer o coração de Rael derreter no mesmo instante. Rael viu em câmera lenta a jovem estender as mãos para frente, cruzando-as sobre o pescoço do rapaz, e o puxou enquanto fechava os olhos. Rael sentiu como brasas seus lábios sendo tocados pelos de Natalia. O sabor perfumado do hálito dela junto com a doçura de seus beijos  logo contagiaram Rael, que não precisou de nenhum esforço extra para quase explodir a calça, sem mencionar que ela praticamente uniu seu corpo ao dele, deixando-se sentir a ereção do rapaz. Com apenas um beijo, Natalia fez Rael quase perder a cabeça, tamanha era a vontade de querer fazer.

 

O casal se beijou como se tivessem esquecido de Alexia. A jovem deslizou seu rosto para o lado, fugindo dos lábios de Rael por alguns instantes, e disse no ouvido dele com uma voz suave, porém quente:

 

― Por que você não vem passar um tempo comigo? Eu estou querendo testar algumas coisas novas desse meu poder... ― Rael ouviu todas as palavras perfeitamente enquanto seu corpo estremecia e seu coração trovejava.

 

― ‘Então esse é um corpo de uma mulher renascida?...’ ― pensou Rael, tentando controlar sua ansiedade. O corpo de Rael parecia rugir implorando pelo corpo de Natalia, e também podia dizer que a moça queria muito fazer com ele devido a forma em que ela se portava e o instigava.

 

― Eu me lembrei de uma promessa que tenho com Verônica, vejo vocês depois ― disse Alexia, que já havia entendido a situação, e saiu para deixar os dois a sós. Alexia saiu voando e desapareceu nos céus em poucos segundos. Natalia sorriu, se soltou de Rael e puxou uma das mãos do jovem, enquanto o guiava de volta para o corredor.

 

Os dois encontraram e entraram em um quarto vazio de casal; trancaram, tiraram suas roupas e se deleitaram no mais profundo e insano sexo. Natalia parecia estar insaciável, ela enlouquecia com a penetração de Rael, que não se cansava de ir e vim com todo o desejo, sentindo a sensação quente e contagiante do corpo da jovem.

 

Os dois fizeram por mais de duas horas incessantemente. O corpo de Natalia estava muito melhor do que antes e a sensação de fazer amor com a sua segunda esposa parecia estar muito mais intensa do que o normal. As palavras de Alexia antes não foram vazias e, de fato, Rael tinha comprovado o que ela dissera da melhor maneira possível.

 

― Rael, está tão bom... Eu simplesmente não consigo parar...! ― disse a jovem sentada no colo do rapaz e movendo o quadril, de maneira a deixar o membro do seu marido deslizar por dentro. Rael não cansava de sentir a jovem, de beijar os lábios dela, de cheirá-la o pescoço e cabelos. Natalia também estava um pouco mais agressiva no ato, abraçando Rael com mais força e forçando uma penetração mais rápida e intensa. Rael percebeu que ela estava mais forte e ainda não controlava seu poder muito bem, contudo, mesmo que Rael tenha ficado com algumas marcas, não se machucou seriamente.

 

Quando saíram do quarto, a sensação de que poderiam fazer por muito mais tempo permanecia, mas cada um tinha coisas a fazer e bastante problemas a serem resolvidos. Natalia precisava cultivar e treinar suas novas habilidades, e Rael precisava decidir muitas coisas nos próximos dias.

 

― Fique por perto. Na próxima quero fazer a três, junto com a nossa Mara ― disse Natalia com um sorriso quente. Ela deu um último beijo de língua no rapaz e saiu caminhando. Natalia agora não parecia caminhar, seu andar parecia um desfile de tão linda e quente que ela estava naquele momento. Rael ficou por alguns segundos se recompondo em frente a porta do quarto e depois também seguiu pelo corredor para os seus afazeres.

 

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Uma semana havia se passado. As cidades e vilas tiveram uma ligeira e razoável recuperação dos últimos acontecimentos. Ainda havia tristeza e luto devido a tantas mortes, mas as pessoas aos poucos superavam e seguiam com suas vidas. Com o império tomando novos moldes e se reconstruindo devido aos ataques dos mortos-vivos, foi preciso contratar muita mão de obra, o que gerou bastante possibilidade de trabalho. A população geral fora drasticamente reduzida para menos da metade e, portanto, toda e qualquer dificuldade financeira havia desaparecido do continente. Os que antes eram escravos se tornaram livres trabalhadores e ganhavam bem para tais funções, fazendo movimentar bastante o capital de giro.

 

Rael tomou posse como o novo imperador e finalmente havia abolido a escravidão. O jovem queimou todos os pergaminhos e ordenou que todos os escravos fossem libertos. Com a ajuda de Alana, criaram novas leis e punições severas para quem as quebrasse, e entre elas estava a pena de morte, o que não era incomum em mundos como esse.

 

Rael foi muito bem aceito como o novo imperador. Violeta, Emilia e Alice vieram a público quando o jovem foi coroado. Elas foram apresentadas como aliadas de Rael e todos viram claramente que elas eram mais poderosas que reinos finais.

 

Depois de todas as perdas que os grandes clãs tiveram, não havia qualquer resistência para aceitar e seguir as novas leis. O império Sul começou a mudar de uma forma que ninguém jamais sonharia. A prosperidade pareceu abraçar todo o império a partir do controle de Rael.

 

Rana e Astrid, agora como espiãs imperiais, ocasionalmente passavam informações de infrações de alguns clãs poderosos. Nem todos seguiam as leis, e isso gerava punições pesadas junto as provas exibidas. Alguns infratores foram condenados a morte, ainda havia os que não libertava os escravos. As punições eram públicas, exibidas para todos que quisessem ver. Rael estava mostrando que não haveria misericórdia para quem não seguisse conforme as novas leis.

 

― Pessoas livres significam livres! Qualquer um que ainda não tenha libertado seus escravos, morrerá. E qualquer um que tentar subornar ou ganhar dinheiro às custas de outros de forma ilegal, também responderá de acordo com nossas leis! ― Rael repetia sempre após uma punição. Junto a Anita, e com uma grande ajuda de Alana, havia criado um poderoso conselho para ajudar em vários casos e mostrar a todos que o império estava em uma mudança próspera.

 

É claro que tais mudanças não agradaram a todos de imediato. Os mais poderosos clãs, que agora são apenas médios, antes eram movidos por trabalho escravo e estavam com problemas em alterar sua estrutura, mas tinham que aceitar e entrar no caminho da mudança para não serem severamente punidos. O fim da escravidão gerou emprego e disputas por mão de obra. Enquanto os membros preciosos de seus clãs precisavam cultivar, os mais pobres tinham oportunidade de trabalhar para esses clãs de porte médio. Aos poucos, com ajuda da espionagem de Rana e Astrid, o continente inteiro foi entrando no eixo. Quase não se ouvia mais dizer a sobre escravidão.

 

Esse processo foi um tanto rápido, levando aproximadamente dois meses para todas essas coisas acima ocorrerem, num processo diário de averiguação e punição em quem estava contra suas ordens.

 

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Mara estava radiante vendo sua barriga crescer a cada dia que passava, toda manhã ela acompanhava o desenvolvimento com uma cordinha; Natalia fazia questão de ajudá-la a todo o momento. Ela ainda estava nos primeiros meses de gestação, mas mesmo assim estava muito feliz, a felicidade dela também gerava felicidade em Natalia.

 

― Vai ser uma bela menina ― disse Natalia, passando a mão na barriga de Mara. O relacionamento delas não tinha mudado em nada depois que Natalia ficou mais forte. Na verdade, tinha até mesmo melhorado. Natalia sentia que seria mãe, mesmo com o bebê sendo gerado por sua prima.

 

― Rael ainda não vai deixar você engravidar? ― perguntou Mara, ficando um pouco mais séria. Natalia quis engravidar também, porém Alexia disse que não era uma boa ideia no momento. Com as mudanças ainda ocorrendo em Natalia, ter filhos agora não seria recomendável. Por isso ela sempre tomava as pílulas que Rael fornecia.

 

― Por enquanto continuo não podendo, mas não estou esquentando tanto com isso. Você vai ter uma linda menina, e vai ser como se fosse minha própria filha também, se você não se incomodar com essa ideia ― acrescentou Natalia com um olhar cauteloso para a prima. Ela estava agachada, ainda segurando a cordinha em volta do ventre de sua prima.

 

― Nem precisa perguntar isso, é claro que você também será como uma mãe para ela ― disse Mara com um sorriso doce, satisfeita pelo pensamento de Natalia, e a mesma também sorriu.

 

Natalia tinha mudado muito desde os últimos eventos, principalmente com quem não tinha vínculo. Se alguém olhasse muito para ela ou Mara e não fosse um conhecido, ela logo encostaria essa pessoa na parede e questionaria o motivo de suas ações. Ela quase tinha matado dois jovens cultivadores que as admiravam, se não fosse por sua prima impedi-la antes que o pior acontecesse. Os papéis haviam trocado entre as primas. Não era nem um pouco difícil Natalia tirar a vida de alguém quando ninguém estava próximo. Principalmente de jovens ousados que tinham a coragem de tentar olhar demais para uma das belas mulheres do, agora imperador, Rael.

 

Contudo, Natalia entre os seus ainda era a mesma pessoa doce, gentil e amável. Somente com os desconhecidos que ela não pegava leve.

 

Ralf estava livre do contrato de Rael e agora vivia a vontade em qualquer lugar que fosse. Essa enorme besta de rank S+ já era conhecida por praticamente todos os cultivadores do continente Sul como a poderosa besta do imperador, ou como pertencente a mãe do mesmo. Rael não queria ser reconhecido como o filho de Elisa, mas era difícil evitar os rumores sempre se espalhavam porque qualquer um sabia que Rael era realmente o primogênito de Elisa e Romeo.

 

Ralf passava uma grande parte do tempo voando com Elisa por todo o continente. Para Elisa, mesmo ainda sendo uma escrava em segredo, tinha muito mais liberdade e era mais feliz agora do que na época em que seu marido vivia. Ralf e ela eram muito apegados, e por isso os rumores sobre Rael ter perdoado a mãe dele também não paravam de se espalhar. Rael não podia fazer nada sobre isso e então parou de se importar após algum momento. Ele tinha coisas mais importantes a se preocupar do que com meros rumores que não podiam ser controlados.

 

O relacionamento de Rael com Rose se mantinha no mesmo estado puro e simples. Quando ele encontrava a moça, os dois saíam e aproveitavam um dia inteiro em alguns locais peculiares. Rika, ainda em recuperação de sua vitalidade, não quis sair com o jovem e deixou sua filha ser feliz no lugar dela. A bela celestial dentro desses dois meses finalmente alcançara seus 100% de transformação e também havia recuperado toda a vitalidade perdida contra Nero. Rika estava definitivamente pronta para ter sua primeira vez com Rael, e já tinham até mesmo acertado um dia que os dois passariam juntos. Seria um dia inteiramente deles.

 

Verônica, a matriarca do clã Luante, era quem controlava o poder do segundo clã mais poderoso do continente Sul. Atualmente, apenas o clã Torres e o Luante eram considerados grandes clãs e os maiores do continente, e ambos apoiavam completamente a decisão e qualquer ação do novo imperador. A matriarca sempre fazia visitas ao imperador para ajudar com a criação de algumas leis e deixar algumas dicas administrativas que aprendera com a experiência. Rael sempre ouvia com atenção todos os seus aliados e amigos. Apesar de agora ser o imperador, Rael não ficava muito tempo no castelo, mas devido ao cargo, pelo menos uma vez por semana ele teria de ficar. Anita também cobrava visitas e tomava boa parte do tempo do rapaz, ela estava grávida, mas não sem vontade de tê-lo.

 

A vida de Rael, agora sem maiores problemas, era assim: se ele estava no castelo, ficava com a imperatriz. Se estava em sua casa no clã Torres, Mara e Natalia cuidariam das noites do rapaz. No esconderijo, era Rose com quem ele passaria o tempo. As violadoras se mantinham tomando os remédios e estavam completamente livres de qualquer descontrole.

 

Violeta havia avisado que o portal para o novo mundo já estava pronto e poderia ser ativado a qualquer momento, mas Rael só poderia partir após o renascimento. Por isso, o rapaz tirou metade do seu tempo para se dedicar totalmente ao cultivo e acelerar sua evolução. Ele estava se esforçando para mostrar as violadoras que queria mesmo salvá-las da maldição. A meta dele era recuperar todo o seu poder e cumprir com cada uma de suas promessas. Ele ainda tinha pessoas para ressuscitar, e outras coisas a mais que gostaria de fazer, como recuperar o mundo paralelo, no qual boa parte tinha sido destruído pelos devoradores. Até hoje ele não se perdoava por ter deixado Rita e o pequeno Nicolas perecerem naquele lugar.

 

Alexia deu a Rael um pouco de seu próprio sangue que, misturado ao sangue de Nastácia, faria os efeitos da cultivação se tornarem cinco vezes melhor.

 

― Eu estou dando a você, e somente a você, Rael. Se der isso a alguém, principalmente para alguma das violadoras, esqueça qualquer ajuda futura desse tipo. Meu sangue só vai ajudar exponencialmente no seu cultivo quando misturá-lo ao sangue de Nastácia. ― disse a soberana ao entregar um pequeno vidro com o próprio sangue ao jovem: ― Tomando uma pílula produzida do meu sangue fundido com sangue o daquela humana perfeita e cultivando no vulcão, você só precisará de mais algumas semanas para atingir o reino final e renascer. Após o renascimento, meu sangue não poderá mais ajudar em seu cultivo, mas você de fato não o precisará; o cultivo de alguém renascido é exponencialmente mais rápido. ― explicou Alexia, fazendo Rael concordar com a cabeça, sempre atento as dicas e os pedidos daquela pequena menina dragão.

 

― Estou ansiosa para ver você no mesmo nível de Natalia ― disse a soberana com seus olhos brilhando. Rael se lembrou de quando ela disse que nesse reino, eles já poderiam...

 

Violeta segurava nos dedos uma erva Alada Brilhante nas mãos. A erva parecia uma flor de girassol branco com um caule amarelo, o qual ela girava, brincando entre os dedos. Apenas essa pequena erva derrubaria as violadoras instantaneamente, e agora não tinha qualquer efeito sobre elas. Rael produziu a poção que, ao ser ingerida pelas violadoras, tirava completamente o efeito de sua fraqueza para a erva. Agora elas não eram mais vulneráveis e por isso não havia qualquer perigo em expô-las. É claro que ninguém sairia pelo mundo espalhando boatos de que elas eram violadoras. O sentido de expô-las era claramente para mostrar que Rael tinha o mais poderoso apoio possível.

 

― ‘Quantas vezes eu caí por causa de uma simples erva como essa?’ ― pensou Violeta antes de fechar a mão, esmagando a erva por fim. Ela estava com o rosto inexpressivo, a verdade é que ela se sentia muito aliviada de ter virado aquela página de sua vida. Ainda não havia explicações do motivo da fraqueza delas sobre a erva, mas agora não havia mais a mesma preocupação.

 

― Ainda testando? Mesmo se você a engolir, não vai fazer diferença nenhuma ― disse a Violeta que era a versão da antiga devoradora. Ela estava de braços cruzados, encostada a parede atrás da Violeta original. As duas já tinham se acostumado e não era incomum encontrar duas Violetas pela casa, fazendo uma coisa ou outra. As vezes o clone saía para fazer algo, mas voltava sem apresentar problemas. Nos primeiros dias eles demoraram a se acostumar, mas logo todos ficaram habituados a essa situação.

 

A respeito do continente Norte, todos se enganaram. Rael e companhia esperaram, mas nenhum ataque ou qualquer coisa veio de lá. Atualmente, Violeta estava pressionando Nastácia para a jovem cultivar com força máxima e alcançar o ápice do reino final no intuito de fazê-la ascender ao poder e se tornar imperatriz do continente Norte. Nastácia já estava no décimo reino. O cultivo dela em relação aos demais era absurdamente acelerado e, com a ajuda de Violeta, se tornava ainda mais. Violeta tinha desistido de jogar Rael em Nastácia porque o mesmo sempre acabava fugindo e, afinal, já havia muitas mulheres para o jovem cuidar. Violeta sempre o lembrava de que ter um filho com a princesa Nastácia seria deveras vantajoso, mas o mesmo pouco ligaria para isso. Era difícil para Rael ver Nastácia e não recordar de sua situação com a própria mãe. Somente esse pensamento já o fazia desistir de qualquer intenção para com a jovem, mesmo que não fosse por culpa dela.

 

Rael passou todos os dias seguindo conforme o programado e visitando suas mulheres ocasionalmente, sempre dedicando uns dias para cultivo e outros para analisar o andamento da situação do império, mas ele estava deixando os assuntos imperiais mais nas mãos de Alana e Anita do que agindo ativamente em questão.

 

O antigo imperador Elidas já tinha zarpado em sua barca voadora com suas mulheres e estava curtindo a vida tranquilamente pelo continente. De tempos em tempos ele faria chamados para Rael ou para uma de suas filhas, perguntando da situação imperial. Depois das respostas, ele ficava satisfeito e encerrava o chamado, feliz pelo seu plano ter dado certo.

 

O envolvimento com as guardiãs também não poderia ser evitado. Keylla, em sua personalidade forte, procurava Rael em busca de uma tórrida noite de amor, e o jovem, que também não negava fogo, botava mais lenha na fogueira e a saciava completamente.

 

Isabela tinha uma maneira oposta a de Keylla, com ela era mais suave e delicado. Em sua primeira vez com Rael, ela sangrou bastante e reclamou do ardor, fazendo o rapaz pausar muitas vezes para ela ir se acostumando. Mas os dois conseguiram se sair bem e aproveitaram bastante, mesmo sendo a primeira vez dela. A bela loira tinha um corpo incrivelmente sensual, e nua era ainda mais bela e Rael não cansava de apertá-la, passar as mãos em seu corpo e principalmente chupar bastante o seu local especial, fazendo a loira de olhos cor de mel suspirar e ofegar do mais profundo prazer.

 

Keylla uma vez tentou fazer à três, mas não deu muito certo. Isabela correu envergonhada nesta tentativa. Mas as duas já estavam trocando beijos e leves carícias sozinhas, principalmente após Isabela ter sua primeira vez com Rael.

 

Depois se tudo tornou mais natural e sempre que os dois ficassem sozinhos, Rael atacaria a bela loira, que jamais recusaria o rapaz.

 

Rael tinha sim muitas mulheres. Ele amava cada uma e não conseguia enjoar de nenhuma delas. Sempre que ficasse sozinho com alguma delas, a tratava do modo que elas mais gostavam. Principalmente com Natalia e Rose, essas duas pareciam ter uma força ainda maior, fazendo o sexo com elas ser ainda mais prazeroso.

 

 

Os dias iam passando, e a vez com a celestial Rika estava chegando cada vez mais perto.




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