O Herdeiro do Mundo

299 - Mortes no Céu

Um sorriso maligno estava estampado no rosto de Heitor, que demonstrava muito mais interesse em Natalia do que em Mara. Mara sacou uma de suas espadas do bracelete e chamas incandesceram completamente a lâmina. A moça estava tomada pela fúria do que Heitor a fizera passar. Por culpa desse monstro que ela hoje não tinha um filho de Rael.

 

 

― Eu não sei como você ainda pode estar vivo, mas eu vou mandá-lo diretamente para o inferno dessa vez! ― disse Mara enfurecida. Ela já tinha lançado seus sentidos e descoberto que Heitor estava no mesmo sétimo reino de quando o viu pela última vez, aquele homem não havia progredido nada. A única coisa que deixava Mara um tanto receosa era a estranha aura maligna que emanava sem parar de seu corpo, como se Heitor tivesse certo domínio sobre a morte, ou com a morte em mãos. Essa era a sensação fria que fluía dele sem parar.

 

― Me matar? Lamento dizer, mas não posso morrer duas vezes. Entretanto, trago uma boa notícia para você duas. Eu posso trazê-las para o Mundo Morto, assim vocês poderão se tornar minhas belas concubinas ― respondeu Heitor, mantendo o seu sorriso maligno, sem dar a mínima para a ameaça de Mara. Quem ele mais encarava era certamente Natalia. Heitor podia ver o medo estampado no rosto da jovem trêmula.

 

Natalia estava estremecendo cada vez mais, todo o pesadelo sentido tempos atrás voltou como uma bomba para atormentá-la. Em sua mente, Natalia acreditava que nunca mais veria aquele homem imundo e imoral outra vez, ela nunca pensou que o encontraria novamente. Parecia que tudo que ela havia feito para ficar forte e ter mais coragem de repente tinha se quebrado definitivamente. A moça se lembrou de todas as vezes que apanhou e quase foi sufocada nas garras de seu antigo noivo. Na maioria das vezes, Heitor chegava a tentar estrangulá-la para que ela fosse obediente a ele. Naquela vez, quando Rael surgiu e o interrompeu, foi a única onde ele passou de todos os limites e conseguiu abusar de seu corpo. Mas havia outras vezes que ele tentava forçá-la e ela resistia, mesmo sob constante tortura. Natalia não tinha como superar aquilo tão facilmente.

 

― Natalia, nós vamos brincar de novo. Eu mal posso esperar pra tocar seu lindo corpo mais uma vez... ― disse Heitor, passando a língua em volta da boca, como se estivesse prestes a se deliciar em um banquete. Mara não aguentou mais e avançou com a espada em punho. Ela cortou para frente, em vertical. No instante em que a espada cortaria Heitor, o homem desapareceu e reapareceu a cinco metros, do lado direito de Mara. Seus braços agora estavam cruzados.

 

― Demorei um pouco para aprender e controlar esse poder, sem mencionar que fugia daquela coisa durante dias e dias. Você não é mais é páreo  para mim, Mara. ― disse Heitor, sempre em um tom frio.

 

― Vamos ver se não serei páreo, seu monte de lixo! ― Mara rugiu e atacou o ar com sua espada, criando um feixe de fogo que voou contra Heitor, fazendo-o sumir e reaparecer atrás de Natalia. Ele estava praticamente prestes a abraçá-la.

 

― Eu vou matá-las lentamente, no mesmo tempo em que me deliciarei de seus maravilhosos corpos... ― disse Heitor, mantendo uma voz fria. Natalia apertou os dentes, presa no seu sentimento do passado. Ela ainda se tremia, sem conseguir se conter.

 

Natalia pensou sobre tudo o que passou depois de Rael salvá-la, de como ele a ajudou a ficar mais forte e não depender de absolutamente ninguém. Rael deu a ela o poder necessário para defender-se, ela não tinha que ter mais medo de ninguém. Porém, sempre que ela pensava em reagir, sua mente congelava sobre as risadas frias de Heitor, como se ele estivesse dentro da mente dela, atormentando-a infindavelmente.

 

Nessa altura, Mara já tinha corrido como um borrão e atacado o novo ponto onde Heitor estava, só para fazê-lo sumir e reaparecer em cima de uma casa.

 

― Mara, você sempre foi tão apressada! Por que não espera um pouco e seja educada como Natalia? Veja, ela sabe como esperar ― disse Heitor, mantendo as provocações no mesmo tom. Ele estendeu ambas as mãos e uma energia maligna formou garras escuras como se fosse seu próprio poder. Essas garras eram deformadas e maiores que as próprias mãos de Heitor, emanando muito mais energia que o natural.

 

― Eu vou mostrar a você o que é o verdadeiro poder, Mara... O verdadeiro poder da morte! ― disse Heitor e, mal acabando de dizer, sumiu e reapareceu nas costas da moça. Quando Mara se virou, Heitor atacou na direção de suas costelas com uma das mãos.

 

― ‘Eu preciso fugir!’ ― Mara pensou desesperada, com o instinto puro de se salvar. A ponta das garras de Heitor deslizaram por dentro da pele de Mara e já seguia de encontro aos ossos quando a mulher recuou apressadamente para trás. Ela cuspiu um bocado de sangue atrapalhada no processo e o seu corpo tremia, como se tivesse sobrevivido por um triz. Mara não conseguiu entender esse poder de Heitor.

 

― Mesmo que você seja veloz, eu sou ainda mais! ― disse Heitor e sumiu. Nesse momento, o corpo de Mara se cobria com a sua armadura mágica. O ataque de Heitor queimava em sua pele. Por mais superficial que tenha sido, prejudicou significativamente o seu corpo. Nem mesmo os ataques dos elders no décimo segundo reino causaram tantos danos quanto aquele simples arranhão. Se Mara não tivesse recuado a tempo, ela sentiu que poderia ter suas costelas destruídas ou até mesmo sucumbido com aquele ataque.

 

― ‘REAJA...! REAJA...! REAJA...!’ ― Natalia se tremia enquanto gritava consigo mentalmente. Lágrimas de desespero surgiram em seus olhos enquanto ela pensava em enfrentar Heitor e ajudar sua prima.

 

Mara tocou no chão e já varreu a espada, cortando em volta de seu corpo. Heitor tinha reaparecido atrás dela e depois reapareceu no outro lado.

 

― É inútil. Nunca deixarei você me acertar. ― Heitor parecia estar brincando e tocou a armadura nas costas de Mara com uma de suas garras. A armadura estremeceu, abrindo um buraco no local onde Heitor apenas tocou e em seguida desapareceu do corpo de Mara como se tivesse completamente acabada. Mara cortou de volta com a espada mágica e Heitor já havia sumido novamente para reaparecer na porta da casa delas mais uma vez.

 

― Nada pode segurar o poder da morte. Uma vez que eu toque em você com isso, você simplesmente morrerá, seja cedo ou seja tarde. ― disse Heitor, exibindo as garras escuras com energia maligna em volta. Mara estava com um pouco de dificuldade para respirar, o local atingindo por Heitor estava queimando cada vez mais e ela perdia muito sangue através da ferida causada.

 

― Mas eu não vou matá-las de imediato, quero me divertir muito com vocês ainda. Para dizer a verdade, Mara, sempre achei você muito mais gostosa do que Natalia. Eu não gosto muito de garotas novas demais. Na época, eu só estava brincando com ela porque não tive nada melhor. Eu prefiro uma mulher assim como você, mais adulta e com um corpo bem mais desenvolvido ― disse Heitor e sumiu em seguida. Mara imediatamente correu a visão em volta segurando sua espada em chamas e viu quando Heitor apareceu atrás de Natalia.

 

― Natalia! ― Mara gritou quando Heitor encostou uma das garras perto do delicado pescoço de sua prima. Com a outra mão, ele fez um sinal de silêncio com uma das garras na frente da boca.

 

― Você é muito apressada, Mara. Eu não quero que morram tão rapidamente. Como eu vou me divertir se isso acontecer? Podemos fazer isso de uma forma fácil ou da maneira mais difícil. Mesmo esse leve ferimento que deixei em você, só vai te matar em aproximadamente três dias. Oh, é mesmo... Esse ferimento é corrosivo e incurável. ― disse Heitor friamente com um sorriso maligno.

 

― Saia de perto dela, seu monstro asqueroso! Se você ousar...! ― Mara se tremia de ódio. Ela não culpava Natalia pela não-reação, o que Mara sentia na verdade era preocupação por sua prima, porque agora amava tanto Rael quanto Natalia. Natalia e Mara eram primas, esposas do mesmo homem, e até mesmo amantes. Mesmo se as vezes Rael não tivesse com elas, elas brincavam juntas para relaxarem as tensões. É claro, Rael nem imaginava esse envolvimento delas.

 

― Mas você, eu tenho que dizer... Você é uma safada, Natalia! Fazia um escândalo não querendo dar para mim, mas para Rael você deu fácil e, ainda por cima, ele era o seu próprio irmão! Eu nunca imaginaria que você fosse tão safada a esse ponto. Sem mencionar as coisas que vocês duas fazem juntas, mesmo quando o Rael não está por perto, hein! Hahaha... eu me diverti muito, mesmo morto, vendo coisas que meus olhos custariam a acreditar! ― disse Heitor, cheirando os cabelos de Natalia. Natalia se tremia cada vez mais, seu coração há muito já tinha perdido o compasso e sua mente continuava rugindo para ela ter forças para reagir.

 

Mara tinha surgido de surpresa e cortado novamente em vertical, mas Heitor sumiu, deixando Natalia sem a machucar. Ela tinha aproveitado o momento que Heitor cheirava o cabelo dela para esse ataque furtivo.

 

― Vamos! ― Mara puxou Natalia e as duas correram para a porta, mas Heitor apareceu em frente a elas mostrando um dedo, balançando-o negativamente.

 

― É muito cedo para entrarem, senhoritas. Fiquem um pouco mais, aproveitem e mostrem-me aquelas coisas que vocês duas fazem quando estão sozinhas. Assim, talvez, eu deixe vocês irem ― disse Heitor ironicamente. Mara soltou sua prima e cortou novamente e mais uma vez, quando ele sumiu e reapareceu ao seu lado para novamente fazer o mesmo e reaparecer de novo em frente a porta. Não importava quantas vezes Mara o cortasse, ele sempre se esquivaria.

 

― RARARARARA! É inútil, Mara! Você nunca vai me acertar com isso! ― gritou Heitor. Antes de Mara tentar cortá-lo uma terceira vez seguida, ele mesmo cortou em um arco contra a garganta de Mara, o que a fez saltar para trás, puxando Natalia de volta com ela.

 

Natalia, assustada como estava, só se movia quando era puxada pela prima. Mara não sabia mais o que fazer e estava ficando com medo. Ela tinha mais medo do que Heitor faria com Natalia do que com ela mesma.

 

― Prima, me ajude! Você é mais rápida do que eu, só você pode acertá-lo! ― disse Mara. Natalia ainda se tremia e olhava assustada para o chão, como se tivesse vivendo um pesadelo. A mente dela continuava rugindo por uma reação, mas seu corpo não correspondia. Mara era a única a continuar querendo reagir. Natalia parecia já ter se entregando ao fatídico destino.

 

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No acampamento abandonado, Rael continuava incansável em cima de Janete. O fôlego dele não vacilava nem mesmo por um segundo. Rael estava começando a pensar que estava alcançando a verdadeira loucura e nunca mais iria consegui soltar Janete. O corpo dela era muito bom, quente, macio, perfumado... era perfeito! Quanto mais Rael a apertava, mais vontade ele tinha de continuar apertando. Aquilo já estava ocorrendo a um pouco mais de uma hora. Sem mencionar a parte mais importante, cada estocada fazia Rael sentir que estava se derretendo, o atrito embaixo estava tão quente ele não sabia como não estava pegando fogo. A sensação de prazer era inexplicavelmente surreal.

 

O Céu escurecia diante de Janete, e a mulher não pensou ser nada demais. Talvez fosse apenas um fenômeno qualquer do tempo ou coisa do tipo, ou por ela estar concentrada demais nas múltiplas sensações de seu corpo. Ela abraçava Rael de leve e suspirava de prazer, já não lutando mais contra isso. Mesmo se lutasse, só conseguiria se soltar de Rael se o ferisse, e isso ela não iria fazer. Ela o sentia duro e pulsando fortemente dentro dela, a sensação de senti-lo assim fazia o corpo dela se desmanchar, sem mencionar o quanto Rael a beijava e chupava durante as estocadas. Janete começou a desejar que o rapaz fosse sempre assim com ela. Imaginar que Rael teria tamanho desejo a deixou feliz e depois triste, porque se lembrou que em seu estado normal ele não faria nada disso, e que o mesmo também possuía mulheres muito melhores. Janete estava apenas servindo como um alívio para algum tipo de descontrole corporal de Rael.

 

― ‘Eu já não ligo mais!’ ― ela pensou depois e abraçou Rael com ainda mais afinco enquanto sorria de olhos fechados, esquecendo completamente o céu escuro. Ela decidiu mergulhar no prazer e aproveitar cada segundo com o jovem. Ela imaginou que depois, quando ele se saciasse e parasse para refletir sobre o que fez, inventaria mil explicações sobre não poder assumir nada com ela, algo bem típico de acordo com o que foi feito antes. Então, apenas decidiu aproveitar aquele momento para gravá-lo em sua mente.

 

Rael foi a pessoa que salvou sua vida mais de uma vez, salvou sua família e, com isso, salvou praticamente todo o seu mundo. Se havia uma pessoa existente ao qual ela queria ter estregue a sua primeira vez, essa pessoa certamente seria Rael. Apenas esse pensamento já a deixava feliz. O segundo motivo de sua felicidade foi o fato de perceber que Rael também estava gostando de fazer com ela, mesmo não estando em seu estado normal. Como ela poderia não sentir aquele jovem desesperado pelo corpo dela, a estocando com força e apertando-a de forma a não deixá-la escapar? Se isso não fosse um sinal de estar gostando, então, o que seria?

 

Por sorte, agora já não havia mais ninguém e eles estavam sozinhos no acampamento. Janete e Rael continuaram ali, cada um preso em seus pensamentos, misturados ao prazer de sentir-se um ao outro.

 

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Alice, por outro lado, estava furiosa, porém, com um sorriso no rosto. Ela aparecia e sumia, ceifando reinos finais e ajudando Violeta e Emilia, que estavam logo atrás. Mas, ao contrário das duas outras violadoras, Alice só precisava deixar seus olhos escuros e veias pelo rosto para matá-los com facilidade.

 

― AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! ― mais um reino final gritou miseravelmente, sendo cortado por lâminas gigantes de energia que estavam grudadas ao braço de Alice. Ela estava em sua forma humana normal, tão linda quanto uma verdadeira deusa. Sua forma jovial, adorável, sensual e quente emanava uma beleza distinta. Quando um homem a olhava, ficava impressionado por vislumbrar uma jovem tão linda, e tinha a sensação que quando ela virasse adulta, ficaria ainda mais bela.

 

― AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! ― gritou o segundo homem, morrendo depois de Alice usar um de seus portais para se teleportar. Violeta e Emilia tinham conseguido acompanhá-la, e as três juntas faziam o seu trabalho em massacrar os homens a caminho de Nero.

 

― Como essas criaturas e aquela jovem podem ser tão fortes? ― perguntou um dos homens, voando em alta velocidade com outro grupo. Esse homem olhava para trás e podia ver essa bela jovem sumindo e reaparecendo em portais roxos, dando golpes mortais em cada um de seus parceiros que ficaram para contê-las. Elas avançavam em um ritmo tão rápido que não demoraria para estarem sobre eles. Todos os homens que viam essa cena olhariam Alice por um pouco de tempo, mas o medo da morte não os deixavam ter pensamentos luxuriosos.

 

― Eu não sei, e nem quero saber! O imperador deve ter um plano para enfrentar esses monstros, vamos obedecê-lo! ― disse um dos que estavam na dianteira.

 

Esse grupo era formado por dez reinos finais e voavam com velocidade cortando os céus. Eles estavam próximos a outros grupos e, atrás deles, viam as três figuras distintas massacrando todos miseravelmente. Gritos após gritos podiam ser ouvidos e isso tudo acontecendo enquanto o céu acima continuava escurecendo.

 

Homens e mais homens no reino final caíam mortos, despencando dos céus pelas mãos das três. Uma neblina de sangue voava em todas as direções pelo céu enquanto corpos caiam um após o outro, mortos por Alice com suas garras de energia roxas ou pelas criaturas transformadas. Nessa forma, mesmo Emilia estava cortando com suas grandes garras afiadas junto a Violeta, elas voavam tão rápido que pareciam quase se teleportar aos olhos dos reinos finais.

 

― Merda! ― gritou alguém de um grupo quando Alice apareceu com um sorriso encantador diante deles. A moça não parecia ter intenções assassinas, ela mais parecia querer conquistar seus corações. Alguns chegavam a literalmente pararem confusos com aquele sorriso enquanto uma imensa foice de energia roxa cruzava o ar, carregada de um grande poder. A energia roxa de Alice se espalhava por seu corpo e se materializava em armas ou garras. As vezes tomava a forma de uma espada, outrora, virava uma foice. Se a violadora recebesse um ataque, se tornava um escudo, e isso tudo ocorria em questões de milissegundos.

Alice, utilizando apenas 40% de sua essência demoníaca, parecia tão forte quanto Violeta ou Emilia completamente transformadas. Mas apenas parecia. A velocidade de Emilia e Violeta transformadas superavam em muito Alice, contudo, os portais da jovem violadora davam a vantagem de movimento para ela.

 

 

― Aaaaaaaaaah!...

 

― Por favor, poupe-me! “Zuuuuup!”... Aaaaaaah!

 

Gritos e mais gritos eram ouvidos e cada vez mais cultivadores morriam. Não importava como reagissem ou o que fizessem, diante do poder daquelas três, eles não eram nenhum obstáculo.

 

Violeta e Emilia se olhavam várias vezes preocupadas, mesmo em suas formas bestiais. Se Alice estava com elas, o que tinha acontecido com Rael? Alice não desistiria de Rael tão facilmente e, se ela o encontrasse, Rael não teria nenhuma forma de resistir. Rael não resistiria mesmo se fosse Elisa em sua frente. As duas tinham o mesmo pensamento e queriam fazer uma pausa para perguntar a Alice, mas restavam poucos homens agora. As três haviam exterminado cerca de 850 homens. Elas não imaginariam que poderiam haver tantos reinos finais naquela invasão.

 

Outra coisa que as incomodava era o céu escurecendo cada vez mais. Não havia nada que elas pudessem fazer além de se concentrar e continuar com toda a matança desenfreada.

 

― É o imperador! Veja! ― disse um dos homens do último grupo sobrevivente. Atrás deles, os outros grupos tinham acabado de perecer. À frente, no horizonte, voando em velocidade, estava Nero e seus dez homens. Nero segurava algo em mãos que não era possível ser enxergado.

 

― Oiiiieee, rapazes! ― Um portal roxo de repente se abriu e uma bela jovem apareceu com uma lança roxa enorme nas mãos. Ela tinha o sorriso mais lindo do mundo enquanto os encarava e não parecia que estava a um segundo de matar todos friamente.

 

 

Nenhuma das violadoras poderiam prever que, voando na direção delas, estava um homem carregando a Erva Alada Brilhante nas mãos com o único intuito de exterminá-las.




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