O Herdeiro do Mundo

296 - Invasão do Continente Norte

Sentir os lábios doces de uma mulher fez o corpo de Rael entrar em um estado quase explosivo de desejo, muito maior do que estava sentindo antes de tocá-la. O cheiro do corpo de Janete se espalhou pelo ar como uma droga que Rael não conseguia resistir. Rael sentia vontade de abraçar o corpo dela inteiro, de lamber e beijar todas as partes simultaneamente, semelhante ao que sentiu por Rika, mas dessa vez a maior culpa era certamente o efeito total do elixir em ação.

 

― Rael... O que você está fazendo?... Me solte... ― Janete não conseguia fugir dos braços do rapaz. Ele a beijava, chupava o seu pescoço e estava começando a arrancar suas roupas. Rael não demorou para encontrar os seios da bela mulher e começou a beijar e chupar vorazmente, quase a mordendo tamanha a fúria do gesto. Cada ato aliviava um pouco o seu desejo e logo em seguida aumentava para desejos ainda maiores. Para Rael, o copo inteiro de Janete era como um verdadeiro mar dos prazeres, onde ele não podia perder nada. O rapaz estava consciente de que estava com a moça, mas não conseguia se controlar, ele não tinha forças para resistir a um desejo tão poderoso quanto aquele.

 

Janete se sentia arrepiada com Rael a beijando e arrancando suas roupas. Seu corpo estremecia, ela estava morrendo de vergonha e também preocupada com toda aquela cena. Se Rael estivesse normal e quisesse tê-la, ela jamais o recusaria por tudo o que ele fez por ela e seus familiares, mas Rael não parecia estar em plena consciência e isso a assustava bastante.

 

― Rael, pare... Pare...! ― Disse ela, tentando empurrar seu mestre, mas nem com toda a sua força ela não conseguia afastar o rosto de Rael de seu peito. Ele estava praticamente afundando em seus seios, e soltava um apenas para agarrar o outro. Janete não iria usar suas técnicas de combate contra Rael, ele era o seu mestre e ela confiava nele, mesmo com ele preso a esse estado doentio.

 

― ‘Se isso continuar, ele vai...’ ― Janete estava arfando. Uma mão de Rael segurava firme suas costas para que ela não fugisse e a outra apertava sua bunda, de forma a massagear o local. Rael gemia e arfava de prazer enquanto tocava Janete. Ele parecia estar realmente fora de controle.

 

Rael não conseguia se conter, ele não tinha como evitar o forte desejo que o consumia cada vez mais. Ele começou a descer a calça folgada de treino que Janete usava, mas com tanto desespero que o rapaz estava quase a rasgando no gesto.

 

― Você não deveria ter vindo aqui! Eu não consigo me controlar! Janete, eu preciso do seu corpo! Eu quero fazer com você com toda a força! ― Rael gritou rasgando, por fim, a calça folgada da mulher. Ela tentava empurrar Rael de todas as formas, mas não conseguia se libertar, não importa o que fizesse.

 

― Rael, controle-se... ― O rosto de Janete estava enrubescido. Seu corpo estava quente e respondia completamente aos desejos de Rael, mas ela não entendia essas razões. Cada beijo de Rael, cada chupada, cada toque a fazia arfar e se sentir muito bem. Mesmo com tudo isso ocorrendo, ela ainda queria fugir de Rael por não sentir nenhum sentimento por ele e não queria se entregar assim sem nenhum um tipo de custo. Se ele a cobrasse por estar ajudando e por tudo o que fez pela sua família seria outra coisa mas, no momento, Rael parecia estar apenas alucinado.

 

Rael, no desespero de fazer Janete se entregar, se lembrou do comando que Violeta deixou no momento em que a hipnotizou. Rael não acreditou que estaria prestes a fazer aquilo, pois tinha feito literalmente tudo para não tomar Janete para si. Ele queria que ela tivesse outro homem, que tivesse uma vida mais feliz. Ele não seria um bom partido para Janete, uma vez que viveria tão ocupado em seus problemas e cercado de outras mulheres.

 

― Rael, para! Se você for fazer isso, vai ter que assumir as responsabilidades! Eu sou pura! Pare, eu sou pura! ― Janete gritou, ainda tentando lutar. Sua calça foi arrancada e agora Rael estava puxando a sua calcinha vermelha.

 

Rael tentava lutar desesperadamente contra a sua vontade, mas ele não conseguia. Mesmo quando fechou os olhos, suas mãos ainda avançaram nela. Nada que ele podia fazer parava a intenção de querer possuir o corpo feminino que estava bem na sua frente.

 

― ‘Eu não tenho escolha, vou ter que libertá-la da hipnose’ ― Rael pensou resignado. Essa era a última coisa que ele desejava fazer, mas não havia outro jeito.

 

― Janete, eu liberto você da Hipnose! ― gritou Rael. No momento seguinte, Janete arregalou os olhos como se seus pensamentos se perdessem em um mar gigante e ela parou de lutar. Rael conseguiu puxar a calcinha, liberando o local especial nesse curto intervalo, e a empurrou contra o chão. Como havia um pouco de gramado, as costas de Janete caíram por cima da grama. Rael, logo em seguida, mergulhou por cima dela. Por nenhum momento ele a soltou.

 

Rael caiu lambendo  e beijando os lábios da região de Janete com toda sua ferocidade, quase machucando a mesma. Janete ainda estava ali, parada, recuperando suas memórias, quando de repente voltou a si. Olhando agora para baixo e lembrando de tudo que acontecera, ela ficou um tempo estagnada. Então, lágrimas silenciosas começaram a escapar de seus olhos. Mesmo que o seu corpo ardesse de desejos para ser consumida por Rael, ela ainda chorava por ter sido forçada a esquecê-lo.

 

― ‘Samuel, você tentou mesmo apagar tudo o que eu sentia por você... Eu... Eu... Eu não posso acreditar que você fez mesmo isso...’ ― ela pensou angustiada e mordeu os lábios gemendo e sentindo um pouco de dor. Rael segurava a cintura dela com as duas mãos para que ela não fugisse e estava lambendo incontrolavelmente a mesma.

 

― Eu não vou mais fugir, mas vá devagar porque tá me machucando... ― disse ela, aceitando aquele momento. Janete sabia que Rael não estava em seu estado são, mas se ele a queria, ela iria deixar ele fazer o que desejasse. Agora ela lembrava de tudo, e nada deixaria ela mais feliz do que estar com Rael, mesmo que fosse algo passageiro.

 

Janete fechou os olhos e procurou gravar aquele momento em sua mente, com medo de que depois disso Rael fosse tentar tomar de novo suas memórias. Mais lágrimas caíram, e não tinham nada a ver com dor, ela sofria pelo fato de continuar não aceitando que tinha sido hipnotizada para esquecer seus sentimentos pela mestra de Rael. Essa lembrança do que Violeta fez a ela machucava muito mais do que Rael estava fazendo agora.

 

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Violeta e Emilia se encontraram com Rika no caminho, as três estavam voando. Violeta havia deixado um clone cuidando da caverna junto com as bestas e Emilia criou uma barreira bloqueando a entrada e a saída de qualquer ser. Mesmo um reino final teria extrema dificuldade para invadir o local. Elas já tinham avisado para Nastácia e Rose não saírem do esconderijo de nenhuma forma.

 

― Não há ninguém protegendo o esconderijo? E se eles descobrirem? ― Rika ficou extremamente preocupada quando ouviu a explicação das violadoras, mesmo quando Emilia falou sobre a barreira.

 

― Eles não vão descobrir. Com os métodos que possuem nesse mundo pequeno não poderiam, mas, se descobrirem, se depararão com uma clone que possui 50% do meu poder, pronta para matar qualquer invasor ― disse Violeta, certa sobre isso.

 

Com o clone e barreira Rika ficou mais aliviada.

 

― Temos que encontrar Rael, se eles encontrarem Rael podem matá-lo. Vocês não podem chegar perto de Rael, mas eu posso ― disse Rika.

 

― Sobre Rael, esqueça. Alice tomou conta disso ― disse Violeta.

 

― Alice? Ela não pode! E se ela chegar perto e Rael atacá-la? Você tinha me dito que ela era perigosa! ― Rika no mesmo momento entrou em estado de choque.

 

― Aparentemente ela mudou de ideia sobre isso... ― disse Emilia um pouco insatisfeita, antes de Violeta começar a explicar: ― Parece que ela quer controlar nosso Rael através do sexo ― disse Emilia, que nesse ponto concordava com Violeta.

 

A expressão de Rika foi de estranheza, ela não sabia como podia lidar com aquela estranha notícia. Como mulher, a celestial entendia que tinha um belo corpo humano, mas não imaginou isso sendo usado como alguma moeda de troca com Rael. Sem contar que ele a recusou várias vezes antes, não querendo ter filhos.

 

― Não temos tempo para pensar nisso agora, temos que interditar esses homens. Não sabemos o que eles farão aqui enquanto procuram a princesa. Se eles começarem a massacrar as pessoas desse continente, não vai sobrar ninguém vivo. ― disse Violeta em seguida. Não adiantaria nada Rael virar imperador de um continente inabitado.

 

― Eu não serei de muita ajuda, acho melhor ficar com sua clone ou procurar por Rael ― Rika não estava querendo deixar Rael com Alice. Ela estava preocupada com Rael e se sentia culpada pelo que fez antes.

 

― Se eles tiverem nossa fraqueza, você é a única que pode nos salvar. Você tem que nos acompanhar, Rika ― disse Violeta e Emilia concordou. Sobre essa questão, Rika não podia fazer nada a não ser dar um sorriso sem graça para as duas mulheres.

 

Depois disso, as três avançaram na direção do grupo mais próximo.

 

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Vários clãs médios e pequenos, cidades, vilas e até fazendas estavam sendo invadidas pelas dezenas de reinos finais do continente Norte. Eles tinham se dividido em várias pequenas forças em formação de dez homens. Um reino final poderia limpar facilmente uma cidade, mas ainda assim eles andavam em  grupos de dez. “Tome tudo o que eles tenham de valor e matem todas as pessoas, não deixe ninguém vivo, nem mesmo crianças”. Suas ordens eram claras, Nero não estava para brincadeiras. Ele estava furioso de verdade.

 

Nero tinha se separado do grupo e levava consigo 100 homens, o restante havia se dividido para destruir as regiões próximas. Cerca de 80 grupos se espalhara, tomando tudo de valor e depois matava os cidadãos e destruía as cidades. O continente Sul estava entrando em uma desgraça.

 

Enquanto isso ocorria, Nero continuava seguindo seu aparelho. O ponto verde estava cada vez mais próximo e ele mal via a hora de chegar ao determinado local. De repente, Nero e sua centena de homens sentiram três poderosas energias à frente. Eles continuaram avançando até encontrar uma bela ruiva ao lado de uma linda mulher de cabelos azuis, as duas eram incrivelmente belas, principalmente a ruiva, que emanava uma aura capaz de causar luxúria em muitos homens. Atrás delas, a uns cem metros, estava outra mulher era tão linda quanto as duas, era difícil descobrir qual era a mais bela. Essa outra mulher tinha cabelos lisos e castanhos claros, levemente longos, caindo abaixo do pescoço, e segurava um cetro escuro com uma pedra na ponta.

 

Nero e seus cem homens pararam ali a cerca de cem metros delas. Eles lançaram seus sentidos e sentiram que uma delas parecia estar no ápice do reino final, mas as outras duas eles não conseguiam sentir o poder. Isso deixou eles um pouco perturbados, mas ao mesmo tempo felizes. Essas três mulheres eram tão belas quanto Nastácia e ninguém nunca poderia esperar encontrar tais beldades em um continente tão fraco como aquele. Nem no continente Norte tinha mulheres lindas como aquelas, além de Nastácia, mas apenas poucos poderiam ver.

 

Explosões soavam em volta do continente. Era possível ouvir estrondos que ecoavam pelo ar de longas distâncias em várias partes, isso fez as três mulheres enrugarem os olhos, porque elas perceberam o que estava acontecendo ao redor.

 

No primeiro instante ninguém se moveu. As mulheres analisavam os reinos finais buscando vestígios da Alda Brilhante e os homens olhavam de volta sem acreditar que estavam mesmo diante de tais belezas, até Nero se encheu de pensamentos luxuriosos e por um momento esqueceu a sua própria filha. Essas mulheres eram todas bem desenvolvidas e incrivelmente lindas, pareciam deusas possuidoras de uma beleza inexplicável. Os homens chegavam quase a babar enquanto analisavam as duas. Os olhos da maioria desses homens estavam focados nos seios, no rosto ou na região das pernas, como se quisessem ver através das roupas.

 

Nero conseguiu se recompor alguns segundos após a surpresa e enrugou os olhos de volta. Ele teve a estranha sensação de que essas mulheres saberiam de sua filha. Ele ainda estava achando estranho o fato de não conseguir analisar o reino das outras duas. Mas não pensou que alguém estivesse além do reino final, o que veio na mente dele é que elas utilizavam algum tipo de habilidade para esconder seus níveis.

 

― Homens! Capturem essas três mulheres! ― Nero gritou, dando a ordem logo em seguida e despertando seus guardas. Os homens rugiram e voaram apressados a frente feito desesperados. Só em pensar que poderiam tocar em tais mulheres já enchiam o coração deles de pura perversão.

 

Nero separou cerca de dez homens e mandou segui-lo.

 

― Rendam essas mulheres, e que ninguém ouse profanar seus corpos! ― Nero deixou a última ordem no ar e avançou voando. A ordem era óbvia, o imperador queria essas mulheres para ele. O máximo que seus homens poderiam fazer era tocar em suas peles para rendê-las. Os homens entenderam a ordem e se sentiram infelizes, mas eles não ousariam ir contra as palavras de seu poderoso líder.

 

Violeta viu que estava prestes a ser cercada e disse um “hunnmpf!” um tanto irritada. Rika se preparou emanando raios de seu corpo e Violeta estendeu a mão direita para frente. De longe, Emilia começou a energizar seu cetro ao ver vários homens indo também em sua direção. A pedra do cetro de Emilia tinha se tornado vermelho como fogo.

 

O imperador passou voando para outra direção. Ele tinha pressa, seu alvo principal era a sua filha. Nero tinha cruzado a fronteira entre os continentes por ela, mesmo aparecendo essas mulheres belas, ele ainda queria sua filha antes de qualquer outra coisa.

 

BOOOOOOM!
ZUUUUUUUF!
Aaaaaaaaaah! Aaaaaaaaaah! Aaaaaaaaaah! Aaaaaaaaaah! Aaaaaaaaaah! Aaaaaaaaaah!

 

A gritaria tinha começado quando Violeta estendeu a mão e disparou sua rajada vermelha de pura energia. Essa rajada atravessou um dos reinos finais e depois começou a atingir outro atrás. O poder que Violeta usava era imenso, mas matar reinos finais sem nenhum aumento era um pouco trabalhoso. Por isso, quando essas rajadas acertavam alguém, não atravessavam de uma vez como fazia com reinos mais fracos, elas destruíam as defesas de energia e depois os matavam, mas isso levava cerca de um segundo a dois. Não era algo tão demorado.

 

Rika soltou várias ondas de raios que se espalhou em volta, eletrocutando e paralisando vários cultivadores próximos. Os olhos de Rika estavam tomados por uma intensa aura azul e emanava raios até de seus olhos.

 

Atrás delas, Emilia soltou duas bolas de fogo que explodiu em seus perseguidores. Gritos de agonia foram ouvidos pelos alvos das chamas de Emilia. O ataque de Emilia não matava de uma vez, esse ataque de chamas os consumia lentamente, porém, diferente de Violeta, que atacava em linha reta, o alcance de Emilia era maior devido a explosão da bola de fogo. Depois de explodirem, ondas se espalhavam acertando novos alvos. Essas chamas poderiam parecer fracas, mas elas não eram facilmente dissolvidas. De cada quatro cultivadores no reino final, dois poderiam dissolvê-las de acordo com os seus elementos. Se fosse Vida ou Água, eles conseguiriam com mais facilidade, já outros elementos sofreriam um pouco para se livrar da morte, mas a maioria acabaria morrendo antes de conseguir proteção.

 

Violeta e Rika continuavam atacando. Eram muitos e muitos reinos finais, mas nenhum chegava perto dela por causa de Rika. Rika não os matava, mas seus raios os paralisariam, dando o tempo necessário a Violeta para terminar o trabalho.

 

Nero chegou a olhar para trás uma vez, as ignorou e continuou avançando com sua dezena de homens. Ele acreditava que seus homens ainda conseguiriam vencer devido aos números. O poder delas não parecia tão assustador ainda.

 

Emilia, quase cercada, se encheu de barreiras e os homens se espremeram em volta barrando em algo invisível. Emilia sorriu sensualmente para eles enquanto o seu cetro brilhava com uma intensa energia azul. A pedra branca que a pouco era vermelha como fogo, agora estava azulada como água e formando um tipo de cristalização na frente, era como um lindo cristal de gelo que crescia em um intenso poder.

 

Os reinos finais que cercavam Emilia acharam estranho. Ela estava conjurando um tipo de poder de ataque, mas o que ela pretendia fazer? Se matar? Ela estava em um tipo de barreira que formava uma caixa ao seu redor, quando essa pedra explodisse, o ataque seria todo nela.

 

Os mais de trinta homens cercando Emilia continuavam confusos, mas agora eles não estavam mais espremidos na barreira nem tentando quebrá-la, estavam esperando o que ela iria fazer com aquilo.

 

Do outro lado, Rika continuava eletrocutando todos que chegavam perto. Enquanto ela paralisava seus alvos, Violeta lançava rajadas de energia, exterminando-os de uma vez. Irritada com a demora, Violeta ativou a Essência Demoníaca nível 2, aumentando seu poder em 40%. Do outro lado, Emilia fez o mesmo para concentrar ainda mais poder no cetro. Elas tinham que exterminar todos esses homens antes de caçar o restante.

 

 

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Longe delas, por várias partes do mundo, portais roxos se abriam e fechavam rapidamente. Uma bela jovem de cabelos roxos e olhos vermelhos surgia e desaparecia em frações de segundos depois de lançar brevemente seus sentidos em volta.

 

Depois de desperta, Alice havia rondado o continente Sul para quando precisasse usar seus portais não ter problemas. Portanto, agora ela só precisava de um pensamento e seria capaz de cobrir uma enorme área em pouquíssimo tempo.

 

 

― ‘Onde você está, Rael?’ ― Ela pensou, se sentindo irritada. Ela já havia vistoriado cerca de 20% de todo o continente Sul e nenhum vestígio do rapaz. Havia somente um local que ela não poderia pisar, que era o vulcão do dragão caído. Mas, considerando que Neide sempre cultivava lá, a violadora sabia que Rael não iria fugir para aquele local, pois acabaria avançado em sua própria sogra, e isso ele jamais iria fazer. Então, Alice acreditava que era capaz de encontrar Rael antes de qualquer outra mulher. A jovem violadora não tinha desejos sexuais para com Rael, o desejo era de controlá-lo, apenas. Isso dava a ela um sorriso animado e caloroso como sol, pois ela nunca havia pensado em manipular um homem através de sexo.




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