O Herdeiro do Mundo

293 - Rika e Rael

Quando Rael e Rika estavam cruzando o salão das bestas, cruzaram com Alice, que estava voltando de algum lugar. Ela lançou um olhar curioso na direção dos dois, mas não era difícil imaginar o porque estavam juntos. Alice já sabia sobre o desejo das celestiais e não se incomodava com isso.

 

― Alice, espere um pouco ― disse Rael depois que ela fez um aceno com a cabeça para eles. Alice parou e se virou curiosa para os dois.

 

― Tudo que eu te disse foi verdade. Vamos fazer um Pacto de Sangue, eu vou prometer ressuscitar seus pais como combinei antes ― disse Rael firmemente. Alice inspecionou o olhar de Rael por alguns instantes e se conformou em seguida.

 

― Não precisa do pacto, eu acredito em suas palavras. Você não seria louco o suficiente para tentar me enganar ― disse a jovem por fim, com um leve sorriso. Rika estava parada ao lado, analisando os dois. Ela estava de certa forma preocupada, porque Alice não era muito sociável. Depois de apresentada ela se fechou em seu quarto e quase não falava com ninguém.

 

― Se é o caso, eu fico satisfeito pela confiança e contarei também com você ― disse Rael educadamente e mostrou um sorriso tímido para a bela violadora.

 

― É melhor você se esforçar para ficar vivo, porque se você morrer agora que me fez essa promessa, eu não vou te perdoar. Está avisado ― disse ela.

 

― Vou me lembrar disso ― disse Rael de volta, ficando mais sério. Alice olhou Rika mais uma vez, depois virou-se inexpressiva e saiu caminhando, deixando os dois no salão. Ela foi um pouco fria, mas Rael percebeu que dessa vez ela não estava fingindo, estava sendo ela mesma.

 

― Você e ela são amigos? ― perguntou Rika curiosa.

 

― Eu ainda não sei, mas estou tentando ser ― explicou Rael, vendo Alice desaparecer na entrada do corredor que seguiria para o cristal de teleporte.

 

As bestas ao redor estavam reverenciado Rika com bastante respeito, elas também faziam o mesmo com Rose. Mesmo que elas tenham mudado sua espécie, ainda continuavam sendo respeitadas como legítimas bestas celestiais.

 

Saindo com a Celestial, os dois flutuaram subindo cerca de 500 metros e pararam para comtemplar o Sol, que parecia ter acabado de surgir nas beiradas do horizonte entre as camadas de uma cadeia de montanhas, flutuando no céu era fácil perceber essa magnífica cena. Rika levantou a mão para o céu e lançou uma poderosa descarga de raios para o alto, que rugiram como trovões. Rael, que estava ao lado, viu os raios correrem rápidos pelo céu limpo, como se estivessem se dirigindo a algum lugar, até sumir no horizonte. E, por um instante, foi levemente empurrado de lado pela aura de Rika devido a pressão para formar esse movimento. Rika era, afinal, mais poderosa que um reino final no ápice e a cada dia que passava ela ia se tornando ainda mais forte. Ao contrario de cultivadores comuns, Rika não precisava cultivar para renascer e continuar avançando. O corpo de Rika estava em constante evolução, assim como o de sua filha, a diferença era que Rose tinha a evolução mais lenta por não ser adulta.

 

― O que foi isso Rika? ― perguntou Rael, surpreso e curioso. Ele não entendeu porque ela havia feito isso de repente. Se ele não tivesse resistência a raios, ele teria sido jogado muito mais longe da Celestial, que devolvia a ele um sorriso agradável e despreocupado.

 

― Isso não foi nada, estou apenas testando meu poder ― respondeu ela. Rael ficou desconfiado que fosse outra coisa mas não se importou. Rika era uma das mulheres de confiança de Rael, ela nunca faria mal a ele e nem precisava listar motivos. Depois de Rael ter salvo a vida dela, ela começou a tratar Rael dezenas de vezes melhor e, mesmo se fosse antes, Rael ainda confiaria.

 

― Se você não quer falar, tudo bem ― disse Rael fingindo não se importar.

 

― Eu estou feliz, muito feliz, por você ter se preparado para me receber. Eu espero que você mantenha a promessa do dia em que me salvou, porque eu nunca vou esquecer aquele dia, tampouco as suas palavras naquele momento. Eu sou muito grata por você deixar minha filha tão feliz, também sou muito grata por você ter surgido em minha vida. Obrigada por não ser apenas uma luz para o futuro da minha espécie.

 

― O que quer dizer? ― perguntou Rael confuso.

 

― Não é preciso dizer isso, mas como me perguntou, vou te contar. No começo, eu pensava em você apenas como um macho reprodutor, mas depois que você salvou a minha vida e vem mantendo a minha menina constantemente feliz, eu tenho outra perspectiva por você.

 

― Rika, eu sempre assumo minhas promessas e qualquer coisa que eu diga. Eu não queria ter filhos antes porque não estava preparado, mas agora, devido aos conselhos de Alexia e a minha vingança já ter sido cumprida, eu me sinto livre e pronto para tamanha responsabilidade. Por essas razões eu recusava essa ideia no começo. Você, melhor que ninguém, deveria saber disso, já que vivia na minha mente... ― disse Rael e deu leve suspiro, imaginando quando iria se livrar dessa invasão.

 

― Eu sei, Rael, desculpe. Nessa época eu não te via como vejo agora. Eu não menti quando disse que amo você. Cada vez que te vejo, sinto como se meu coração estivesse derretendo por você ― disse ela, levando a mão para o peito. ― É um sentimento muito bom. Eu ainda não sei como explicar, mas está perto de você me enche de felicidade, e antes eu não sentia nada disso.

 

― Oh, certo... Bem, fico feliz ― disse Rael, ligeiramente sem graça. Desde que quase perdeu Rika para sempre, Rael também tinha criado mais sentimentos por ela. Naquele dia, Rika iria dar a própria vida para salvar a todos. Como esse sacrifício não seria louvável? Rael nunca iria se esquecer desse ato e, sem colocar as promessas e todo o resto que ele tinha com ela, acabou se encantando mais.

 

― Deixa esse assunto para trás, o importante é que você me entende. Agora, deixe-me levar você ― A voluptuosa celestial abraçou Rael pelas costas e seus peitos se encostaram, sendo imprensados contra Rael. Rael sentiu cada parte dela tocando seu corpo, os dois estavam flutuando no ar e ela estava se ajeitando atrás de Rael.

 

Rael iria propor usarem Ralf, mas se conteve, sentindo cheiro agradável de Rika e sendo tão envolvido por ela. No segundo seguinte, Rika voou com velocidade abraçando Rael e o mesmo ficou em silêncio tentando conter seus pensamentos.

 

Não ter pensamento sexuais era impossível. Rika era muito linda e perfumada, com seu corpo tocando o de Rael provocativamente, era impossível para o rapaz conseguir limpar a mente. Rael podia está em plena satisfação em um todo por ele ter passado o dia anterior com Rose e dias anteriores com suas outras mulheres, mas com Rika não tinha isso. Rael podia sentir as ondas quentes que emanavam do corpo da celestial sobre ele, quase como se ela também estivesse entrando no clima.

 

Rika voava com velocidade cruzando os céus e desejando que tudo estivesse pronto quando ela chegasse ao local com Rael. Mas boa parte da mente dela estava concentrada nos pensamentos obscenos de Rael. Era inevitável, ela podia sentir os pensamentos de do belo jovem sobre ela e até mesmo tinha visões dele com a sua filha. Rael mesclava seus pensamentos com Rose e Rika, como se uma fosse a outra e isso deixava Rika suspirando de vontade, porém, em silêncio. Diferente de Rose, Rika podia ver a mente de Rael instantaneamente, ela podia até mesmo dizer o que Rael estaria sentindo e, por ela ver tais cenas, ela se sentiu quente e por isso seu desejo sexual emanou de seu corpo e foi sentindo por Rael. Isso não era impressão de Rael, a celestial estava literalmente se molhando.

 

Uma Humana Celestial adulta tinha muito mais desejo sexual, e isso funcionava como uma espécie de instinto assassino, esses instintos seriam sentido pelo macho de sua espécie, que facilmente entenderia o recado que estavam prontos para a reprodução. Não era atoa que Rael não conseguia parar de pensar em possuir Rika nem por um momento, e isso fazia ele imaginar o quão bom seria agarrar aquela mulher nua em seus braços e fazer todas aquelas coisas que ele tanto desejava. Beijar cada canto do corpo e se satisfazer além do limite. E quando ele pensava na sensação que sentiria, se lembrava das maravilhosas e inesquecíveis vezes que fez com Rose e como se sentia com ela. Tudo isso era visto e avaliado por Rika, que ficava com ainda mais de vontade de sentir todas aquelas sensações fisicamente.

 

O coração de Rael estava agitado desde então. Com Rose ele já estava acostumado, mas não com Rika e, por mais que ele lutasse contra o desejo de se deliciar com Rika dos mais variados modos, ele não conseguia porque cada vez que ele tentava, sentia uma sensação quente fluindo do corpo da celestial sobre ele. Rael chegou a perceber que a cada momento durante o voo ela o abraçava mais forte e o coração dela também acelerava, mas não teve certeza de nada. Ela apenas se deixava abraçar e engolia mais saliva pensando no que estava por vir.

 

― Estamos quase chegando... ― disse ela depois de alguns minutos.

 

Passaram-se mais alguns minutos e uma pequena cidade surgiu no horizonte. Rael não fazia ideia de para onde estava sendo levado pela celestial, mas se eles demorassem um pouco mais, ele tinha medo de terminar com alguns ossos fraturados, porque desde então Rika estava o imprensando mais e mais. Rael teria ossos quebrados mas não reclamaria nem um pouco, aquela Celestial o abraçando daquele jeito deixava o coração dele derretido em prazer, há muito Rael já estava duro e firme embaixo. Rael não conseguia ficar mole porque  ele não parava de pensar em possuir Rika devido os instintos sexuais que emanavam dela. Era impossível não pensar. Se Rose fosse uma adulta celestial, o jovem também ficaria do mesmo jeito.

 

Mas isso só ocorria porque Rika agora amava Rael e sabia que eles estavam prestes a consumar sua união. Na época que ela quase fez com Rael na caverna, seu corpo não emanava nenhum instinto sexual, devido àquele tempo ela só se preocupar em perpetuar sua espécie, e não tinha desejos verdadeiros como agora.

 

― Rika? ― perguntou Rael confuso quando a Celestial desceu em uma vila vazia. Não havia ninguém a vista e nem nos arredores nas florestas.

 

― Esse é o lugar. Não se preocupe, ninguém vai nos incomodar ― disse ela sorrindo enquanto liberava o aperto de Rael. Eles desceram silenciosos.

 

A cidade estava deserta. Havia algumas casas espalhadas, mas Rika se dirigiu para a principal, uma que parecia a casa do prefeito ou líder local. Tanto ela como Rael lançaram diversas vezes seus sentidos, tentando achar qualquer coisa de errado ou pessoas próximas, mas não havia ninguém próximo.

 

                Rael foi atraído por uma estátua branca de um Lendário Unicórnio Volutivo no meio da praça. Essa estátua tinha a aparência de um unicórnio jovem, de como seria Rose em sua antiga forma. A estátua estava em cima de um vão metálico e era muito bem construída. Raios corriam por toda a estátua, como se tivesse realmente viva. Rael lançou seus sentidos nesse poder e descobriu que era o poder de Rika que estava armazenado.

 

― Sobre a estátua, não fique curioso ― explicou Rika, percebendo os pensamentos e dúvidas de Rael quando parou próximo à porta. ― Aqui era onde residia um dos homens que caçaram Rose. Para perdoá-los e não destruir este lugar, mandei que fizessem uma estátua dessas e que fizessem certos favores para mim quando eu assim quisesse ― explicou Rika, agora com um ar sério.

 

― Favores? ― Rael achou isso estranho. Ele viu que a cidade estava em bom estado e que provavelmente ainda morava pessoas, mas ninguém estava por perto.

 

― Você e Rose podem estar acostumados a fazer naquelas cavernas inabitadas, mas eu quero fazer como uma humana faria, usando uma cama confortável e quente.

 

― Podíamos ter alugado algum... ― Rael ia dizer sobre alugar uma pousada, mas se lembrou de como sua transa com Rose funcionava. Ela podia ter mais controle de seu poder, mas quando Rael estava próximo do ápice, ela explodia em raios durante o orgasmo. Quando ele pensou sobre isso, não precisou de mais respostas e parou de falar no mesmo momento. Rika lançou a ele um sorriso de satisfação por não precisar responder a isso.

 

Quando Rael e Rose faziam, o colchão só não entrava em chamas devido a Rael marcá-lo com o seu poder, como se fosse parte de seu corpo, assim como suas roupas. Por isso, o colchão resistia aos raios de Rose. Mas ela nunca deixou de soltá-los durante o ato, mesmo tendo mais controle, a moça sempre se perdia durante o orgasmo.

 

Entrando na sala principal, Rael pôde sentir um cheiro de chá no ambiente e até mesmo massa de pães e bolos. Eles seguiram para o próximo aposento e encontraram a cozinha. A mesa estava farta e preparada com vários alimentos que serviriam como um café da manhã.

 

― Vamos tomar um bom café antes. Fazer com fome não deve ser muito bom ― disse Rika e já tomou seu lugar a mesa. Ela lançou os seus sentidos em cada alimento, confirmando que não havia nada de errado.

 

― Isso tudo foi preparado para nós? ― perguntou Rael surpreso, tomando um lugar ao lado de Rika.

 

― Esse foi o modo que concordei em perdoá-los por terem capturado a minha filha na época. Durante um dia e uma noite, ninguém virá a essa cidade e ele não deixarão ninguém se aproximar. Temos esse lugar todo apenas para nós dois ― disse Rika olhando Rael de lado. O hálito doce da celestial soprava no rosto de Rael, o provocando. Rael não disse mais nada, concentrou-se em preparar seu prato para se controlar. Como ele não tinha os mesmos sentidos aguçados de Rika, não pôde confirmar se sua comida continha veneno, mas pelo cheiro já tinha feito sua breve análise e não constatou nenhum perigo. Se houvesse algo, Rika com certeza saberia.

 

Os dois comeram até ficarem satisfeitos. Rika sabia que quando começassem a fazer, não parariam tão cedo, provavelmente, somente quando anoitecesse. Assim que Rael tomasse o elixir, o jovem teria um fôlego quase incontrolável. Somando o desejo natural que Rael sempre teve em possuí-la com o desejo por parte de seu instinto sexual e o elixir que aumentaria exponencialmente a vontade do rapaz em querer fazer sexo, Rael certamente duraria por horas e horas antes de se satisfazer da celestial. Essa seria, de longe, a transa mais longa e inesquecível de Rael. Mas só quem previa isso era Rika. A celestial queria garantir que a sua primeira vez fosse completamente especial, tanto para ela quanto para Rael.

 

― Vamos para o quarto, fica no fundo do corredor ― disse Rika se levantando e segurando a mão de Rael. Ela não estava usando batom, mas seus lábios eram tão vermelhos que parecia estar.

 

O quarto preparado para eles continha uma cama de casal e cobertores limpos. Um tapete grande e macio forrava todo o chão, havia algumas cômodas com vasos de rosas em cima e vários quadros de paisagens espalhados nas paredes. Havia uma janela ao fundo fechadas com cortinas vermelhas pela frente e o quarto estava com um intenso e perfumado cheiro de rosas.

 

― Eles fizeram um bom trabalho ― admitiu Rika, entrando com um sorriso satisfeito.

 

― Eu imagino o quanto você os ameaçou para fazê-los obedecer a tantos favores ― disse Rael, se lembrando das palavras de Violeta sobre Rika não ser tão boazinha quanto ele pensava.

 

― Eu fiz um favor ao poupar a vida deles. Acredite, eles estão até gratos por permanecerem vivos. Meu plano inicial era destruir todas as cidades que eles faziam parte, mas peguei leve, matei apenas os mais próximos e dei chance para o restante pedir perdão ― Explicou Rika, sem querer entrar em muitos detalhes. Rael também não perguntou, desde cedo ele estava sendo pressionado pela Celestial até chegarem a esse momento.

 

Rael novamente teve aquela sensação quente correndo por seu corpo, fazendo a parte de baixo vibrar na cueca. Se o membro de Rael pudesse falar, estaria rugindo quando Rika se aproximou, encostando-o contra a parede. Sem dizer qualquer palavra enquanto fechava os olhos, ela aproximou os lábios e envolveu os lábios de Rael em um beijo ardente e intenso.

 

Os dois se beijaram suavemente por alguns segundos e Rael pôde sentir novamente todo hálito perfumado de Rika. Os lábios dela eram tão macios que pareciam se derreter a medida que os dois se beijavam. O coração de Rael começou a trovejar no peito e não era somente o seu coração. Enquanto Rika o beijava, os instintos sexuais eram enviados cada vez mais fortes sobre Rael, o deixando quase maluco. A celestial se encostou ainda mais, deslizando sobre o corpo de Rael e se esfregando nele para provocá-lo ainda mais.

 

Rael apertava a bunda dela contra o corpo dele, passava as mãos em suas coxas fartas e já estava entrando com outra mão por dentro da fenda do vestido. Quando Rael tocou na pele macia de Rika, a fez soltar um suspiro ardente e imprensou Rael com ainda mais ferocidade contra a parede, fazendo-as tremer. Por causa dos instintos de Rika sobre ele, parecia que Rael estava desejando possuí-la mais do que desejou Emilia naquele incidente.

 

― Antes de continuarmos, quero que tome isso ― disse Rika com certo esforço, pausando o momento deles. Ela mostrou uma pequena garrafa que cabia em uma mão fechada. Essa garrafa continha aproximadamente 50mL de um líquido rosa puro.

 

― O que é isso?... ― Rael não gostou da pausa, ele já estava mais do que no clima. O corpo de Rika rugia pelo de Rael e o fazia desejá-la ainda mais devido ao instinto sexual que não parava de ser lançado por nenhum segundo.

 

― É uma porção preparada por Violeta que vai intensificar o nosso momento. Ela vai fazer você se sentir ainda melhor comigo ― disse Rika controlando sua respiração. Assim como Rael, a celestial também estava no clima e pronta para fazer com o jovem. Foi muito difícil para ela fazer essa pausa.

 

Rael sabia que Rika nunca faria qualquer mal a ele e confiava nela. Então, para poder continuar o mais rápido possível, virou o líquido na garganta em um só gole, derrubou a garrafa de lado e voltou a agarrar aquela maravilhosa celestial. Ele começou a beijar e chupar a pele do pescoço de Rika, deixando-a maluca e querendo subir pelas paredes tamanha era a intensidade. Ela sorriu satisfeita, sabendo que Rael já estava daquele jeito e o efeito do elixir ainda começaria a fazer efeito.

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