O Herdeiro do Mundo

283 - Natalia e Mara (18+)

Mara e Natalia passaram por dias difíceis também. Natalia perdeu o pai e ele não prestava nem um pouco. Ela não sabia qual era a pior parte, aceitar a morte do seu pai ou aceitar que ele não valia nada e que nunca a valorizou. Quando quis valorizá-la era apenas devido a ela ter se tornado incrivelmente forte.

 

                Natalia ficou por dias pensando sobre isso, sobre como ele havia dado inúmeras ordens para matá-las, e toda vez que se lembrava disso seu coração se enchia de tristeza.

 

― ‘Mesmo me tornando forte, ele ainda continuou sendo um péssimo pai’ ― ela pensou com tristeza ao se lembrar do seu passado, quando o seu cultivo era simplório. Naquele tempo, ela só não era tratada do mesmo modo que Rael porque ainda poderia servir como uma noiva para os propósitos dos pais, especificamente, de Romeo. Natalia acreditava que sua mãe nunca tivera muita escolha.

 

                Ela não perdoava todas as coisas que a mãe fez, mas ela sentiu que não houve escolhas no que aconteceu a ela. Depois que ela saiu das garras de Heitor, sua vida melhorou muito ao lado de Rael. Quando ela pensava em Rael, seu coração palpitava em felicidade, o mais simples pensamento no jovem rapaz a fazia se derreter, lembrando de várias outras coisas. Ela relaxou sua mente e disse a si mesma que, mesmo que eles fossem irmãos de sangue, ela ainda ficaria com Rael milhares de vezes.

 

― ‘Isso tudo foi graças ao Rael. Ele salvou o meu mundo e a minha vida’ ― Natalia sempre pensava nisso quando se lembrava de sua trajetória.

 

Já fazia alguns dias desde que tinha ido ao enterro de Romeo, mas Natalia permanecia naquele baixo astral. Sua mãe já tinha se tornado sua escrava e agora podia ir e vir na sua casa. As vezes Elisa passaria um tempo com ela, Elisa também estava triste. Ela conversou com a filha e confessou que sua rotina com o marido nunca foi boa.

 

Quando Natalia ainda estava pensativa, lembrou-se de sua mãe. Elisa tinha ficado em silêncio por um tempo, sentada ao lado dela na cama. As duas estavam no quarto, mas Elisa ainda parecia retraída sobre como lidar com a filha e todo o restante.

 

― Desculpe, filha. As vezes eu perco as palavras ― disse Elisa vendo o olhar de Natalia cair sobre ela. Natalia fez um não com a cabeça, como se não se importasse.

 

― Você me via como uma mãe forte, que apoiava o seu pai em tudo mas, na verdade, se eu não o apoiasse, ele seria extremamente agressivo comigo depois. Durante a minha vida inteira eu era controlada pelas garras dele, e infelizmente acabava descarregando essa fúria em pessoas inocentes ― Elisa se lembrou do que havia feito contra Rael e se arrependia amargamente.

 

Elisa não sentiu nenhuma perda com a morte de seu marido, na verdade, ela até se sentiu livre das correntes, mesmo agora sabendo que era uma escrava. Ser escrava de Natalia para ela era como uma benção. Natalia era sua filha e, como escrava, mesmo com toda a besteira que havia feito no passado, ela ainda estava praticamente sendo perdoada. Poder ficar ao lado de sua filha depois de tudo era praticamente uma recompensa que ela não merecia.

 

― Eu não era uma mulher forte, eu era uma mulher medrosa e idiota, sempre abaixei a cabeça para o seu pai e nunca tomei qualquer atitude para mudar isso. Filha, eu também quero o seu perdão... Eu deveria ter sido uma mãe melhor ― Elisa lançou um olhar de lado suplicante para a filha e segurou a mão da jovem. As duas estavam usando vestidos comuns. Mara não estava em casa no momento, geralmente Mara evitava Elisa porque ela ainda não tinha perdoado aquela mulher. Sempre que Elisa chegava, Mara saía com a primeira desculpa viesse em sua mente.

 

― Mãe, eu perdoo você. Não precisa ficar se explicando, eu não estou com raiva do passado ― disse Natalia, apertando a mão de Elisa com as suas duas delicadas mãos enquanto mantinha um sorriso meigo em seu rosto angelical. Elisa sorriu sem jeito com a resposta da sua doce filha. Mas ela sentiu que não tinha o direito de receber tamanha gentiliza de Natalia, e isso a fez sofrer um pouco mais.

 

                As duas passaram alguns instantes em silêncio e depois Elisa voltou a falar.

 

― Eu posso perguntar coisas a respeito de você e de Rael? ― Elisa ficou curiosa de repente. Não pelo fato de Natalia e Rael serem tão íntimos, isso ela já sabia, mas pela razão de Natalia supostamente tê-lo aceitado.

 

― Pode sim, se for algo que eu possa responder, responderei ― Natalia confiava em sua mãe e agora ela era sua escrava, mas Natalia não contaria os segredos de Rael mesmo assim. Ele pediu segredo e ela os guardaria com a sua vida.

 

― Filha, eu percebi que seu relacionamento com Rael é muito bom. No começo, você sabia que ele era o seu irmão? ― Elisa estava curiosa.

 

                Escutando aquela pergunta, Natalia ficou por alguns segundos pensativa, em dúvida se deveria ou não dizer a verdade sobre Rael não ter o mesmo sangue que ela. Ela preferiu não dizer a verdade, pois Rael disse que ela nunca deveria contar esse segredo.

 

― Ele me contou na nossa lua de mel. Na época, eu tinha pesadelos constantes por causa de Heitor e queria apagar isso da minha cabeça. Quando ele me disse a verdade, nós já estávamos casados, e eu queria muito tirar Heitor de mim... Então, mesmo sabendo a verdade, eu insisti.

 

― Insistiu? ― Elisa ficou um pouco surpresa. Natalia não estava contando toda a verdade, então, para Elisa, Natalia ainda era irmã pura de sangue de seu marido.

 

― Rael pretendia me respeitar e me deixar apenas segura com ele. Mas eu queria mais, eu queria esquecer Heitor e sabendo que ele era Rael, o meu irmão supostamente morto, minha paixão por ele cresceu ainda mais. Eu sabia que era um amor proibido mas não me preocupei, e hoje eu o amo de verdade e não penso nessa coisa de irmãos mais. Desde que tive a minha primeira vez com Rael, eu nunca mais tive pesadelos com aquele monstro. Rael me trata e sempre me tratou bem, nas mãos dele sinto que sou um pedaço valioso do céu em seu mundo ― Natalia disse, se lembrando, e não se preocupou nem um pouco em deixar sua mãe saber.

 

                Elisa ficou em silêncio e não culpou a filha, a revelação não a deixou muito chocada. Ela já tinha testemunhado a noite deles meio que de camarote. A verdade é que a culpa era de Elisa. Ela foi fraca e permitiu que seu marido no passado vendesse a sua filha e ela acabou tendo um trauma após ser violentada pelo seu antigo noivo. Natalia foi, na verdade, salva por Rael. Quando ela ouviu tudo sobre Heitor ficou em silêncio, sem saber onde enfiar a cara. Ela não tinha o direito sequer de ouvir as respostas de Natalia, mas a moça contou tudo naturalmente.

 

― Rael é muito bom comigo, ele me trata com muito carinho e afeição. Não só ele, como Mara também, ela e eu, nós três... ― Natalia pareceu se lembrar de algo que não deveria mencionar e de repente mudou ― Nós nos damos muito bem.

 

                Elisa não era boba, ela entendeu que sua filha não queria dizer que dividia a cama com Rael e Mara, ela não forçou, deu um sorriso caloroso a sua filha e se levantou resignada.

 

― Eu não posso mudar meus erros, mas vou fazer o meu melhor daqui em diante ― Elisa se aproximou com o rosto e deu um demorado beijo na face da filha, que fechou os olhos para senti-lo mais profundamente. Depois, se afastou para trás indo para a porta enquanto Natalia voltava a observá-la.

 

― Vou deixar você sozinha de novo, filha. Mara não gosta de mim e isso fica evidente, quando eu cheguei, ela saiu ― dizendo isso, Elisa se retirou. Natalia ficou sentada na cama em silêncio, pensando em tudo o que ouviu da mãe. Ela não a culpava, Natalia tinha um coração muito gentil para culpar alguém.

 

                Natalia deitou na cama com um olhar triste. Ela estava com saudade de Rael e cheia de pensamento estranhos relacionados a perda recente, ao mesmo tempo pensamentos ruins com o pai dela. A jovem não tinha dormido bem na noite passada com aquilo tudo amontoado em sua cabeça. Então, puxou um travesseiro o agarrou, ficando em um completo silêncio. Esse travesseiro tinha o cheiro de Rael, desde que Rael estava naquele tipo de confinamento, ele não tinha voltado para casa. Ela só podia vê-lo na residência do patriarca e não era a mesma coisa que tê-lo entre quatro paredes. Mara e Natalia tinham se acostumado com Rael com elas todas as noites.

 

                Demorou alguns minutos até Mara voltar e entrar no quarto, encontrando Natalia naquele estado. Mara não sabia direito como consolar a sua prima e, na maior parte do tempo, ficava levando assuntos para outros pontos, na tentativa de fazê-la esquecer do que rolou.

 

― Natalia, já chega. Eu não aguento mais ver você assim ― disse Mara se sentado ao lado da prima, que continuava deitada e agarrada ao travesseiro.

 

― Eu estou bem prima, sério ― Natalia forçou um sorriso gentil para Mara, um sorriso que tentava esconder seus anseios, mas Mara não era ingênua, ela já conhecia muito bem sua prima.

 

― Faz um tempo que não brincamos, só nós duas... Eu quero brincar ― disse Mara e removeu a própria blusa vermelha mostrando um maravilhoso par de seios perfeitos escondidos em um sutiã branco. Ela sorriu para a prima enquanto começava a se agachar por cima da mesma. Natalia aos poucos foi se soltando do travesseiro e focando sua atenção em Mara. Não era a primeira vez que elas faziam sozinhas. Sempre que elas tinham desejo e não estavam com Rael, elas brincavam entre elas mesmas.

 

― Prima, isso é... ― Natalia não pôde evitar ficar um pouco corada quando a prima engatinhou sorrindo por cima dela. Enquanto Natalia usava um vestido comum azul, Mara usava uma calça folgada de treino e seu sutiã branco.

 

                Mara não sabia como consolar a prima, então pensou em fazer aquilo. Ela já tinha dado muitos dias para Natalia pensar sobre as perdas de seu pai e superar todo o resto, agora ela queria esquentar um pouco as coisas. Com ou sem Rael, elas sabiam se divertir muito bem, mas é claro que com Rael era bem melhor. As duas eram viciadas uma na outra, mas também em Rael.

 

              Mara tomou os lábios doces e delicados de Natalia em um beijo longo, que começou suave e foi tomando proporções maiores. Línguas se entrelaçavam, respirações ficaram mais forte e corações disparados. Natalia começava a se entregar mais ao beijo e a deixar todos os sentimentos confusos de lado. Mesmo sendo doce e tímida, Natalia ainda assim tinha muito fogo na cama, sendo com Rael ou com Mara, ela sempre se soltava mais e perdia sua timidez.

 

                Entre beijos intensos, Mara começou a subir o delicado vestido azul de Natalia enquanto corria os dedos em suas belas pernas, pouco a pouco até tirá-lo completamente e deixá-la apenas com roupas íntimas. Olhos nos olhos, as duas queimavam em desejos, mas também com amor e paixão, pois mesmo que no começo tenha sido apenas por amarem o mesmo homem, hoje esse amor era compartilhado entre os três.  As duas sentiam seus corpos quentes, sensíveis e sedentos por mais, mesmo que fosse diferente o prazer sentido entre as duas do que quando tem Rael junto, elas já haviam se experimentado o suficiente para saber sobre seus pontos sensíveis.

 

                Da boca para o pescoço, Mara tocou no ponto fraco de Natalia. Sua língua fazia movimentos circulares e alternava entre chupadas e mordidas de leve, enquanto suas mãos habilmente retiravam o delicado sutiã de renda da moça, liberando seus lindos seios. Do pescoço para o peito, Mara sentia o gosto maravilhoso de Natalia em sua língua, e enquanto Natalia era saboreada pela prima, soltava gemidos contidos de prazer e excitação, acariciando os cabelos de Mara e recebia de bom grado todas as deliciosas investidas de sua prima. Ambas ficaram de joelhos na cama, e voltaram a se beijar, a se sentir com as mãos. Mara era mais ousada, sentindo de imediato a umidade entre as pernas de Natalia, que por sua vez apertava com força e todas as partes que tocava em Mara.

 

                Mara deitou Natalia com a cabeça no travesseiro, a respiração de ambas estava turbulenta, elas não falavam, apenas agiam conforme os impulsos de desejo sentidos. Entre as pernas de Natalia, Mara retirou o restante de suas roupas e a calcinha da prima. Beijos no ventre, traçando um caminho até a parte mais quente e sensível. Natalia sentia arrepios por todo o seu corpo a cada beijo, cada toque de sua prima era como se deixasse em brasas sua pele. Seu corpo hipersensível devido ao desejo, seu coração descompassado, as mãos agarravam os cabelos de Mara e a encorajava a avançar mais rápido, até que sentiu um halito quente envolver o seu ponto de prazer.

 

― Ahhh... ― Natalia gemeu e se contorceu ao receber a língua macia e quente de Mara.

 

Mara não tinha nenhuma timidez em lamber toda a extensão da parte especial de Natalia, ela usava a língua de forma lasciva da parte mais úmida ao seu ponto sensível. Natalia, por sua vez, estava se contorcendo da doce agonia que sentia, seu corpo formigava desejando mais daquela sensação. Mara estava louca com o gosto saboroso de Natalia e a cada instante intensificava suas investidas com a boca até sentir que Natalia estava quase no limite. Nesse momento, ela introduziu um dedo em seu ponto mais úmido, fazendo assim Natalia tremer em suas mãos e gemer alto no momento de aumento do prazer.

 

― Ahhhh, Prima, mais... Por favor... ― Natalia estava quase chegando ao limite do prazer. Mara aumentou a velocidade das investidas com o dedo e já estava sugando intensamente o ponto sensível na Natalia.

 

― Ahhh, Prima.... Eu vou ... ― Sem terminar as palavras, Natalia teve seu corpo tomado por ondas quentes de prazer e satisfação, sentia como se fogo corresse por suas veias. Mara sugava cada gota no néctar expelido por Natalia e isso a deixava ainda mais excitada, pois agora era a sua vez de se desmanchar aos cuidados de sua doce prima.

 

Mara levantou com um sorriso descarado e Natalia a encarava com seu rosto angelical de que estava satisfeita, mas ainda assim sedenta por mais. Natalia partiu para cima de Mara, a beijando e provando da boca de Mara o seu próprio gosto, sentindo e despindo o corpo dela com as próprias mãos, se esfregando nela, seios com seios, pernas entre pernas.

 

Natalia virou Mara de costas e a colocou de quatro, de modo que a deixasse extremamente aberta e exposta. A parte especial de Mara pulsava na expectativa de receber bastante prazer, pois fazer Natalia chegar ao ápice só a deixou com muito mais vontade. Natalia acariciou toda a extensão da área de prazer de Mara, usando os dedos para separar os lábios e chegar ao ponto sensível dela, com a outra mão ela aplicou um belo tapa no traseiro de Mara que, ao recebê-lo, gritou de prazer. Agora, encaixada com a cabeça entre as pernas de Mara, a puxou de forma que Mara ficasse praticamente sentada no rosto de Natalia.

 

Sem timidez, Mara se encaixou na boca de sua prima, que por sua vez a recebeu com dedos e língua, com a outra mão segurou firme na perna de Mara, para assim proporcionar sua dose de dor e prazer simultâneos. Mara gemia e rebolava no rosto de Natalia, se sentindo completamente nas nuvens, mas sabia que podia ficar melhor. Ela via sua prima de cima e percebeu que Natalia estava de pernas abertas e estava incrivelmente molhada e excitada. Sendo assim, Mara se inclinou para frente, a fim de provar mais uma vez o sabor de sua doce prima. Natalia arfou entre as pernas de Mara e lhe aplicou um forte tapa, o que a fez urrar de prazer e dor ao mesmo tempo.

 

Com uma encaixada na outra, as duas sentiram juntas um prazer inigualável, Mara estava a ponto de explodir e começou a rebolar com bem mais intensidade. Natalia, percebendo a investida de Mara, colocou mais um dedo dentro em sua prima. Com movimentos mais enérgicos com os dedos e língua, Mara chegou ao ápice, convulsionando em uma avalanche de prazer.

 

Respirações alteradas, corações explodindo de prazer e conforto, as duas ainda queriam mais. Dessa forma, entrelaçaram as pernas, de modo que seus pontos sensíveis tocassem um no outro. Com uma segurando a perna da outra, começaram a se mover, friccionando uma na outra enquanto de beijavam, se mordiam e gemiam no mais profundo prazer. Sentiam a quentura uma da outra, a umidade e o pulsar de suas regiões unidas, isso as deixavam ainda mais sedentas por prazer.

 

― Mais rápido... Ahhh... Mais perto... ― Mara já estava se entregando e quase chegando ao clímax.

 

― Me bate Natalia, me bate... ― Natalia percebeu que Mara já estava pronta por ver sua prima completamente entregue.

 

Ela adorava sentir aquela sensação única de estarem conectadas, era como se suas partes especiais estivessem se beijando e se chupando. Natalia também já estava quase lá, mas ela queria dar a Mara um prazer ainda maior, dessa forma ela atendeu os pedidos de sua prima. Foi mais rápido, apertou e bateu nela de forma que Mara não aguentou e mais uma vez sentiu a sensação de libertação quando chegou no ponto mais alto do prazer.

 

                As duas estavam ofegantes, mas Mara sabia que Natalia ainda estava com vontade. Dessa forma, Mara subitamente partiu para cima de Natalia de modo que já tomou seus lábios com dois dedos encaixados nela. Natalia ficou surpresa e satisfeita com a atitude de sua prima e gemeu abafado entre os lábios de Mara.

 

                Investindo sem pena em Natalia, não demorou muito para a jovem estar gemendo mais forte e alto, indicando que já estava quase a ponto de explodir. Mara abocanhou um dos seios de Natalia e sugou com força seu bico enquanto brincava com a língua.

 

Mara sentiu seus dedos sendo espremidos dentro de Natalia devido aos espasmos da sensação arrebatadora que era ultrapassar completamente os limites do prazer e da satisfação. Ambas de deitaram abraçadas, Natalia com a cabeça no ombro de Mara, que a recebia de forma carinhosa e acolhedora.

 

― Agora sim, vejo que está melhor ― Disse Mara, enquanto acariciava os cabelos de Natalia.

 

― Você tem razão, prima. Obrigada ― Disse Natalia com o seu jeito doce.

 

 

― Me agradeça quando terminarmos, ainda nem começamos ― Mara mal finalizou sua frase e voltou a beijar Natalia, que sorriu entre os lábios de Mara já se animando para mais uma rodada avassaladora de prazer.

 

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Patrocinado por: Carlos Hermínio

A cena sexual foi editada por uma fã "feminina" dentro dos meus moldes.

Confesso: Que eu não teria experiencia o suficiente para criar uma cena a dois entre duas meninas. Mas isso está dentro do contexto. Mara e Natalia elas realmente começam a ter esse tipo de relacionamento. Não iria ter a cena na história, mas iria ser mencionado que duas tinham esse tipo de caso entre alguns pedaços que seriam percebidos por vocês leitores. "To explicando antes de alguém resolver reclamar". Agora graças a ajuda da fã, temos uma amostra real de uma cena rsrs... agradeçam a fã Anonima ^^




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