O Herdeiro do Mundo

277 - As Guardiãs

Apesar das três mulheres estarem vencendo, ainda estava complicado, o último elder vivo era Léo, e ele era muito experiente em batalha. Ele conseguiu causar um ferimento superficial em Mara com sua espada de porte médio e ainda conseguiu causar uma ferida quase fatal em Elisa, mas Elisa usou sua habilidade Inverter Imagem e desfez o dano recebido.

 

                Elas estavam conseguindo segurar até bem mesmo com isso, porém, de repente, Natalia apresentou uma fadiga súbita e ficou mais lenta durante a batalha. Um dos guardas quase conseguiu cortar a garganta da jovem, se não fosse por Elisa chegar a tempo e tirar a vida do guarda em um rápido ataque.

 

De repente Natalia desabou de vez, dormindo em pleno campo de batalha. Nesse mesmo momento o clone de Rael que estava a um bom tempo apoiando as três se desfez após consumir toda a energia direcionada a ele por Rael. A situação de Mara e Elisa ficaram muito ruins, a maré mudou tão de repente que era quase impossível de acreditar. Elas estavam vencendo facilmente e de repente dois aliados foram literalmente derrubados. O elder Léo amplificou o poder de sua espada, a cobrindo com uma energia roxa, banhou o corpo sobre algumas leis de forma a aumentar o seu poder de ataque e partiu contra as duas, certo de que agora conseguiria vitória. Com Natalia ele tinha muitas dificuldades porque ela era muito rápida, mas agora, sem a velocidade daquela garota, ele não tinha dúvidas de que as coisas ficariam mais fáceis.

 

                Enquanto Mara era mais forte e seus ataques eram mais poderosos, Natalia era mais fraca em força, porém era mais rápida e ágil. Já Elisa também era bem rápida e forte. Ela não ficava muito atrás de Mara, e sua velocidade de percepção seria quase comparada a de Natalia, mesmo sem nenhuma armadura. Elisa, ao contrário das duas jovens, tinha mais anos de vida e muito mais experiência em combate. Por isso ela tirava tantas vidas facilmente, matando um após o outro com golpes e contra-ataques fatais. Elisa não tinha dificuldades em achar pontos vitais de seus alvos, ela poderia ser comparada facilmente a uma assassina profissional.

 

                Vários outros cultivadores ao ver aquela cena correram para ajudar o elder Léo, era a chance que tinham para pôr um fim naquelas três de uma vez. Se eles matassem as três, só restaria Rael e tudo estaria resolvido e de volta no lugar. Depois disso, Romeo teria que promover mais alguns elders para a elite e, assim, muitos teriam grandes oportunidades de se tornarem realmente importantes no clã. Entusiasmados pelas possíveis melhoras de seus status, os homens iniciaram seus ataques com muito mais afinco.

 

                Do outro lado, Rael lançou suas cem lâminas banhadas a fogo. A velocidade com a qual elas partiam era quase impossível de ser esquivada, uma chuva após outra caiu em direção a Romeo, que ainda estava parado no mesmo ponto como Rael desejava.

 

                O que ocorreu a seguir fez Rael ter uma imensa surpresa. A área movediça que cercava Romeo se tornou um tipo de rede, ganhou vida e se moveu sozinha. Essa rede envolveu Romeo na parte da frente contra as lâminas. Cada lâmina penetrou a área demarcada em forma de rede e se prendeu como se acertasse uma parede blindada. As lâminas de fogo se apagaram e logo após desapareceram em contato com a barreira, como se estivessem sendo sugadas pelo poder de Romeo. Vale lembrar que a maior parte das habilidades do Caminho Iluminado, o elemento Luz, são feitas de energia pura, então elas facilmente se dissipariam.

 

― Waaaaaaaaaaaah! ― O primeiro golem rugiu, ele já estava perto de Rael e lançou um poderoso soco contra o rapaz. Rael defendeu com o braço direito e recuou uns dois metros, impressionado com a força do golem. O segundo golem começou a subir e o terceiro estava terminando de ser criado. Aparentemente, Romeo não conseguia se mover uma vez que usou essa habilidade. Com os três golens conjurados, ele tinha ataque e com o terreno ao redor, uma poderosa defesa, Rael entendeu isso rapidamente. Se Rael não usasse todas as suas habilidades para se concentrar nessa luta, ele teria graves problemas. Por isso ele nem estava olhando na direção de suas esposas.

 

― Matem Natalia! Aproveitem essa chance! ― gritou o elder Léo. Por experiência própria, ele sabia que atacar inimigos feridos era mais vantajoso, isso porque os outros se esforçariam mais para protegê-los. Os aliados baixariam as suas guardas, as vezes até tomando os ataques por seus amigos comprometidos. Natalia, de certa forma, não estava ferida, ela estava dormindo em plena rua, incapaz de fazer qualquer coisa para se defender.

 

                Mara e Elisa fizeram tudo que podiam, cercando e protegendo Natalia, mas elas acabaram se ferindo algumas vezes por estarem se esforçando demais em manter a defesa de sua companheira de batalha.

 

― Elisa, pegue sua filha e fuja. Eu os segurarei aqui. Lutar contra todos eles ao mesmo tempo e proteger Natalia será complicado, até impossível ― disse Mara e bateu a espada no ar, destruindo uma flecha de gelo. Em seguida, Mara mandou uma lavareda de fogo com a própria espada destruído duas correntes de ácido que voariam sobre Natalia. Elisa do lado mandou uma chuva de gelo contra estacas de pedras que voavam lançadas por guardas comuns. Depois saltou com a espada e bateu contra três montes de energias massivas, um após o outro, o que a fez vomitar um pouco de sangue. Mesmo os ataques não sendo muito fortes, eram constantes, fazendo as duas sofrerem um pouco devido ao desgaste.

 

― Agora eu pego vocês! ― O elder Léo surgiu usando uma técnica de ilusão, que fazia parecer que tinha três deles ao mesmo tempo. Ele fez com que cada ilusão atacasse Mara e Elisa e foi com o corpo original contra Natalia, era uma estratégia simples e eficaz. Elisa nem sequer teve tempo de tentar responder Mara, ela só pensou em salvar a sua filha.

 

― Mara, se abaixe. ― disse Elisa baixinho para Mara ― Rastro Gelado! ― Logo em seguida, depois Mara se agachar, Elisa girou a mãos estendidas em volta, soltando altas quantidades de uma energia fria. Um imenso anel de gelo cheio de pontas afiadas partiu em todas as direções, acertando as ilusões do elder e também o original. Cerca de quatro homens no décimo primeiro reino foram mortos no mesmo instante e vários outros saíram gravemente feridos. A habilidade de Elisa foi em área e circulou as duas no momento que seriam pegas, afastando assim todas as ameaças naquele momento e vários outros ataques. Mas essa vantagem teve um grande preço. Elisa caiu no chão completamente enfraquecida, ela já tinha usado muitas de suas poderosas habilidades e isso consumia muita energia. Normalmente, ela poderia consumir pílulas para se recuperar um pouco e aguentar por mais tempo, mas Rael tinha levado todos os seus pertences.

 

― Homens, aproveitem agora! Elisa não poderá mais lutar! ― Anunciou o elder com uma careta de dor, três lâminas de gelo da última habilidade de Elisa tinham acertado seu ombro direito e ele estava com dificuldade em movê-lo. As ilusões dele tinham sumido no momento em que foram acertadas pelo anel de gelo.

 

                Os homens gritaram e correram avançando para pegar Mara. Elisa tentou se levantar forçadamente, mas acabou caindo novamente no chão. Vendo que a situação era muito crítica, ela se arrastou e deitou por cima de Natalia para usar seu corpo como escudo e proteger sua filha o máximo que pudesse. Mara não pôde fazer outra coisa a não ser ficar ao lado das duas e começar a defender com todas as suas últimas forças contra os inúmeros ataques.

 

                O elder não usou suas ilusões dessa vez, vendo que Mara não estava mais aguentando. Ele partiu com sua espada na mão esquerda e se juntou aos seus homens. Mara não aguentou e recebeu um corte fundo, próximo ao ombro esquerdo, fazendo ela recuar alguns passos e deixar cair sua espada. As mãos de Mara tremiam, os homens então baixaram seus ataques contra o corpo de Elisa.

 

Zuuup! Zuuup! Zuuup! Zuuup! Zuuup!...

 

Várias lanças de gelo voaram e cada uma delas acertaram a testa de cada inimigo, a perfurando e rompendo suas defesas facilmente. Um após outro, os cultivadores caíam, e isso incluía também o elder Léo, que morreu sem nem saber como. Quando Mara se virou, uma bela mulher se aproximava, essa mulher mantinha as duas mãos estendidas para frente e um lapso de energia azul girava em suas mãos, semelhante a pequenos anéis feitos de círculos de energia. Desses anéis, estacas não paravam de ser formadas e atiradas.

 

― Keylla... ― Mara reconheceu facilmente a mulher. Mas nesse momento Mara não era capaz de sentir o nível dela, o que queria dizer que Keylla era agora um reino final. Da última vez que Mara a viu, Keylla ainda era um décimo segundo reino.

 

― Parece que eu demorei um pouco. Bem, não sou culpada, nós não tínhamos permissão para ajudar antes ― disse Keylla, parando perto de Mara. Agora com sua aparição o restante dos homens tinham recuado completamente. Mara e Keylla conheciam uma a outra, mas nunca tinham parado para trocar mais do que simples cumprimentos. Falando desse modo, mesmo que as duas tivessem um bom relacionamento com Rael, ambas não se gostavam muito. Mara sempre foi ciumenta em relação a novas pretendentes de Rael e Keylla era ainda mais.

 

                Mara foi obrigada a aceitar cada termo de Rael de mãos atadas. Keylla e Isabela eram guardiãs e antigas esposas dele, eles deveriam ficar juntos. Ela querer lutar contra isso era o mesmo que caçar briga fácil com Rael. Ele jamais a ouviria e continuaria dizendo que não tinha escolha a não ser aceitar o destino. Já com Alexia foi feito um acordo, e isso até envolveu mesmo a sua mãe. Com Rose já tinha aceitado muito antes e, atualmente, ela teve que engolir até o pacto com a matriarca Verônica. Mas ela ainda brigou um pouco por isso, porém, quanto mais ela brigava, pior ficava. Ela estava deprimida, queria muito ter um filho com Rael. Pelo menos, se ela pudesse ter um filho, poderia sentir muito mais próxima de seu amado e, de certo modo, garantir o seu lugar eternamente. Com tantas beldades surgindo uma após a outra para Rael, ela começou a se sentir inferior e se preocupava com isso. Ela brigava constantemente por seus direitos, afinal, ela era a primeira esposa, mas ela as vezes tinha medo de brigar e deixar Rael irritado o suficiente para querer se divorciar.

 

                Nesse mundo era comum um homem poderoso ter dezenas de mulheres, e o que era incomum era haver um relacionamento como Rayger e Neide, ou até mesmo um como Elisa e Romeo. Até mesmo o imperador Elidas tinha várias mulheres. Mara tinha essa consciência e por isso não ficava muito irritada, mas ainda assim era frustrante. Um dia ela se imaginou ser como a mãe e ter um homem só para ela, mas isso não era mais possível. Primeiro, Mara já tinha se entregado completamente para Rael e em segundo, ela gostava muito dele. Ela não tinha coragem de pedir divórcio, mesmo diante daquela situação, mas se ela pudesse ter um filho com o seu marido, ela sentia que tudo seria muito melhor. Um filho iria ligar os dois para sempre, pelo menos era o que ela pensava.

 

― Obrigada pela ajuda ― mesmo que Mara não gostasse dela devido ao ciúme, ainda agiu respeitosamente. Querendo ou não, Keylla acabara de salvá-las.

 

― Não fiz isso por vocês, fiz por Rael, e qualquer coisa que eu fizer é somente por ele ― Keylla disse aquilo com um sorriso de aparência gentil, mas ela claramente estava expondo o seu desgosto. Como ela não estaria insatisfeita? Ela era a guardiã de Rael e estava sendo obrigada a salvar as esposas dele! Keylla não estava satisfeita, mas mesmo assim o fez para não ver o Rael triste depois da batalha.

 

                Mara não disse nada, ela não tinha palavras para rebater qualquer ação de Keylla. Diferente de todas as outras mulheres de Rael até o momento, Keylla era a única que claramente mostrava inimizade com Mara, de modo a dizer que não a aceitava.

 

                As duas até tinham olhos parecidos, enquanto Mara tinha olhos azuis mais escuros, Keylla possuía um azul mais claro. Podia-se notar que elas tinham quase a mesma altura e até um corpo parecido, mas Keylla em termos de beleza ganhava um pouco de Mara, isso a fez se sentir superior também nesse quesito.

 

― ‘Sou mais bonita, sou mais forte, você não tem chances comigo’ ― Keylla disse isso mentalmente, vendo o silêncio de Mara. Como Keylla parecia sorrir com desdém olhando para Mara, a jovem sentiu que estava sendo zombada e, de certa forma, acertou. Mara teria ficado quieta se tivesse ouvido apenas as primeiras palavras, afinal Keylla tinha a ajudado, mas esse sorriso...

 

― Você pode até ser guardiã e esposa dele de uma vida passada, mas nessa vida eu fui a primeira esposa que ele teve. Eu fui a primeira mulher com quem ele se deitou e cheguei até mesmo a engravidar uma vez. Se eu não tivesse perdido a criança, até mesmo um filho teríamos ― disse Mara friamente em resposta ao sorriso de Keylla. Quando ela acabou de dizer, a expressão de Keylla se escureceu, o sorriso dela foi transformado em uma expressão de pura fúria. Um forte instinto assassino surgiu em Keylla.

 

                Mara não sabia, mas Keylla não podia engravidar e as palavras dela a ofenderam mais do que o comum. Se Mara soubesse, ela ainda teria dito mesmo assim e talvez até dito mais coisas para atingi-la ainda mais. Mara não tinha medo de Keylla, mesmo que a guardiã fosse bem mais poderosa que ela.

 

― Você está me desafiando, Mara? Eu ouvi que você era arrogante e possessiva, mas eu nunca tinha pensado que você seria tanto! Olhe ali ― Keylla virou-se para a direção de Rael, e naquele momento Rael estava cercado, lutando contra três golens grandes e poderosos que o cercavam de todas as direções. Rael não tinha tempo nem de piscar e olhar para elas. Se tivesse como vê-las, ele mesmo teria aparecido para ajudar antes. ― Está vendo? Rael está muito ocupado. Eu posso fazer com que um acidente inesperado ocorra aqui nesse momento que infelizmente tiraria a sua vida. Não seria trágico? Assim, eu tiraria uma das mulheres inúteis do pé do meu Rael ― disse Keylla friamente e seus olhos brilharam encarando Mara.

 

― Você nunca faria isso! Rael não iria perdoar você! ― disse Mara de volta, ligeiramente irritada com clara a ameaça de morte que recebera. Keylla não parecia estar brincando. Podia se dizer que Keylla era como a noite e Mara era como o dia, as duas definitivamente não teriam como se dar bem.

 

― Não faria? Só seria um problema para mim se ele descobrisse ― disse Keylla, lançando para Mara um sorriso sensual irônico. Naquele momento mais nenhum homem ousava se aproximar. Agora, com a morte do experiente e poderoso elder Léo e a chegada de um reino final, eles não tinham absolutamente mais nenhuma única chance de vitória. Os homens perderam o último espírito de luta, e os que sobreviveram agora estavam escondidos, alguns até tentavam se fingir de mortos em meio aos outros.

 

― Então me mate, se tiver coragem. Mesmo que você seja a esposa dele de outra vida, nessa ele ainda foi o meu primeiro marido e eu, a sua primeira esposa. Sendo assim, nessa vida, é a mim que ele pertence. Não importa o que você faça, ele ainda continuará comigo. Eu vou aceitar você porque não tenho outra escolha, isso é apenas porque você é guardiã dele ― respondeu Mara indiferentemente. Mara não mostrou nem um pingo de medo de Keylla.

 

― Você só está dizendo isso porque ela está aqui. Se ela não tivesse por perto você jamais me desafiaria, garotinha fraca! ― Keylla se tremia enquanto respondia Mara e tentava conter seu instinto assassino. O desejo de matar Mara naquele instante era imenso. De repente, um vulto rápido dançou e um vento soprou as roupas de Mara e Keylla simultaneamente. Quando Keylla se virou para ver o que era, um espelho surgiu em sua frente e Keylla viu seu próprio reflexo.

 

― Isabela, você...! ― antes que Keylla pudesse reclamar, Isabela guardou o espelho. Ela tinha acabado de aparecer e encontrou as duas naquela situação.

 

― Isabela...! ― Mara foi surpreendida e nem chegou a perceber o que tinha ocorrido mas, nesse momento, Keylla parecia um pouco atordoada. Aquela expressão fria e com fortes desejos assassinos agora tinham desaparecido, dando espaço para uma expressão comum e quase aflita. Keylla olhou em volta, como se tivesse tentando entender o que estava acontecendo. Ela parecia ter perdido a memória bem diante de Mara.

 

― Keylla, você deve proteger Mara, Natalia e Elisa. Você fica aqui e protege as duas, enquanto eu vou ajudar Rael ― disse Isabela, olhando o jovem lutando no céu. Nesse momento só havia dois golens, um deles já tinha sido destruído.

 

― Espere, o que o que aconteceu com ela? ― Mara perguntou confusa.

 

― Mara, por favor, não implique com a gente. Nós não temos compaixão por nenhuma outra pessoa além do nosso Rael. Eu ajudei você agora, mas é bom que você se lembre disso: Quando ela voltar, vai estar ainda mais furiosa.

 

― Quando ela voltar?... ― Mara olhou confusa para Keylla e depois para Isabela. Keylla agora não tinha coragem nem para olhar no rosto de Mara. Obviamente, a mudança de personalidade era muito evidente.

 

― Você não precisa saber os detalhes. Além disso, depois ela brigaria comigo. Por enquanto, explique a ela o que está acontecendo. Eu vou ajudar Rael ― disse Isabela levantando voo e liberando uma majestosa aura vermelha fogo.

 

― Keylla, você está se fingindo de boba? ― Mara perguntou com uma expressão fechada para a mulher que agora tinha aparência assustada. Ela quase se tremeu diante de Mara.

 

― Mara, desculpe! Eu não sei o que está acontecendo. Eu acabei de despertar! Desculpe, desculpe... Eu não quis ofender você. Se eu disse algumas coisas antes, me desculpe ― Keylla até mesmo reverenciou Mara, visivelmente nervosa. Ela quase gaguejava de tão ansiosa que tinha ficado, isso obviamente causou muita confusão na cabeça de Mara.

 

                Do outro lado, Rael com o braço direito completamente em chamas destruiu o segundo golem de lama. Rael tinha descoberto que os golens eram fracos contra fogo. O terceiro golem que de repente iria se mover contra Rael foi explodido de dentro para fora por uma imensa energia de fogo. Isabela então surgiu diante de Rael e Romeo.

 

                Quando Romeo viu aquela bela mulher de cabelos dourados e brilhantes como ouro, a reconheceu no mesmo instante:

 

 

― Isabela! ― disse Rael surpreso.

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Capítulo patrocinado por: Marcos Vinicius Mota Kliemann