O Herdeiro do Mundo

267 - O Movimento Lá Fora

Dessa vez Rael estava sozinho no vulcão. As meninas ainda não voltaram porque precisavam se focar no treinamento de técnicas com seus mestres. Neide não veio para estar o marido no clã e vigiar de perto os movimentos de Romeo e Elisa. Podia-se dizer que era um momento crítico.

 

 

Decidiu-se que seria melhor Isabela não saber por enquanto. Embora ela estivesse controlada e tinha ciência de seu lugar ser ao lado do Herdeiro, ninguém sabia o que ela poderia fazer. Rael queria mais alguns dias para se fortalecer antes de encarar a parte final de sua vingança.

 

                Rael estava de olhos fechados, sentado em uma rocha encostada a parede com lava até o pescoço enquanto cultivava freneticamente. Ele pediu para que Violeta mandasse um chamado pelo anel em sete dias. Antes disso, ele não queria ser incomodado por ninguém, a não ser que fosse extremamente importante. Por isso ele passou um tempo mandando um aviso a todos que, se não fosse por um assunto muito importante, não o incomodassem.

 

Se algo mudasse em relação ao grupo de Isabela, Rayger e Neide deveriam agir e evitar as mortes dos mesmos. Rael também tinha mandando um chamado para Verônica, preparando a data que faria sua investida.

 

                O cultivo de Rael estava muitas vezes mais rápido devido a pílula, e ele agora poderia cultivar diretamente dentro da lava. A energia dentro da lava era quase três vezes maior que por fora e por isso ele estava passando quase 1 nível a cada 12 horas. Colocando dessa forma, era plenamente possível que ele conseguisse atingir o 11ª reino em menos de uma semana.

 

― ‘Minhas vitória já não será tão difícil, mas se eu alcançar esse nível a luta será muito mais fácil.’

 

                Rael se manteve concentrado, cultivando incessantemente. A cada momento, o magma em volta dele parecia que ia ficando mais frio. A energia dentro da lava era tão pura que fazia as veias espirituais do corpo de Rael trabalharem muito mais rápido, ele podia sentir sua cultivação melhorando a cada momento que permanecia dentro do vulcão.

 

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                Enquanto Rael cultivava, o mundo se movia...

 

No castelo Grinfem, tudo parecia está na mais perfeita paz. O imperador Elidas era a cada dia mais sorrisos, o resultado do torneio não podia ter sido melhor. Dias atrás, ele não parou de receber informações dos clãs mais fortes que a cada momento enfraqueciam mais, perdendo novos elders. Cada enfraquecimento era comemorado pelo imperador, que brindava às escondidas com suas duas filhas e seu general principal de estratégia.

 

Elidas também recebeu uma visita pessoal da matriarca Verônica, a mesma garantiu que agora iria apoiar completamente Rael e disse que se o imperador tivesse uma ideia que o deixasse em uma posição ainda melhor dissesse, que ela ouviria e apoiaria. Tendo o apoio do único clã que havia ficado mais forte no fim, ele não podia está mais feliz. O humor do imperador tinha melhorado em muito nos últimos dias, até Alana estava satisfeita por ver seu pai tão feliz.

 

Os dois príncipes ainda estavam pelo mundo em suas barcas voadoras, não ousando voltar pra casa. Agora que eles conheciam o poder de Rael, morriam de medo apenas em pensar em voltar. Eles teriam que voltar um dia, mas no momento estavam em estado de recuperação.

 

Anita e Alana estavam comendo um lanche casual na mesa do salão real do castelo. Era uma mesa grande e espaçosa, que deveria ser ocupada apenas pela família real. Naquele momento, somente as duas se faziam presente. Tinha alguns guardas, mas esses ficavam bem afastados nos cantos extremos do salão apenas para manter vigia básica sem incomodar as demais.

 

― Anita, você me pediu ajuda nos assuntos governamentais, mas você a todo o momento foge das explicações. Como acha que vai estar preparada quando for a hora de assumir o trono? ― Alana estava um pouco chateada com isso. Dias atrás, Anita dividiu alguns segredos e pediu que a irmã a ensinasse sobre governar ou desse algumas dicas.

 

― Você quer passar o dia inteiro falando apenas sobre um tratado idiota, a vida não é só trabalho, irmã. Eu gosto de ouvir música, beber e caminhar pelo jardim. E tudo isso sem esquecer os momentos de cultivo ― reclamou Anita, como se lembrasse de uma conversa extremamente enjoada. Ela até chegou a fazer uma careta.

 

                No início ela teve mesmo vontade em aprender, mas conforme Alana explicava, a cabeça dela começou a dar um nó, e chegou em um ponto que a irmã falava, falava e ela não mais entendia. A parti desse ponto, ela começou a fugir da irmã, fingindo que daria um tempo assim que pudesse para ouvir o resto.

 

Anita percebeu que ela não tinha essa natureza de querer governar, apostar com a irmã para ficar com Rael foi simplesmente uma desculpa esfarrapada para conseguir um bom e bonito marido e não ser mais incomodada. Ela só queria curtir e seguir com a vida. Se nasceu princesa, por que ela não tinha o direito de usufruir de seu status ? O problema era que sua maior diversão recém descoberta não estava disponível no momento. Quando ela pensava em Rael, seu corpo começava a entrar em chamas se lembrando da lua de mel.

 

― Tratado idiota? Você não entende mesmo! Eu não sei como vai funcionar para você e Samuel quando governarem. Você e ele parecem não preocupar para a parte mais importante. Se querem ter o direito de assumir o trono, pelo menos deveriam se esforçar um pouco mais!

 

― Irmã, eu tenho você, e você vai me ajudar a cuidar dos assuntos mais importantes. Além disso, tem todos os conselheiros que já cuidam da maior parte dos problemas, lembra? Eu só preciso saber o básico ― disse Anita sem se importar enquanto comia um delicioso pedaço de bolo de morango. Alana ficou um pouco furiosa, mas não tinha o que fazer. Sua irmã era preguiçosa, mas pelo menos não era má pessoa. Se Anita iria deixá-la cuidar de alguns assuntos, então não seria tão ruim, mesmo que fosse injusto.

 

― ‘Eu é que deveria ter me casado com ele!’ ― Alana suspirou pensando. Não que ela necessariamente quisesse Rael, a verdade é que ela queria tomar conta do império. Ela não tinha mais raiva do seu pai pelo o que ele fez, ela sabia que se seu pai não tivesse feito essas escolhas, o império poderia ser arruinado a qualquer momento pelas grandes família.

 

― ‘Por que tudo gira em torno daquele rapaz?’ ― Alana tinha feito essa pergunta varias vezes a si mesma em diversas situações. Até a irmã que tinha se casado por interesse, quando falava no jovem ruivo e sobre a lua de mel que tiveram, ela era tão animada que parecia estar contando partes de um sonho maravilhoso. Dizer que a primeira vez era doloroso para uma mulher parecia ser mentira, ouvindo da própria boca dela.

 

                Mas o que ela estava mais impressionada era a força do rapaz exibida no torneio. Aquilo foi mostrado diante de todos. O jovem Samuel era muito misterioso e sua força não havia igual em todo o império. Alana pensou que se casar com alguém assim para assegurar o império não seria mesmo uma má escolha. Só era uma pena essa pessoa não ser ela. Ela não ligava para as histórias que a irmã contava, pois ela achava que a irmã estava aumentando essas histórias para causar inveja nela.

 

― ‘Homens são seres brutos. Não ter como ele ter tratado minha irmã tão bem assim’ ― assim ela pensava e por isso não acreditava.

 

― O que foi? Voc... ― Quando Anita estava prestes a dizer algo, fez uma careta. Ela fez menção de sentir vontade de vomitar e segurou a mão na boca correndo.

 

― Irmã real...? ― Alana se levantou vendo a irmã correr para o corredor. Anita tentou achar um banheiro, mas não teve tempo. Acabou vomitando no próprio corredor enquanto agachava metade do corpo e segurava os longos cabelos loiros. A irmã parou do lado para ajudar e alguns guardas preocupados se aproximaram rapidamente.

 

― Princesa Anita! Princesa Alana! ― O primeiro guarda apareceu preocupado.

 

― Chamem um médico urgente ― disse Alana, ajudando a irmã enquanto apoiava as costas e segurava o braço dela. O guarda acenou e saiu correndo apressado no mesmo instante, sumindo em uma escadaria.

 

― É a segunda vez nessa semana que tenho uma sensação ruim de repente. Isso nunca aconteceu antes ― disse Anita, controlando a respiração e ainda se sentindo um pouco mal.

 

― Eu acho que sei por que você está passando mal... ― disse Alana, depois de pensar um pouco.

 

― Por quê, irmã? ― perguntou Anita, se virando para a mesma do lado enquanto recuperava a compostura.

 

― Você deve estar grávida ― disse a irmã, sem muita surpresa. Anita pareceu não ouvir, mas quando ela entendeu abriu um sorriso radiante.

 

― Irmã, isso é verdade? Aiin! Eu não acredito! ― Anita começou a saltitar de alegria e esqueceu que há pouco estava vomitando. Isso fez ela formar uma careta e voltou a se agachar para vomitar um pouco mais. Alana deu risada e continuou ajudando ela.

 

― Quando Samuel souber que eu fiquei grávida, ele ficará muito feliz e até virá me ver ― disse Anita sorrindo, mesmo depois de levantar a cabeça. Em meio a sorrisos, ela ainda formava algumas caretas. Mas ela se lembrou de não poder incomodar o mesmo por alguns dias conforme ele havia pedido.

 

― Espere o médico confirmar. Isso foi apenas um palpite meu, ainda pode ser um simples mau estar ― acrescentou Alana. Mesmo assim Anita continuou feliz. Ela mal via a hora de confirmar isso para contar ao pai e logo após a Rael. Quando o pai soubesse, ele ficaria tão feliz que poderia entregar de imediato o império ao casal e cumprir o acordo feito antes.

 

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                No Continente Norte, um esquadrão com cerca de 900 cultivadores no reino final havia se formado. Eles estavam todos em formação de filas e tomavam uma grande parte do pátio do castelo de Nero. Todos esses cultivadores estavam pelo menos em níveis intermediários acima. Nero, o imperador, estava em frente ao grupo com um tipo de dispositivo vermelho em mãos, que tinha um monitor mostrando na pequena tela escura as paisagens locais. Um outro homem mais velho dava instruções a Nero.

 

― Aqui. O ponto verde é onde está a aura de sua filha. Pelos meus cálculos, ela está no Continente Sul ― disse o homem com cuidado. Nero estava com uma expressão fria e furioso até o fundo de sua alma. Sob o seu nariz, alguém tinha invadido seu castelo e tomado sua filha, seu mais precioso tesouro, que ele tinha cuidado com tanto carinho por tantos anos. Ninguém sabia explicar como, no dia, nenhuma das barreiras foi desativada e nem mesmo os selos. Sua linda filha tão linda quanto uma fada, havia sido levada por alguém misteriosamente.

 

                Usando o Pilar das almas, ele poderia interligar a aura dela através desse pequeno monitor. Esse monitor era capaz de sentir a aura de Nastácia. Enquanto ela estivesse ligada ao pilar da alma, Nero sempre poderia achá-la. Só dava para saber que ela estava viva, Nero não podia imaginar se ela teria sido tocada. Mas, considerando o quanto sua filha era linda e irresistível, ele imaginou que o homem por trás do atentado nesse mesmo momento estaria se aproveitando dela de todas as maneiras possíveis.

 

― Eu vou matar um milhão de vezes a pessoa que ousou sequestrá-la. Se ela tiver sido tocada, então eu destruirei todo o Continente Sul! ― Nero dizia com palavras tão frias que fez vários ali próximos tremerem. Nero tinha um forte instinto assassino. Ele era o homem mais poderoso no Continente Norte. Desde há vários anos ele já estava mais do que consolidado no reino final.

 

― Se o sinal ficar fraco, o senhor só precisa acrescentar um pouco mais de sua aura e o Sensor da Alma volta a funcionar com sua força total ― explicou o velho do lado. Ele fez isso propositalmente para mudar um pouco os pensamentos de Nero. Da última vez que ele ficou furioso, três homens foram mortos deliberadamente. Nero ficou olhando o dispositivo em mãos e respirou se acalmando, ele se lembrou que esse dispositivo era raro e que se ele o quebrasse, outro só poderia ser construído em um mês. Ele não aguentaria ficar sem sua filha por mais um mês.

 

                Nero estava enfurecido até o fundo da alma. Todos no Continente Norte conhecem seu poder, todos sabem que Nastácia é o seu mais precioso bem. Ele não entendia o que alguém tão estúpido tinha na cabeça para levá-la embora. Na verdade, ele estava levando esse grande número de reinos finais para destruir o Continente Sul independentemente, a fúria dele não poderia ser contida.

 

― ‘Eu deixei que aqueles insetos viverem até hoje porque nunca pensei que em algum dia eles tivessem coragem de cometer tal ato. Agora eu não vou mais perdoá-los!’

 

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                Voltando ao Continente Sul, havia um prédio de três andares que era uma prisão onde todos os traidores ou condenados do clã Torres aguardavam pela sentença. Dentro dessa prisão, em uma das muitas celas, estava um pequeno grupo, duas belas mulheres e um rapaz, todos no 7ª reino. No centro, separado dos outros em uma cadeira de aço estava sentado Bryam, amarrado e forçado a ficar ali, todos usavam Coleiras de Controle em seus pescoços para conterem qualquer reação que pudessem ter de fugir. Bryam era o único no centro, as outras duas meninas tinham ficado sentadas lado a lado no fundo da parede. Elas não podiam fazer nada, a não ser esperar o que os homens do clã Torres planejavam.

 

                Uma figura bem vestida e orgulhosa entrou no vão da cela, junto a um outro guarda. Romeo estava ao lado de um guarda que segurava um copo de metal, contendo um estranho líquido amarelo que parecia ser chá. Um estranho cheiro de álcool misturado soprava pelo ambiente.

 

― Faça-o beber agora ― Romeo ficou encarando com as mãos nas costas e o guarda avançou a frente. Bryam não teve como resistir, ele foi forçado a ingerir o líquido, mesmo tossindo e tentando cuspir.

 

― São apenas alguns segundos para fazer efeito, agora você me contará tudo ― disse Romeo aguardando o resultado pacientemente.

 

                O corpo de Bryam tremeu por alguns instantes e Luana chegou a gritar e se levantar preocupada, mas sob o olhar agressivo dos guardas atrás de Romeo, ela logo voltou a se encolher ao lado de Sofia. As duas estavam com muito medo, principalmente porque se em dez dias Isabela não aparecesse, Romeo disse que os guardas poderiam fazer o que quisesse com elas. Mas, por enquanto, elas seriam apenas reféns. Caso Isabela se entregasse, Romeo pretendia deixar eles irem como um meio de negociação com Isabela para ela aceitar seu lugar no clã e se tornar mais obediente. Romeo era esperto, e por isso ele queria manter suas moedas de troca intocáveis.

 

                Os olhos de Bryam brilharam e em seguida voltaram ao normal, então ele levantou a cabeça a frente. O guarda tinha se afastado e quem estava parado agora era Romeo a frente dele.

 

― Você está pronto para me responder as perguntas? ― perguntou Romeo.

 

― Estou. ― disse Bryam com uma voz que mais parecia a de um zombie. Agora que ele tinha ingerido a mistura de erva Ilusa, estava completamente no controle de Romeo. O mesmo método que Samara tentou utilizar em Rael e não funcionou.

 

― Onde Isabela está? ― perguntou Romeo.

 

― Eu não sei ― disse Bryam no mesmo tom e Romeo mordeu os lábios com raiva.

 

― Qual foi a última vez que a viu?

 

― Na Vila da Sereia, com o mestre Verom. ― explicou o rapaz. Romeo suspirou um pouco irritado, aparentemente Bryam não tinha informações extras. Porque Verom já tinha sido morto e Isabela se separado dele há muito tempo.

 

― Luana e Sofia poderiam saber o paradeiro dela melhor que você? ― Romeo perguntou.

 

― Não. ― respondeu Bryam no mesmo tom arrastado. Nesse momento, Bryam estava completamente no controle de Romeo.

 

― Existe alguém que possa saber o paradeiro de Isabela?

 

― Sim. ― respondeu Bryam e Romeo finalmente abriu um sorriso.

 

― Quem é essa pessoa? ― perguntou Romeo, seu corpo começou a tremer de hesitação.

 

― Samuel Raymonde. ― disse Bryam. Romeo, que estava quase saltando de ansiedade, parou de repente ao ouvir isso. Ele pensou até que ouviu errado.

 

― Você disse Samuel Raymonde? Qual é a relação de Samuel Raymonde e Isabela? ― perguntou Romeo, já formando um tom frio.

 

― Eles são namorados. ― disse Bryam.

 

― O quê?! Impossível! Esse jovem está mesmo ousando entrar em meu caminho? ― Romeo apertava os punhos com tanta força que suas unhas machucavam sua pele. Ele não pensou nem por um momento que justamente Rael, seu genro, poderia estar com Isabela. Bryam não disse que ele estava, apenas disse que poderia saber, mas era o suficiente para Romeo entender que ela só poderia estar com o jovem.

 

― Rael e Isabela ficaram juntos várias vezes? ― Romeo ainda se tremia. Ele tinha ouvido boatos de que Isabela era uma mulher indomável e que colocava todos os homens para correr, mas ele nunca tinha ouvido que ela tinha um caso com Rael.

 

― Sim. ― disse Bryam. Isso deixou Romeo espumando de ódio. A mulher que ele tanto procurava foi tomada por um moleque, um simples jovem que ele não tinha colocado os olhos antes.

 

― Então você ousou mesmo entrar no meu caminho descaradamente, Samuel. Agora você não me deixa escolha a não ser fazer você abrir o jogo ― disse Romeo se virando de costas. As meninas que tinham acompanhado tudo ficaram na parede assustadas sem ousar se mexer. Bryam ficou ali, ainda em estado de hipnose, esperando receber novas ordens que não viriam mais. Os guardas saíram e a cela foi novamente fechada. Havia três guardas com Romeo.

 

― Escutem, homens: Vocês não devem falar nada com ninguém do que ouviram aqui. Samuel é um traidor, mas eu ainda preciso pegar Neide e Rayger antes dele. Portanto, vocês ficarão em absoluto silêncio! ― após dizer isso, Romeo se virou sem esperar respostas. Todos os três o reverenciaram prontos para obedecer.

 

 

(Nota: Pessoal, eu confundi erva Ilusa com a Erva Alada Brilhante ao longo da história. Alada Brilhante é a fraqueza das Violadoras, enquanto a Ilusa, como o próprio nome sugere, causa ilusão e controla a pessoa que a ingeriu junto com alguma bebida alcoólica. Eu já fiz algumas correções durante alguns capítulos, mas não sei se os corrigi de todo. Casos vocês encontrem esse erro, me avisem ^^)

 

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Capítulo patrocinado por: Vitor Araujo Lima