O Herdeiro do Mundo

254 - Nastácia e Rael

A pergunta de Nastácia causou estranheza em Rael. Rael fez uma expressão confusa enquanto continuava olhando a bela jovem a frente. Não havia como ele confundir essa bela jovem, era impossível. Apenas o tom de seus belos cabelos seriam o suficiente para ele gravar ela eternamente em suas mais profundas memórias.

 

― Sou eu, Samuel. Quando você esteve no Continente Sul, fui eu que protegi e cuidei de você. Está lembrada? Eu até levei você para a minha casa ― disse Rael.

 

― Continente Sul? Você disse que se chamava Samuel, não foi? Eu adoraria ter estado no Continente Sul ou em qualquer lugar além desse castelo, mas eu nunca estive. Você está se enganando ― disse a princesa em um tom sério.

 

― Enganando? Eu nunca me enganaria. Se lembra do nome Andréa? Nós te demos esse nome ― disse Rael, tomando coragem e se sentando ao lado da princesa.

 

                Nastácia não acreditava que Rael era louco o bastante para invadir seu quarto, tocar nela e ainda se sentar ao lado dela. Se Nero descobrisse isso, ela não podia nem sequer imaginar o que pai dela faria com aquele jovem.

 

― Olha, moço... Samuel, meu pai não é um imperador muito gentil. Acho melhor você ficar longe de mim... ― disse ela Quase se tremendo. Ela mesma saiu de perto de Rael se levantando. Não era por medo dele, estranhamente ela confiava em Rael, mas ela temia pelo que provavelmente iriam fazer com ele se o descobrissem naquele lugar.

 

                A princesa nunca havia visto jovens antes desde quando se recordava, o máximo que vira foram pessoas adultas. Então, ao ver Rael a deixou com o coração quente. Rael era um jovem muito bonito e atraente. Rael facilmente balançava o coração de uma mulher, ainda mais de uma que não estava acostumada com jovens bonitos.

 

― Você se esqueceu de novo? ― Rael perguntou achando isso estranho enquanto se levantava em seguida.

 

― Me esqueci do quê? ― ela perguntou ali parada em pé.

 

― Quando nos encontramos pela primeira vez, você também estava sem suas memórias, e não se lembrava do próprio nome. Foi por isso que te nomeamos Andréa. Somente depois que eu descobri que você era uma princesa neste continente. Então, tempos atrás, você desapareceu sem deixar rastros, quase que da mesma maneira que surgira.

 

― Samuel, eu sinto dizer, mas não podia ser eu. Eu nunca saí dos olhos do meu pai. Sempre sou mantida nesse quarto. Nas raras vezes que eu saio, é apenas para alguma parte do castelo, e sob a escolta pessoal do meu próprio pai ― explicou a princesa.

 

― Não, você apenas não se lembra... ― disse Rael pensativo. Se ela não se lembrava, o que ele poderia fazer para ajudá-la a recordar?

 

― Posso perguntar como você conseguiu entrar no meu quarto? Há varias barreiras espalhadas e muitos guardas por toda a parte ― de repente, Nastácia pareceu se acalmar um pouco e fez a pergunta que tanto queria fazer depois de saber um pouco sobre aquele jovem. Rael não parecia estar mentindo sobre ela, embora ela tivesse certeza em seu coração que nunca o viu anteriormente. Outra coisa que ela pensou de Rael era que ele não era um jovem simples, conseguir driblar todas as fortes defesas de seu pai tão facilmente não era comum. Por último, ela não pensou que Rael fosse uma má pessoa. Por sua falta de experiência com o mundo exterior ela sequer tinha experiência para saber esse tipo de coisa, mas sentia que ele não a faria mal. Ela era como uma menina inocente no corpo de uma mulher quase completa.

 

― Usei as minhas habilidades, não foi nada complicado. Se você estivesse lembrada saberia algumas. Afinal, você já salvou a minha vida ― disse Rael, se lembrando que ela matou Arthur para a sua proteção.

 

― Samuel, isso não aconteceu. Eu já disse a você que sou um tipo de prisioneira aqui. Seja lá quem você for, está enganado ao meu respeito e te aconselho a fugir o quanto antes. Se meu pai apenas sonhar que você entrou aqui, ele te mata impiedosamente.

 

― Eu não tenho medo de seu pai, nem de ninguém daqui. Eu vim levar você de volta. Você virá comigo para o Continente Sul, de onde não deveria mais ter saído ― disse Rael em um tom firme.

 

― E você consegue me tirar daqui? ― Naquele momento o coração de Nastácia voltou a pulsar forte. Ela nunca pensou que poderia fugir das garras de seu pai, mas de repente um jovem que conseguiu passar facilmente por todas as defesas estava diante dela. E não apenas isso, ele afirmava conhecê-la e parecia estar disposto a levá-la consigo. E ele não parecia temer o poder de seu pai. Mesmo que ela não conhecesse Rael, ela estaria disposta a ir com ele, se pudessem mesmo fugir com vida.

 

― Bom, depois do nosso último encontro eu fiquei mais forte e consegui novas habilidades. Eu... ― Rael percebeu que ela continuava não lembrando dele. Andréa agora parecia diferente da mulher que esteve com ele no Continente Sul. Embora ela fosse idêntica a primeira vista, seu olhar era muito mais atencioso e corria Rael com muito mais vida, contrastando em muito com aquele tom sério costumeiro que ela mantinha, essa moça tinha um olhar mais curioso e mais vivo, como se carregasse bastante expectativas sobre tudo.

 

― Pelo jeito você não se lembra mesmo... ― disse Rael acalmando um pouco suas próprias emoções, porque ele queria dizer que estava mais forte para a mulher que o salvou.

 

― Eu não lembro... mas se você puder me tirar daqui, talvez eu possa fazer um esforço para tentar me lembrar ― embora Nastácia continuasse acreditando que Rael podia estar mesmo a confundido, ela disse isso para não desanimar o jovem. Depois da fuga, ela poderia pensar em outra desculpa ou apenas poderia continuar ignorante, dizendo que não se lembrava enquanto ganharia cada vez mais tempo. Ela não era muito inteligente, mas queria fugir dessa prisão a qualquer custo.

 

                Rael se lembrou que suas esposas guardiãs recordaram algumas memórias perdidas quando foram beijadas. Pensando nisso, ele avançou segurando a princesa, que foi surpreendida com a brusca ação de Rael.

 

― Acho que há um jeito de você se lembrar de mim ― disse Rael e, sem dizer mais nada, segurou o rosto da moça, fechou os olhos e a beijou. Os lábios de Rael facilmente cobriram os da jovem atrapalhada e surpresa. Ela tentou fugir ou evitar o beijo, mas não teve tempo e acabou contida. Até porque Rael segurou as costas dela e o rosto para ela não fugir. Rael fez isso porque sabia que sem lembranças ela com certeza tentaria escapar dele.

 

                No começo ela estremecia sem reação enquanto Rael trabalhava os lábios sozinhos. Ele apertava os seus próprios lábios contra os lábios macios dela, mas ela não tinha qualquer reação. Os lábios dela estavam apertados e rígidos, sem dar qualquer sinal que fosse cooperar com aquele beijo repentino. Rael até se esforçou um pouco para ver se ela se acalmava e entrava no clima, mas não teve jeito, o beijo não teve qualquer avanço. Rael, mesmo não conseguindo, tentou empurrar sua língua para dentro da boca dela, mas ela não permitiu. Além de estar rígida, ela não parava de se tremer. Rael podia sentir tanto o nervosismo dela, como o coração da mesma disparado sem controle no peito. Ele pôde sentir isso facilmente por estar com uma mão nas costas dela.

 

― Princesa, fique calma. Você está muito nervosa. Afinal o que há de errado? ― perguntou Rael dando um pouco de espaço a ela. A jovem a frente estava totalmente corada e tremula, agora que Rael deu espaço ela o olhava com olhos arregalados e se tremia. A princesa parecia agora como um animal indefeso olhando para seu predador.

 

― V-vo-voc-cê... m-me... m-me...b-be-beij-j-jou...! ― Nastácia mal conseguia falar.

 

― Sim, eu te beijei para ver se você se lembrava de mim. Fizemos isso muitas vezes, então isso poderia ajudar você a se lembrar de mim ― explicou Rael, que continuava completamente calmo. Um enorme contraste comparado a princesa nervosa e ruborizada.

 

― Na-não... eu-eun-nunca... nunca beij-jeinin-ninguém antes ― a princesa continuava trêmula como uma menina que tinha acabado de ter seu primeiro beijo. Apesar da princesa não ter nenhuma experiência nessa área, ela ainda ouviu algumas coisas de uma das servas que contava suas experiências em segredo para a princesa. Então a mesma sabia até mesmo um pouco sobre sexo e sobre homens terem corpos diferentes das mulheres. Se comparado com Rael da sua época de inocência, a princesa ainda era um gênio, mesmo sendo inocente.

 

― Ok. Vamos tentar de novo, mas dessa vez tente acompanhar, tudo bem? ― disse Rael que apesar de achar o comportamento dela estranho não desistiu.

 

― Nã...! ― Ela bem que tentou lutar, mas teve seus lábios mais uma vez tomados. Como Rael segurava a cabeça dela por trás, a princesa mal conseguia se mover direito para fugir da investida.

 

                Rael podia sentir os lábios macios da jovem, mas como ela não os trabalhava, não estava sendo tão bom quanto deveria. Ele ainda fez um esforço e chegou a movimentar o rosto. Ele abriu os olhos para ver os olhos arregalados e assustados dela o encarando de volta. Ele percebeu que ela estava ainda mais nervosa, e por isso a soltou.

 

― Princesa, assim não dá. Você precisa tentar me acompanhar ― reclamou Rael segundos depois de liberar ela.

 

― M-m-me-me-meb-b-be-beijou den-novo...! ― ela disse, levando sua mão direita a própria boca. Nas duas vezes Rael forçou a língua dele na boca dela, mas não teve resultado. Ela mantinha os dentes bem apertados, assim como seus doces lábios. Dessa forma, Rael não conseguia fazer aquilo direito.

 

― Princesa, escute, eu conheço pessoas que tiveram memórias esquecidas e se lembraram durante o beijo. Você precisa mover os lábios comigo e me beijar de verdade. Nós já fizemos isso muitas vezes, você só está esquecida ― explicou Rael.

 

                A princesa continuava atônita, corada, trêmula e ainda gaguejava enquanto falava.

 

― S-sed-descobrirem que v-vo-você fez tudo isso co-comigo... É-é melhor você f-fugir...sim! V-você precisa f-fugir agora! ― ela disse e tentou sair de lado, mas Rael a segurou. A princesa estava tão atrapalhada que até esqueceu a ideia de fugir com ele.

 

― Eu não preciso fugir. No momento que eu quiser, eu posso desaparecer desse lugar. Não precisa se preocupar comigo ― explicou Rael.

 

― Se me-meu pai s-souber... sou-souber que vo-você fez essas coisas comigo...Ele te m-mata... ― disse ela, ainda nervosa. A princesa tinha acabado de ter seu primeiro beijo basicamente forçada, ela não estava conseguindo se recompor.

 

― Você se esqueceu mesmo de tudo o que posso fazer? Você não lembra mesmo de nada? ― insistiu Rael.

 

― Eu-eu já te disse v-várias vezes, eu nunca sai d-desse castelo. É aqui onde passo a maior parte da minha vida, m-meu pai não me deixa sair, ele não me d-deixa nem s-sequer ver outra pessoa ― disse a jovem, aparentando um pouco mais de calma, mas ainda estava com uma mão na boca, como se fosse uma defesa para Rael não tomá-la novamente.

 

― Princesa, você precisa confiar em mim. Eu estive com você e posso provar. Na sua barriga, um pouco embaixo do umbigo, você tem uma pequena marca vermelha na pele, aparentando ser uma meia lua. E tenho que dizer, essa marquinha fica linda em você ― disse Rael, se lembrando dela nua. A memória de Rael era muito boa quando se tratava de detalhes como esse.

 

                A explicação de Rael fez a princesa ficar ainda mais vermelha. Ela rapidamente levou as duas mãos para o local na barriga onde parecia ter a marca por baixo do vestido prateado. Mesmo que Rael não estivesse vendo agora, ela a cobriu com as mãos, e seus olhos estavam ainda mais surpresos.

 

― Eu já vi você nua de cima abaixo, não há motivos para você ficar tão surpresa. Agora eu me pergunto como estão retirando suas memórias desse jeito... ― disse Rael e olhou em volta.

 

― M-mi-minhas mem-mórias?! ― a princesa, mesmo impressionada com as palavras de Rael, começou a acreditar um pouco nele. Podia ser loucura, mas ninguém jamais saberia dessa marca dela, a não ser uma das servas ou o seu próprio pai. Não tinha como aquele rapaz descobrir, e ele descrever tal coisa com tamanha precisão a fez ficar impressionada.

 

― Sim, princesa. Você fugiu do seu pai e foi para o Continente Sul, mas acontece que em algum momento você ficou sem memórias, e foi quando eu te encontrei. Você passou um tempo comigo, 15 dias para ser mais exato, e depois partiu após me salvar da morte eminente. Agora você está de volta, em casa e sem memórias de novo ― disse Rael.

 

― E por que eu não me lembro disso tudo? Por que meu pai nunca reclamou de nada sobre isso? Se eu tivesse fugido e voltado, ele teria me dito algo ― mesmo com Rael afirmando que ela fugiu e tudo o mais, ela ainda não tinha total certeza que aconteceu. O fato é que se houvesse uma chance ela com certeza fugiria, como estava pensando agora. Ela começou a pensar que talvez houvesse mesmo fugido e que seu pai tinha apagado essa memória dela para que ela não soubesse como fez. Se isso fosse verdade, poderia ser o caso. O coração dela balançou mais forte no peito enquanto olhava para o jovem a frente. Se o que ele dizia era verdade, então ela havia se envolvido amorosamente com um jovem normal? Ela tinha mesmo feito isso? Como uma princesa presa sob as correntes do pai, se ela tivesse a chance de provar do mundo, ela com certeza teria feito e também concordou consigo mesma que poderia ser real. As histórias e experiências que aquela serva contava de seus casos amorosos sempre mexiam com a curiosidade de Nastácia. A princesa no entanto sabia que nunca poderia ter essas coisas se continuasse com o seu rigoroso pai.

 

― Princesa, me beije. Me beije de verdade, como fazíamos antes. Se você fizer isso, poderá se lembrar de tudo ― disse Rael voltando para a frente dela.

 

― B-beijar você? V-você diz... m-mexer os lábios? ― ela perguntou enquanto voltava a ficar nervosa. Se houvesse mesmo uma chance de tudo aquilo ser verdade, ela certamente tentaria.

 

― Nós já fizemos isso dezenas de vezes, apenas tente me acompanhar e talvez suas memórias retornem ― disse Rael.

 

― Eu não sei beijar, Samuel... Eu não sei... ― disse ela quando Rael se aproximou, prestes a iniciar outra tentativa.

 

― Você sabe, só está esquecida.

 

― Não, eu não sei... eu disse que não sei... ― ela repetiu preocupada. Mas, comparada com as duas primeiras tentativas, agora ela estava muito mais calma.

 

― Apenas feche os olhos e entre no clima. Tente mover os lábios, abra um pouco a boca e mova sua língua, certo? Não é difícil. Você vai conseguir.

 

― E-eu...! ― mais uma vez Rael a dominou antes que ela pudesse dizer algo. Dessa vez, sabendo que podia ter um pouco de verdade nas palavras de Rael, a princesa fechou os olhos e abriu um pouco a boca para se adaptar ao beijo. Conforme a movimentação da boca de Rael, ela foi tentando se mover e um beijo simples e meio sem graça tivera início. Mas já foi muito melhor, uma vez que Rael conseguiu trabalhar sua língua na boca dela. Sentir o sabor do hálito doce da princesa já deixou Rael muito mais satisfeito. Não demorou muito para a princesa se mover um pouco mais e até começar a trabalhar com a língua também, imitando Rael. Embora estivesse longe de chegar a um beijo bom como ela dava em Rael antes, já era alguma coisa. O sabor doce e agradável do hálito da princesa foi chupado por Rael e, por um segundo, ele até esqueceu que era um beijo para ajudá-la a recobrar suas memórias. Suas mãos correram pelo corpo, apalparam e apertaram a princesa com certo desejo, o que fez a princesa no mesmo instante saltar e fugir de Rael como um animal assustado. A princesa mais uma vez se tremeu e estava um pouco apavorada com a ação ousada de Rael, esse jovem não parava de surpreendê-la e ele realmente não tinha nenhum medo de ter essas ações com ela.

 

― Você se lembrou? ― perguntou Rael. A princesa tinha saltado um metro para trás e respirava ansiosa olhando Rael.

 

― Não... Vo-você tem certeza mesmo de tudo o que diz? ― perguntou ela de volta ansiosa. As ações de Rael condiziam com suas palavras. Porque enquanto ela estava bem nervosa com tudo isso, Rael agia naturalmente, como se de fato aquilo fosse habitual. Mesmo a princesa sendo meio inocente percebeu isso.

 

― Tenho. Você acha que eu invadiria seu quarto e faria tudo o que fiz com você se não tivesse certeza? Passamos muito tempo juntos, mas parece que apagaram suas memórias ― reclamou Rael olhando em volta.

 

― Como o meu pai fez isso? ― a princesa estava começando a acreditar um pouco. Ela era uma princesa imperial, prisioneira sob a proteção de um pai monstruoso. O jovem a sua frente era muito bonito e tinha grandes capacidades de ser seu salvador. Apenas o fato dele cruzar todas as barreiras já era grandioso. O fato dele também agir tão naturalmente com ela desde o primeiro instante que a viu também era outro sinal de costume. As primeiras servas na presença da beleza da princesa até se tremiam nervosas, derrubavam coisas e ficavam com olhos arregalados surpresas por longos tempos. Era comum isso acontecer depois de ver a princesa pessoalmente em sua beleza natural. Já Rael, desde o primeiro instante, estava calmo e seguro, ele ainda por cima fazia todas aquelas coisas atrevidas com ela com a maior das intimidades.

 

― Se ainda duvida das minhas palavras, então como você explica eu saber sobre a sua marca? Quer que eu descreva sua parte especial mais embaixo? ― a pergunta de Rael pareceu casual, mas ele fez um movimento com a mão tocando a região que ele descreveria no meio das pernas sutilmente. Isso fez a princesa se lembrar dos segredos que a serva dividia com ela. Uma vez ela mencionou sobre como os homens e as mulheres faziam. Isso fez a princesa ficar vermelha ao limite de quase escorrer sangue de seu nariz, não apenas isso, a respiração dela também perdeu totalmente o controle.

 

― Não! ...! ― a princesa acabou soltando um pequeno grito e ela mesma tampou a boca com as próprias mãos.

 

― Shhhh! ― Rael fez um dedo indicando silêncio e ela concordou nervosa, se lembrando que não podia fazer barulho para alertar os guardas.

 

Pensar que ela e Rael já foram tão longe e ela nem mesmo tinha experiência em um simples beijo a deixou em pânico. Depois de ouvir tudo o que Rael contou e saber sobre a marca que ele conhecia dela, ela não estava duvidando mais tanto dele.

 

 

― Bom, lembrando ou não, você decide se vem comigo. Eu não levarei você a força. Então, a escolha é sua. O que vai ser, vem comigo ou não? ― Rael finalmente fez a proposta. Se ele demorasse mais, Isabela e Violeta começariam a ficar preocupadas com ele.

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Capítulo patrocinado por: Leonardo Schmidt




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