O Herdeiro do Mundo

248 - Lua de Mel (18+)

Rael ajeitou com a mão e lentamente o empurrou contra a entrada de Anita. Anita sentiu quando o de Rael começou a deslizar por dentro, e apertou os punhos, os pés e mordeu os lábios enquanto ele a penetrava. Rael estava indo bem devagar como ele já tinha aprendido a fazer, mesmo que a vontade fosse de empurrar o máximo possível e sentir tudo de uma só vez. A moça gemia sentindo um ardor com prazer simultâneo.

― Quando você quiser que eu pare um pouco, me avisa ― disse Rael. Ele ia controlando e empurrando pouco a pouco. A princesa gemeu mais forte por um momento e o coração dela acelerou no peito porque começou a arder muito.

― Para um pouco! ― disse a moça com lágrimas nos olhos.

― Quer que eu tire? ― Rael tinha colocado uns dois dedos a mais que a cabeça. Só isso já foi suficiente para fazer Anita sofrer um pouco. Ainda que ardesse muito, era estranho porque ela também sentia um pouco de conforto e uma sensação estranha de bem estar.

― Não tira... deixa eu me acostumar ― disse ela arfando. Rael estava bem duro dentro e como não estaria? A partir do momento com iniciava a penetração, era difícil amolecer devido as sensações contagiantes que se espalhavam através da fricção devido ao movimento próprio. Mesmo parado dentro era prazeroso, porque os músculos da parte de dentro da mulher geralmente ficavam pressionando contra o membro do homem causando uma ótima sensação. É claro, era muito melhor se mover e trabalhar, mas para uma primeira vez era bom ser cuidadoso.

― Anita? ― Rael perguntou porque a moça suspirava de olhos fechados. Anita não era acostumada a sentir esse prazer e nem o ardor.

― Está ardendo, Samuel, mas também é estranho. Eu sinto ele quente pulsando dentro de mim ― respondeu a bela princesa. Rael não se moveu e tentou olhar a região, ele tinha sentido um liquido escorrendo, era sangue como esperado.

― É tão estranho isso... ― A moça continuava arfando e apertava os dentes, mesmo que não tivessem se movimentando.

― Eu vou colocar um pouco mais ― disse Rael que já tinha dado um tempo a ela.

― Tudo bem... ― respondeu ela se preparando. Ela apertou as mãos ainda mais.

Rael empurrou lentamente mais um pouco e viu Anita apertando os olhos e a boca. Mesmo ela sendo um pouco magra, conseguiu receber Rael inteiro dentro de sua região, que foi até onde podia, embora ele soubesse que estava perto do limite dela. Anita era magra mas era uma adulta, então não era incomum ela aguentar Rael completamente.

Rael tinha pressionado tudo contra ela e assim ficou. Anita arfava mais rápido e continuava de olhos fechados, as mãos dela constantemente se apertavam e os dedos dos pés também. Rael estava se sentindo bem, saber que estava fazendo com Anita, que era uma princesa de sangue real e ainda muito bonita, era ótimo. Ainda mais com as expressões que ela fazia. Uma mulher sentir dor ou prazer parecia dar mais desejo no homem. Cada vez que Rael via o rosto de Anita se contorcer ou escutava os gemidos dela, ele tinha vontade de continuar.

― É tão bom... isso... é muito bom ― ela disse de olhos fechados.

― Eu posso me mover um pouco? ― perguntou Rael. A moça abriu os olhos e fez um sim com a cabeça.

Rael começou a se movimentar bem devagar, em um gostoso e lento vai e vem. Conforme ele se movia, a cabeça dele corria por dentro da moça, alcançando cada canto dela. Tudo por dentro dela estava molhado, quente e suave. Cada estocada de Rael era sentido por Anita, ela podia senti-lo preenchendo-a e pulsando dentro dela, misturado a uma sensação quente. A sensação era tão boa que fazia ela se arrepiar involuntariamente. O ardor era ainda sentindo mas, perto do prazer que aumentava gradativamente, aquilo não era mais nada.

Por Anita saber que estava fazendo amor com Rael, que era tão forte, tão bonito, tão atraente e ainda ser um marido de sua escolha, ela aguentava toda a parte da dor. Constantemente ela corria as mãos pelo peitoral de Rael, passando também suas delicadas mãos em seus músculos.

Rael não foi bruto com ela. Ele manteve esse vai e vem bem calmo se deixando sentir tudo. As camadas vermelhas de dentro pareciam querer agarrar a cabeça do de Rael, dando a ele uma sensação bem satisfatória a cada movimento que ele fazia. É claro, essa sensação não se comparava nem chegava aos pés do que ele havia sentido com Alice. Talvez nada nesse mundo que ele já havia feito chegasse, mas ainda assim era sempre bom, não importava como.

Na cabeça de Rael, não importava essa coisa de uma mulher ser melhor que outra. Se ele gostasse de uma mulher e ela gostasse dele, então seria muito bom. Rael podia não amar Anita, mas ela agora era a esposa dele. Anita podia também não amar Rael, mas ela não mentia quando dizia se sentir atraída pelo rapaz. Assim, não era tão ruim e se considerava bem aceitável aquela relação.

Anita agora gemia e apertava as costas de Rael. A todo momento, ela parecia engolir a própria saliva e mantinha os olhos fechados, como se sua cabeça e sua mente estivessem todas concentradas na fricção entre os órgãos abaixo.

― É muito bom... Samuel... é ainda melhor do que me disseram... ― a moça ia dizendo enquanto Rael mantinha o mesmo ritmo de estocada.

― Sim, é muito bom mesmo ― concordou Rael, que também estava adorando a sensação.

Anita sentiu Rael ficando ainda mais duro de repente e ele reduziu um pouco mais o vai e vem. Rael escondeu o rosto no pescoço de Anita e gemeu silenciosamente enquanto ejaculava. Anita sentiu aquele líquido quente se espalhando e inundando toda a sua região. Como não havia muito espaço dentro, a coisa vazou pelas beiradas enquanto Rael continuava dando algumas imprensadas contra o fundo dela. Por um momento, tomado pelo intenso prazer, Rael esqueceu que Anita estava em sua primeira vez e a fez sofrer um pouco, mas ela não reclamou porque percebeu o que ocorria. Rael fez uma pausa satisfeito e chupou o pescoço da moça enquanto arfava recuperando o fôlego.

― Desculpe, Anita, eu não consegui me segurar ― explicou Rael.

― Tudo bem, foi bom, Samuel. Você chegou lá, não foi? Eu pude sentir quando você chegou lá... ― disse ela. Os dois se olharam de lado e começaram a se beijar. Foi um beijo de língua e quente, e por ainda estarem unidos, os dois ainda continuavam sentindo um ao outro. Rael chupou os lábios e língua de Anita incansavelmente e ela fez o mesmo. Eles ficaram assim por mais alguns minutos.

Anita se sentiu satisfeita em poder dividir aquele momento com Rael, e ficou ainda mais satisfeita por ele ter explodido dentro dela. Sentir o seu marido fazendo aquilo com ela e saber que ele estava gostando era muito bom, porque ela não queria uma relação apenas baseada em poder ou motivos políticos.

― Samuel, você gostou de mim? ― Ela perguntou quando fizeram uma pausa.

― Nós nem começamos, como acha que vou responder isso agora? ― perguntou Rael e já começou com um outro vai e vem. Conforme ele movimentava, mais líquidos escorriam da beirada, Rael sentia que Anita não estaria longe da vez dela.

Os dois continuaram fazendo na mesma posição com Rael por cima dela até que Anita teve o seu orgasmo. Anita se tornou violenta e ela chegou a morder o pescoço de Rael enquanto apertava e arranhava as costas dele com as unhas. Como Rael era resistente, tudo que ele sentiu foi cócegas sobre o pescoço e nas costas mesmo sobre o forte aperto, mesmo que ainda ficasse uma marca dos dentes dela, o rapaz não sentiu dor.

Anita saiu de si porque o prazer a consumiu por completo e a vontade que ela teve foi mesmo de morder Rael. Essa foi a forma em que a cabeça dela reagiu ao mais alto e profundo prazer. Se Rael fosse um quarto reino, agora ele estaria com suas costas completamente arranhadas e o pescoço sangrando, sorte que Rael não era tão fraco. Anita chegou a babar durante o processo.

Já Rael não reclamou nenhum pouco, durante o processo a coisa dela vibrou com certa vontade e o fez se sentir ainda mais confortável, sem mencionar o calor por dentro que cresceu durante aqueles instantes.

― Desculpe... eu perdi o controle... ― disse ela se mostrando arrependida quando passou o orgasmo. Ela chegou a tentar se afastar de Rael, como se estivesse com medo de repetir a dose.

― Relaxa, estou bem. Agora vem cá, vamos trocar de posição ― disse Rael, a puxando e mostrando que não tinha nenhum pouco de medo dela.

Rael colocou a bela moça de quatro na cama, se levantou e ficou do lado da cama trabalhando intensamente. Anita mais uma vez se encheu de gemidos e prazer. Eles fizeram por cerca de uma hora e meia seguida. Anita começou a reclamar que estava ardendo um pouco e eles finalmente pararam.

― Você ainda queria mais? ― Ela perguntou apreensiva, vendo Rael pegar algumas roupas e seguir para o banheiro.

― É sua primeira vez. É normal sentir desconforto se fizer por muito tempo. Amanhã você estará melhor. Vamos?

― Você não me respondeu... se quiser mais, eu posso aguentar ― disse ela seguindo Rael.

― Vamos tomar um banho, e amanhã você paga pela falta de hoje, tudo bem assim?

Anita nunca tinha tomado banho com ninguém antes além das escravas. Um lavou as costas do outro e, a todo o momento, Anita olhava para o de Rael. Ela sabia que enquanto ele estivesse firme era porque o rapaz ainda estava com vontade, e praticamente o tempo inteiro estava firme. Isso a fez se sentir aborrecida, porque apesar dela saber que Rael gostou da transa, ela não conseguiu satisfazê-lo completamente. Ela não mentiu quando disse que estava ardendo, sua entrada não era acostumada com aquilo e portanto as primeiras vezes dariam mesmo esse incômodo.

― Eu acho que já estou melhor, se você quiser fazer um pouco mais... ― ela disse durante o banho, vendo que o membro de Rael não perdia a força.

― Melhor? Não fez quase nada de tempo que saímos da cama ― disse Rael e se olhou percebendo que Anita havia notado o dele ainda duro ― Anita, não se incomode comigo. Isso é normal nos homens, ainda mais na presença de uma bela e boa mulher nua como você. Quando nos deitarmos e você vestir sua roupa de dormir, ele se acalmará mais.

― Mas você ainda tem vontade... então, mesmo se for doloroso eu devo aguentar.

― Não. Se você for além do seu limite, amanhã você não estará nem um pouco bem. Quando terminar o banho, eu te darei uma pomada e você passa na sua região, e amanhã você vai estar ótima novamente. Aí, você poderá me compensar pelo que não fizemos por hoje ― disse Rael.

Antes de dormir, Anita passou o creme dado por Rael e se deitou junto a ele. Por três dias, começando hoje, ela ficaria na companhia desse jovem e por todos os dias os dois fariam até se satisfazerem. Rael havia deixado claro que ele não sabia quando iria poder ficar um tempo novamente com aquela moça e, portanto, ela deveria aproveitá-lo bem.

No dia seguinte, Anita se sentiu confortável. Depois do café, os dois caíram na cama e Rael fez Anita galopar para pagar pela falta do dia anterior. Dessa vez a moça aproveitou o mais puro prazer sem nenhum desconforto, o creme de Rael tinha sido bem eficaz junto ao descanso de uma boa noite de sono.

Eles fizeram quase até boa parte da tarde, onde pararam para comer. Eles beberam vinho como Anita adorava beber e continuaram curtindo o tempo juntos.

Rael ficou pensando em quando a gravidez começaria a surgir. Agora já fazia mais de um mês que ele não tomava as pílulas, sendo assim, Anita era a primeira possível candidata a engravidar.

Os três dias se passaram rapidamente e os dois aproveitaram bem todo o tempo juntos. Anita chegou a ficar viciada a Rael, e como não ficaria? Rael tinha o sangue de uma violadora e, ainda por cima, foi o primeiro homem de Anita. Sendo esse caso, era inevitável ela não se apegar.

― Quando você vai voltar a me ver? Espero que não se esqueça de mim ― disse Anita.

Rael tinha acabado de sair do salão principal do trono, junto a Anita. Ele teve uma audiência com o imperador, que avisou Rael sobre o tempo que passaria o império. O imperador passaria o império a Rael dentro de um ou dois meses. Ele não tinha muitos planos, apenas disse que se as coisas continuassem andando bem como estavam, ele não demoraria muito a passar o poder. O motivo é que o imperador queria curtir um pouco o resto de sua vida sem se encher de preocupação.

― Eu não sei. Nós ficamos juntos todos esses dias e eu tenho outras duas esposas. Também tenho assuntos para resolver, então peço para que você seja um pouco paciente ― disse Rael.

― Mas foi tão bom, Samuel... Eu fiz tudo o que podia por você, não fiz?

― Fez sim e você não foi nada mal. Não se preocupe, eu apareço sempre que puder ― disse Rael e beijou a moça antes de se virar e partir.

Alana tinha visto tudo de longe enquanto saía de uma porta próxima. Depois, se aproximou da irmã, que estava em silêncio olhando as costas de seu amado marido se distanciar.

― Como foi a lua de mel com ele, irmã? ― Alana podia ser uma mulher séria e uma princesa inteligente, mas ela era tão curiosa quanto Anita. E apesar delas não se darem tão bem assim, ainda eram irmãs e não tinham muitas pessoas que poderiam dividir as mais puras experiências.

― Foi boa, por quê? ― perguntou Anita, abrindo um sorriso e se virando para a irmã.

― Eu quero saber como você se sentiu. Como foi, em um modo geral?

― Você, procurando informações de mim? Fiquei boba ― disse Anita, soltando um sorriso divertido.

― Talvez você seja tão burra que nem sabe me responder essa pergunta! Deixa pra lá ― disse Alana, já se irritando com o jeito infantil da irmã. Alana fez menção de sair, mas a caçula a segurou pelo braço.

― Se engana, irmã mais velha. Eu sei sim o que você quer saber ― disse Anita, ainda mantendo o sorriso. Agora ela era uma mulher casada e não era mais virgem. Então, de certa forma, tinha um conhecimento a mais que Alana.

― Se sabe, então conte ― disse Alana cruzando os braços, como se o assunto não fosse tão importante.

― Vamos conversar. Eu conto alguns detalhes se você ouvir o meu pedido ― Anita puxou a irmã, passando a mão pelas costas, e as duas saíram caminhando lado a lado.

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Em outra dimensão, uma pequena garota com cabelos vermelhos fogo se levantou do chão enquanto cessava todas as suas energias concentradas. Ela abriu os olhos de repente e parecia haver chamas em suas pupilas.

 

― Finalmente estou 100%! ― disse ela satisfeita e sorriu de lábios fechados. O corpo de um enorme dragão continuava dormindo tranquilamente atrás dela.

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Capítulo patrocinado por: Marcos Vinicius Mota Kliemann e Isaac Junior