O Herdeiro do Mundo

22 - Um Pouco de Fama

As lutas continuaram e, no momento eram apenas de décimos reinos. Os príncipes lutaram em suas vezes, um deles foi derrotado pedindo desistência enquanto o outro venceu, avançando para as rodadas seguintes.

Rael teve outra luta, agora com uma mulher bonita que aparentava ter uns vinte e cinco anos. Rael a venceu facilmente. Como ela foi cortês e respeitou Rael desde o início, ele não pegou pesado com ela, tiveram uma luta mais ou menos onde Rael mais uma vez mostrou sua defesa impenetrável. Depois dos ataques ineficazes lançados, ela mesmo desistiu, vendo que não tinha chance de vitória. Parecia que ferir Rael era impossível.

A partir da segunda vitória, todos que lutariam contra Rael já desistiam, mostrando respeito e medo. Isso ocorreu até chegar na luta do príncipe mais novo, ele ficou de frente a Rael tentando parecer durão, mas alguns podiam notá-lo estremecido:

― Eu não estou com paciência com nenhum de vocês príncipes. Desista agora, porque se a luta começar, provavelmente quebrarei alguns ossos seus, e temo que posso acabar te matando sem querer durante o processo. ― Rael disse friamente as palavras em voz alta. Todo o público ouviu, era uma humilhação em primeira linha. Príncipes no geral não estavam acostumados a sofrerem tanta humilhação em público, era preferível que ele lutasse e perdesse como um homem do que desistir, ainda mais depois de ouvir aquela humilhação. Mas Rael tinha ameaçado sua vida, como ele poderia não ter medo agora? Ainda mais depois dele ver o que Rael fez com seu irmão mais velho. Seu ex irmão, na verdade.

― Eu desisto! ― o príncipe não se importou em cair na vergonha. Era melhor passar vexame do que ser morto ou ficar aleijado como o último a desafiá-lo.

Depois de confirmar sua desistência, o príncipe se retirou da arena em silêncio. Com essa resolução, todos os que armaram para Rael estavam eliminados. Agora só restava vencer os demais décimos segundos reinos. Rael antes de sair, lançou um olhar afiado para as maiores das grandes famílias, incluindo o clã Sangnos, onde Rael lançou um olhar mais duro. Parecia até um tipo de aviso que fez o atual patriarca Ariel se tremer.

Dentre as cinco potências, o clã Sangnos tinha caído um pouco no rank depois de perder o antigo patriarca.Eles ainda estavam em fase de recuperação, mas mesmo assim não deixaram de aparecer para participar do torneio. É claro, eles continuaram mantendo em sigilo a morte de seu antigo patriarca e as outras famílias ainda não sabiam, mas já estavam começando a desconfiar por ter visto Ariel no comando.

Rael venceu algumas outras lutas, e a maior parte por resistência dos oponentes, deixando-o em primeiro lugar. O imperador, satisfeito, fez uma pausa depois de mais de doze horas de batalhas consecutivas. A próxima rodada seria dos décimos segundos reinos, e começaria em três dias. As famílias importantes tinham direito a alas especiais no castelo durante o tempo do torneio, enquanto o restante teriam que se arranjar pela cidade algum modo.

Rael agora não tinha só um nome importante, ele tinha deixado uma marca no coração de todas as figuras mais importantes do império. Embora ele ainda não tivesse lutado contra nenhum décimo segundo reino, as pessoas já começavam a acreditar que ele os venceria.

― Rael, você está muito forte! Eu tenho um reino acima do seu, mas não parece nada diante desse poder. ― disse Mara, elogiando o marido.

― Violeta que me ajudou. ― respondeu Rael.

― E o que ela fez, genro? Seu poder está surpreendente! ― disse Neide. Eles agora estavam nos aposentos do castelo, em uma sala espaçosa. Essa ala seria somente para eles, dividida com uma sala, banheiros e quartos. Mas só quem estava no local eram Rayger, Neide e Mara. Natalia estava descansando porque afirmou ter ficado sonolenta de repente. Ela havia se preocupado muito com Rael durante o torneio, por mais que Rael fosse forte, ela ainda temia por sua vida. Natalia era afinal a segunda esposa de Rael, mas no início era a sua querida irmã.

― Acho melhor não explicar isso, até porque não vai durar muito tempo. Durará o suficiente para assegurar minha vitória, sem demonstrar aquele poder. ― disse Rael, que não pretendia se transformar. Mesmo que agora ele tivesse certeza ser capaz de fazer aquilo.

― Você deixou uma boa impressão em todos por enquanto. Vamos ver como ficará nos próximos dias. ― disse Neide.

― Mara, Natalia está bem? Ela ficou cansada de repente... Por acaso ela te disse algo? ― perguntou Rael, se lembrando da moça.

― Não, ela só parecia exausta. Disse que estava preocupada com você. ― disse Mara.

― Eu vou dar uma olhada nela. ― disse Rael se dirigindo para o quarto.

Mara e os pais ficaram sozinhos na sala e se entreolharam. Rayger não tinha muito o que dizer, ele estava profundamente orgulhoso de Rael, seu sobrinho que, antes dado como morto, voltou como um mostro e agora estava casado com sua amada filha. A última coisa que faltava para a felicidade de todos ali era Rael dar um neto a essa família.

― Estou indo cultivar. ― disse Rayger, sempre mantendo seu ar sério enquanto saía caminhando. Rayger era um homem cuidadoso, mas com sua mulher ele se sentia mais seguro. Neide era duas vezes mais cuidadosa do que Rayger, então a presença dela o deixava mais calmo.

― É uma pena Rael não se dar bem com meus irmãos. Se eles não tivessem sido tão idiotas no passado... ― reclamou Mara, se lembrando de seus dois irmãos que não puderam vir devido o pedido dos pais. Neide e Rayger ainda se lembravam que Rael uma vez ameaçou dar o troco a eles, portanto, era bom não irritar o rapaz. Rael podia se lembrar do passado e massacrar os irmãos de Mara sem pestanejar.

― Nesse mundo, a gente colhe o que planta. ― disse Neide com um sorriso sem graça.

Os outros convidados do clã Torres de mais cedo estavam separados em outras alas, as famílias não ficavam reunidas apenas em uma ala como parecia ser. Por isso Adrian e Ariane não estavam com eles.

Voltando a Rael, o mesmo entrou no quarto encontrando aquela enorme cama de casal ocupando quase metade do quarto. No meio da cama, deitada confortavelmente em meio a algumas cobertas, estava a sua linda Natalia. Sua pele continuava branca e macia como sempre foi, ela continuava linda e parecia ficar mais linda a medida que o tempo passava, se desenvolvendo cada vez mais.

Rael sentou-se ao lado dela e encostou a mão direita nas costas da mesma, ele passou a mão por baixo da blusa simplesmente porque queria tocar aquela pele quente e macia que ele tanto gostava, além de, claro, melhorar a sensibilidade. Rael lançou seu poder verificando a bela moça. A saúde dela parecia perfeita e Rael não constatou qualquer anomalia. Além disso, ela dormia suavemente sem apresentar nenhum problema, parecia ser somente cansaço mesmo. Rael não tinha nenhum arrependimento de ter se envolvido amorosamente com essa menina e tinha planos de ter filhos também com ela. Afinal, ela também queria, embora ela não fosse exigente como Rika ou como Mara.

Rael se deitou atrás da moça, envolvendo-a em um abraço confortável enquanto sentia o agradável cheiro dela. As mulheres sempre cheiravam bem. O corpo de Natalia se moveu como se respondesse ao contato de Rael, mas ela não acordou, continuou dormindo tranquilamente. Rael acabou sentindo um pouco de sono. Ele não era acostumado a dormir cedo mas, depois de tantas lutas, do confortável banho e do banquete trago pelos escravos do castelo, ele definitivamente precisava descansar.

Apesar de terem dormido cedo, um pouco mais tarde, ambos foram acordados por Mara, que queria se divertir. Ninguém ali negava fogo. Naquela noite, Rael e suas esposas se divertiram como nunca em um território novo. A cama era grande e os três fizeram uma boa festa. Nos aposentos não muito longe deles, Neide e Rayger dividiam outra cama. Neide não deixou de rir ouvindo alguns sons que escapavam do quarto de Rael e companhia. Rayger, no entanto, preferia manter sua seriedade.

― Você se lembra, amor, quando nós tínhamos todo esse fogo? Passávamos horas fazendo e éramos quase incansáveis.

― Me lembro sim... Não tínhamos filhos, nosso horário era bem vasto..  ― disse Rayger, subindo por cima de Neide, se animando de repente.

― Dizem que o renascimento pode nos deixar novos novamente. Será que todo aquele fogo voltaria junto? ― perguntou Neide com um sorriso ousado. Isso deixou Rayger ainda mais cheio de desejo de possuir sua amada e bela esposa. Na verdadeele não queria assumir, mas o fogo no quarto vizinho tinha contagiado tanto ele quanto a sua esposa.

― Não é como se ele tivesse se perdido... ― disse Rayger apresentando um leve sorriso e começou a beijar Neide, que sorriu em resposta, beijando o marido em retribuição. Roupas começaram a ser retiradas e, minutos depois, os gemidos podiam ser ouvidos em ambos os quartos.

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No dia seguinte, Rael acordou bem cedo, antes de todos, e saiu para dar uma volta na cidade. Ele estava curioso para saber se qualquer uma das famílias tentaria fazer algo contra ele ou até mesmo se cruzaria com algum dos príncipes.

A capital estava muito movimentada e desde cedo muitas pessoas já estavam nas ruas, por isso o comércio começou praticamente na madrugada. Homens e mulheres comerciantes gritavam nas ruas oferecendo seus produtos, uma movimentação desse porte tinha que ser aproveitada.

Rael tomou seu café da manhã em uma barraca, atendido por um casal humilde. Depois disso, saiu mais a vontade. Rael era visto sem nenhuma segurança e admirado por outras famílias. Ele tinha um nome e status importantes, então, andar sozinho era uma surpresa para todos.Isso mostrava o quanto Rael confiava em seu próprio poder.

― ‘Você prometeu que teríamos um tempo juntos.’ ― disse Rose na mente de Rael. Rose não estava entediada nem nada do tipo, ela só queria cair nos braços de Rael e ser abraçada fortemente pelo rapaz, sentindo tudo aquilo novamente. Ela não iria aparecer para brincar junto com as garotas porque Rael preferia manter segredo sobre ela por enquanto. Suas esposas ainda não sabiam que Rael e Rose andavam se encontrando, apesar de que elas tinham consciência que Rose era uma futura noiva. E claro, as vezes Rose beijava Rael em frente a elas, então pelo menos de algo as duas tinham uma ideia e aceitavam facilmente, sabendo que não havia outro jeito.

― ‘Deixe isso para mais tarde, quando eu terminar a minha caminhada.’ ― pensou Rael de volta, enviando a resposta para a garota que se conteve.

― Jovem mestre Samuel, está ocupado? ― perguntou um jovem bem vestido, se aproximando com vários protetores. Rael reconheceu que ele era algum jovem mestre de uma família importante. O rapaz aparentava ter uns vinte anos e estava quase no quinto reino.

― Pois não, diga. ― disse Rael, parando para ouvi-lo.

― Eu sou Duarte Corone, sobrinho da matriarca Verônica Corone. Sou do clã Luante, como pode ver. ― disse o rapaz, mostrando um símbolo de uma meia lua em seu ombro.

― Oh, sim. Eu vejo. Em que eu posso ajudar? ― perguntou Rael.

― Eu só quero parabenizar sua luta, você foi incrível! Eu também te vi lutando na arena do clã Torres, e só queria dizer que sempre acreditei em você! ― disse o jovem, parecendo ser bem sincero e bastante educado.

― Huum... Obrigado, então. ― disse Rael normalmente. Ele não estava acostumado a ser elogiado assim por gente de fora da sua família. Isso fez Rael ter uma imagem menos negativa com o clã Luante, apesar de que ele sabia que um só não poderia falar por todos.

― Sei que você vai vencer também a outra disputa, minha tia também acredita em você! ― disse o mesmo e saiu em seguida. Rael ficou olhando as costas de Duarte por um tempo e depois virou-se.

Rael caminhou um pouco mais e recebeu vários outros elogios de outros jovens, ele percebeu que uma parte desses ainda parecia estar surpresa com ele. Outra parte eram moças, algumas mais ou menos e outras bonitas. A maioria de grandes famílias.

―Olá! Eu tenho somente treze anos, mais acho você muito bonito! ― disse uma das mais novas que flertou com Rael. A garota tinha sim uma excelente aparência, mas ainda estava em desenvolvimento. O que mais chamou atenção em Rael foi o seu sorriso puro e despreocupado, ela chegou até mesmo a pedir para tocar no peitoral de Rael, mesmo que por cima dos trajes. Os protetores dela ficaram a dez metros de distância, como ela havia pedido, todos eram homens no décimo reino.

― Você parece tão forte... Eu gosto de homens fortes. ― a moça, que era mais menina do que moça, insistiu um pouco mais, percebendo que Rael deu alguma vista pra ela.

― Você é bem ousada para sua idade, mas temo que precisa crescer um pouco mais antes de avançar para os próximos passos. ― disse Rael e passou a mão na cabeça da menina, como se tivesse fazendo carinho.

― Me solta! ― a garota escapou da mão de Rael porque não era bem isso o que ela esperava. E Rael naturalmente recuou a mão.

― Você gosta de meninas novas! Você gostou de Natalia e está com ela a quase 1 ano, foi minha mãe quem disse! ― disse a menina.

― Oh, eu entendo... Foi sua mãe quem disse para você da em cima de mim?

― Ela apenas permitiu porque eu disse que você era bonito. Saiba você que no meu clã eu tenho centenas de pretendentes e todos ficariam orgulhosos de me terem como uma namorada! ― disse a menina, agora parecendo um pouco emburrada enquanto olhava de lado. Rael se lembrou de Rita depois de ver isso, não pela maneira dela, mas por ela ser bem nova ainda.

― Cresça um pouco mais e no futuro conversaremos novamente. ― disse Rael, vendo o símbolo nas vestes dela. Era uma espada de prata envolvida em uma capa de sangue, o que indicava que ela era uma jovem mestra do clã Elusio, um dos cinco mais poderosos.

― Eu sou Rafaela Carele, é melhor você não esquecer meu nome! ― disse a jovenzinha parecendo durona, diminuindo a sua irritação. Rael sorriu, fez um sinal com a mão enquanto se afastava da menina. Rael passou pelos protetores dela que abriram espaço. Ao fundo, Rafaela ficou com o rosto corado e com um sorriso bobo enquanto levava as mãos para as bochechas. Ela ficou toda feliz, achando que Rael daria alguma chance no futuro para ela.

Rael tinha parado em uma esquina e suspirou. De manhã até agora durante essa volta na cidade ele recebeu centenas de cantadas, as mulheres pareciam homens ao ver uma sensual e atraente mulher passando, e gritavam por ele. “Gatinho!”, “Lindo mestre!”, “Belo Samuel!”, “Eu quero o seu corpo inteiro para mim!”. Ele recebeu vários tipos de cantadas, uma mais inusitada que a outra, e as moças eram tão lindas que não dava para acreditar que tamanha ousadia saía daqueles delicados lábios. Sem mencionar os flertes diretos que ele sofreu ao longo do processo, as garotas e mulheres simplesmente estavam mergulhando de ponta nele.

― ‘Ser reconhecido e famoso é um pouco complicado...’ ― pensou Rael. Ele tinha saído sem ninguém para testar como tinha ficado as coisas e ficou surpreso. Quando passeava com uma companhia, suas esposas ou até mesmo com Neide, ele não recebia cantadas nem flertes, mas sozinho, as mulheres literalmente se atiravam nele. As vezes, ele podia quase ver nos olhos delas o desejo de sequestrá-lo. Aquilo chegava a ser assustador.

Rael não achava isso de todo ruim, uma grande parte das mulheres eram atraentes e faziam Rael pensar algumas besteiras, o que estragava mesmo era o excesso. Se Rael tivesse que ficar com cada mulher bonita que ele encontrasse, ele não iria fazer mais nada na vida a não ser sexo.

― Jovem mestre Samuel, eu poderia roubar um pouco de seu tempo? ― perguntou uma mulher sensual com um poder desconhecido, tirando a concentração de Rael. A mulher sexy se vestia com roupas de dançarina e usava um véu escondendo seus lábios. A mulher era bastante atraente e ela aparentava ter uns trinta anos. Rael, no entanto, sabia que ela tinha muito mais idade, ela deveria ser um décimo segundo reino ou até um reino final, visto que Rael não conseguia sentir seu poder. Rael não teve medo, com o seu poder ele poderia encarar até mesmo um reino final.

― Claro, qual seria o seu nome?

― Eu me chamo Astrid. Só me apresento assim para as pessoas mais próximas. ― disse a mesma.

― Huum, entendo... ― disse Rael e foi encostado na parede pela mulher que o cercou. Rael só não reagiu porque não sentiu nenhuma intenção assassina. Em vez disso, ela retirou o véu de lado, deixando à vista deliciosos lábios com batom vermelho. Ela tinha um belíssimo rosto que deixou Rael até um pouco surpreso. Mesmo para a idade, ela ainda era incrivelmente linda.

Ela não disse nada, avançou com lábios e beijou Rael suavemente enquanto fechava os próprios olhos. A expressão dela era definitivamente sedutora e em um só movimento ela tomou Rael. O beijo fez o coração de Rael pulsar forte. Ele não sabia quem era aquela mulher, mas a maneira que ela o beijou era semelhante a de Andréa. Andréa era para Rael uma das mulheres que melhor sabia beijar antes dessa.

                       No final do beijo, ela mordeu levemente os lábios de Rael e o chupou, depois se afastou com um olhar quente. A mulher parecia estar em chamas. Se eles estivessem em um local privado, ela com certeza teria ido além de um mero beijo e Rael não sabia se conseguiria resistir a ela. Com um beijo daqueles, misturado a uma beleza misteriosa e sedutora, mesmo sem conhecer bem, Rael poderia ser laçado facilmente.

― Desculpe-me, eu tive que prová-lo. Devo admitir que você não tem somente aparência. Apesar da pouca experiência, seus toques e o gosto de seu beijo é muito agradável e esquentou todo meu corpo. ― disse ela em um tom quente e sutilmente desceu a mão para aquele local, correndo por cima do vestido. Rael ainda estava com o coração pulsando, ele nunca tinha se deitado com uma mulher que aparentava ter tanta experiência como aquela.Mas o que mais lhe chamou atenção foi o jeito extremamente sedutor da bela mulher com os movimentos sutis e sua maneira misteriosa.

― O que você quer? ― perguntou Rael, recuperando o controle.

 

― Além do beijo? Eu gostaria que você viesse comigo, tem uma pessoa querendo revê-lo. ― disse ela se virando e seguindo em frente, sem dizer mais nada. Rael não esperou explicações, ele apenas sentiu que deveria seguir a mulher. Além do mais, ela disse revê-lo, então seria alguém que Rael já conhecia.




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