O Herdeiro do Mundo

111 - Contando Para Mara

Autor: Edson Fernandes da Costa | Revisor: Nego

No primeiro instante Mara ficou em silêncio de olhos arregalados olhando Rael. Ele ficou parado esperando ela dizer qualquer coisa.

                Mara começou a ligar os pontos em sua mente: O braço de Rael, ele defender os escravos, ele defender tanto Natalia. Dizer que gostava tanto de Natalia. Perguntar sobre ele mesmo naquela época, depois dizer que tinha perdoado todas as coisas dela. Dizer que nesse clã não tinha ninguém confiável.

                No inicio, quando Rael a tratava com repulsa e parecia cuspir ódio contra ela. Como ele nem querer olha no rosto dela logo quando se conheceram. Depois ele dizer que pensou em matá-la. Mara não precisou de provas para associar aquilo com a verdade.

― Pela sua cara, parece que você já acredita em mim. ― observou Rael. Mara fazia careta mordendo os lábios porque ela se lembrava o quanto foi cruel com ele. Ela não conseguia olhar ele nos olhos, ela apertava o rosto dos dois lados com as mãos enquanto se agachava como se quisesse apagar tudo que tinha feito com Rael.

                Rael não disse nada. Ele se virou e ficou olhando a paisagem em silêncio deixando Mara pensar sobre o que tinha acabado de descobrir.

                Ela ainda continuava ligando os pontos só para ter certeza. De Rael querer matar os pais e outras coisas.

                Mara não conseguiu ter raiva dessa informação, ela ficou foi se sentindo estranha e com medo. O coração dela se apertava por dentro só em pensar no que tinha ouvido. Porque o homem que ela amava agora foi a pessoa que ela desprezou no passado. Como isso não poderia ser doloroso pra ela? Ela sempre colocou Rael em primeiro lugar mas muito antes de tudo isso entre eles começar, ela já o tinha rebaixado a nada.

                Era obvio que Rael amava Natalia muito mais que ela. Natalia nunca teve vergonha dele, ela sempre fez companhia para Rael e ficou do lado dele, mesmo quando ninguém mais ficou. Mara não estava pensando no fato deles serem irmãos, estava apenas pensando no porque Rael amava mais Natalia do que ela. Naquele momento ela teve aquela resposta. Ela não mereceria ser a primeira esposa dele, ela não merecia ser nem sequer ser esposa.

                Rael disse que estava apaixonado por ela. Ele admitiu naquele momento antes de contar a verdade. Aquilo esquentava o coração dela do medo que tinha vindo em seguida, porque ele podia querer muito bem se separar dela. Mara já tinha Rael em seu coração e não importa o quê, ela não pretendia ficar longe dele. Quem mais no mundo ela iria encontrar como ele? Mesmo que no início tudo fosse por raiva, ele a tratou como uma mulher e ela não podia esquecer das noites que tiveram juntos.

― Marido? ― perguntou ela baixinho, ela tinha se ajoelhado: ― Por favor, me perdoe. Eu sei que você disse que já tinha perdoado mas eu estou realmente arrependida de tudo que fiz… ― Ela continuou. Mara agora estava ajoelhada com a testa colada no chão aos pés de Rael: ― Eu sinto muito… Eu não fiz nada por você, e ainda te prejudiquei… Eu estava tentando salvar Natalia, pra não ter o mesmo destino cruel que o seu, era por isso que eu vivia afastando ela de você… Rael… Por favor… me perdoe…Eu sinto muito, do fundo do meu coração…Eu estou completamente arrependida… ― disse ela em um tom falho. Rael notou que ela estava chorando.

― Mara, não precisa se ajoelhar, eu já perdoei você. ― disse Rael. Ela se levantou chorando. Seus olhos não paravam de correr lágrimas.

― Desculpa, Rael. Desculpa mesmo… ― repetiu ela. Mara se tremia emocionada. Rael nunca pensou que ela teria essa reação. Ele pensou que ela iria surtar com ele, iria gritar e talvez depois de um tempo melhorar, mas não reagir daquela maneira.

― E você não está irritada por estar casada sem saber com o seu primo? ― perguntou Rael.

― Rael, eu amo você. Isso não muda o que sinto. ― disse ela, surpreendendo Rael: ― Eu entendo os motivos de você nunca ter me contado. Eu nunca fui uma pessoa confiável no fim das contas. ― admitiu ela. Mas o fato dela ter dito que tirava Natalia de perto dele para a proteger surpreendeu Rael. Porque quem era visto naquela época com Rael realmente não seria muito bem respeitado.

― Então você ainda quer continuar sendo minha esposa? ― perguntou Rael com um ar caloroso. Mara sorriu derramando mais lágrimas e pulou nos braços dele chorando.

― Obrigada por não ficar com raiva de mim! Eu nunca mais vou decepcionar você outra vez, tem a minha palavra! ― disse ela abraçada com Rael.

― Isso é maravilhoso, então espero que a partir de agora você seja mais compreensiva. ― disse Rael. Mara fechou a expressão e soltou Rael.

― Eu disse que não iria decepcionar você, mas jamais concordei que você tivesse muitas esposas. Rael, você já tem a mim, a sua irmã… ― quando ela disse isso foi que caiu a ficha. Porque Rael agora beijava tanto ela como Natalia nos lábios de manhã… Então isso queria dizer que eles estavam tendo um relacionamento de sangue.

― Natalia não é minha irmã de sangue. Bom, você não precisa de detalhes. Ela só é irmã de criação, então meu casamento com ela não tem nada demais. ― explicou Rael que já entendeu que ela tinha parado pensando nisso.

― Eu não ia reclamar de qualquer forma. ― disse ela sem jeito.

― Mas o que você iria dizer?

― Eu disse que você já tem a mim, a Natalia e futuramente Rose. Então espero que você não apareça com qualquer outra ideia porque eu não vou aceitar! ― bufou Mara.

― E eu achando que você ia melhorar nisso. ― reclamou Rael.

― Hunf! Nós não nos separamos, então você ainda tem que me ouvir. ― disse ela virando o rosto de lado.

― Que seja. ― disse Rael se virando e olhando a paisagem de novo.

― Obrigada por me perdoar. ― disse ela em seguida. Rael continuou olhando a paisagem por mais um pouco de tempo.

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Com a questão de Mara resolvida, Rael sentiu que tinha tirado um peso imenso do seu peito. Agora seria a hora perfeita para cuidar da irmã de Thais, mas isso ele deixaria para o outro dia. Hoje ele já tinha cumprido sua meta de afazeres importantes e a irmã de Thais podia aguentar muito mais tempo.
Rael desceu com Mara fechando a passagem e foi cultivar. E durante o resto da tarde os três continuaram cultivando. Rael finalmente atingiu o terceiro nível do sexto reino. Se continuasse cultivando sobre aquela velocidade, ele não demoraria para atingir o sétimo reino. Força da Terra.

                Natalia já estava no sexto reino nível cinco. Mara já estava na beirada do sétimo reino. Mara agora estava usando o anel de bloqueio para ocultar sua rápida evolução.

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À noite, as meninas voltaram para casa antes como Rael pediu. Ele queria conversar com Neide. No inicio Rael planejava frequentar umas das escolas do clã e adquirir técnicas com armas, mas acabou não fazendo isso. Como ele tinha o braço que era praticamente uma arma ele não precisava, e Violeta nunca achou necessário também, mas Natalia era diferente, seria melhor ela se especializar em armas. E ninguém era mais perfeito para aqueles ensinamentos do que a própria Neide.

― Você quer que eu teste Natalia e veja no que ela poderia ser boa? ― perguntou Neide diante de pedido de Rael.

― Eu não sei porque você mesma não dá aulas para sua própria filha, mas gostaria que auxiliasse Natalia quando ela passar de reino. Não vai adiantar nada ela ter um cultivo bom e não ter muitas opções de lutas.

― Não ensino minha filha porque não entendo de armas leves. Mara não gosta de armas exageradas, mas se você quiser eu posso conseguir um treinador pra ela.

― Nada de treinador Neide. Eu quero você ensinando ela, não confio em mais nenhum homem chegando perto dela. ― reclamou Rael na mesma hora.

― Se esse é o caso eu posso conseguir uma especialista. Ela não faz parte de nenhum clã importante e trabalha por si própria. Ela cobra caro mas vale a pena. Se Natalia for boa com qualquer arma ela poderá descobrir. ― explicou Neide.

― Isso parece razoável. Você confia nessa mulher? ― perguntou Rael.

― Bom, se você estiver receoso, posso apresentar você a ela. O nome dela é Leona, mas primeiro tenho que ver se ela está disponível.

― Vou deixar isso com você. Mas posso perguntar porque essa mulher não está treinando Mara? ― perguntou Rael depois de pensar um pouco afinal se ela era tão boa.

― Na época ela estava ocupada treinando outra pessoa, por isso acabamos deixando essa ideia de lado e contratamos um outro treinador aqui mesmo do clã. ― disse Neide.

― Se esse é o caso, então veja se você consegue. ― disse Rael se levantando do sofá.

― Você contou a ela? ― perguntou Neide fazer Rael volta a olhar de volta.

― Contei hoje, como você disse ela reagiu bem e aceitou tudo numa boa. ― explicou Rael.

― Fico feliz por isso. Agora você só precisa me dar alguns netos. ― disse Neide.

― Isso não vai acontecer tão cedo. ― disse Rael de volta.

― Genro o que você quer dizer com isso? ― perguntou Neide se levantando. Rael já estava saindo do quarto.

― Nada, depois conversamos. ― disse Rael sumindo no corredor. Neide ficou parada olhando um tempo. Depois se dirigiu a gaveta do quarto retirando papel e lápis, era hora de fazer a carta para a especialista.

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Em casa Rael, chegou bem na hora que as esposas estavam montando a mesa. Natalia procurava ajudar a prima porque queria aprender a ser uma esposa melhor. Ela também queria cozinhar bem como Mara. Mara teve Neide como mãe que se preocupou em ensinar isso a filha, já Natalia teve uma mãe que não dava importância para isso, dizia que Natalia jamais ia precisar aprender essas coisas, sempre haveriam escravos capazes de fazer aquilo por ela.

                O jantar foi natural. Os três conversaram e falaram de seus cultivos e depois Rael explicou que agora Mara já sabia da verdade.

― E está tudo bem com vocês? ― perguntou Natalia com um ar preocupado.

― Estamos sim, estou feliz que ele me perdoou. ― disse Mara de volta.

― Mas nem por isso vocês serão descuidadas, continuem me chamando de marido o máximo que puderem para não correr riscos de vazar essa informação. ― explicou Rael duramente para as duas. Aquilo era muito importante. Natalia concordou com um movimento de cabeça e Mara disse um “pode deixar”.

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Como combinado, hoje Rael dormiria com Mara. Então os dois entraram no quarto depois de Natalia ir para o dela.

                Os dois se sentaram lado a lado na cama e ficaram se olhando. Mara estava sempre bem arrumada e aqueles lindos olhos azuis prendiam a atenção de Rael, sem mencionar que ela tinha um belo rosto e um belo corpo. Rael nunca poderia se cansar de se deliciar com aquela beldade.

― Se hoje você quiser ir dormir com Natalia eu não vou achar ruim. Depois do que me contou você tem seu direito. ― disse ela em um tom sério.

― Sério? Se você não me quer mais então diga de uma vez porque assim eu posso ir diretamente para o quarto dela. ― disse Rael com um leve sorriso e já se levantou. Mara levantou em seguida e já foi agarrando ele. Ela não deixou ele dar nem um passo. Ela já foi o beijando. Os dois se beijaram por cerca de uns dez segundos.

― Você nem sequer ia pensar no assunto? E ainda diz que me perdoou… ― disse ela depois de beijar Rael. Mas ela sorriu porque percebeu que Rael estava brincando.

― Você não precisa mais pensar nisso. ― disse Rael e já começou a beijar ela de novo. Beijo vai beijo vem e as roupas já começaram a serem tiradas. Rael que já estava todo duro segurou Mara pelos cabelos e empurrou para baixo a forçando a se agachar na frente do dele.

                Mara é claro ficou confusa com aquela ação, porque a experiência sexual dela não tinha atingido aquele limite.

― Chupa. ― ordenou Rael segurando a cabeça dela. Mara ficou olhando um pouco surpresa para Rael, mas ela então se decidiu, se virou para o dele, levou uma das mãos tocando e já foi com os lábios. Mara não tinha a experiência de Rita, então ela fez do jeito dela: deixou ele boca adentro e ficou indo e vindo fazendo um movimento com a cabeça. Rael não teve do que reclamar porque achou maravilhoso mesmo a pouca experiência dela, ela não estava fazendo nada mal. Mara foi ganhando mais ousadia, muito mais rápido do que Natalia e já foi usando as duas mãos. Chupando com a língua e testando novas coisas. Ela frequentemente olhava para Rael para saber se ele estava gostando e assim ela descobria as melhores formas.

                Rael sentiu que estava quase chegando lá e mandou ela parar. Ele não queria encher a boca dela, isso para Rael ainda seria um pouco nojento, ainda mais uma boca que ele pretendia continuar beijando.

                Rael jogou ela na cama e foi a vez dele chupá-la. Ele se jogou na dela com a língua e dedos. Mara quase quis subir pelas paredes pela novidade de Rael, ela acabou estranhando no começo mas agora entendia que era bom.

                Conforme chupava Mara, as vezes Rael apertava um pouco as pernas dela com mais força e isso fazia Rael notar que Mara gemia mais e a coisa dela apertava até na língua dele. Rael foi chupando e apertando Mara com mais força.

― Marido! Chupe mais! Me aperte mais! ― ela desceu as mãos e empurrou a cara de Rael contra a dela. Naquele instante, Rael recebeu um líquido bem tímido sem muito gosto que escorreu de dentro e acabou melando sua língua e boca no processo. Como Mara o segurou ele não pôde evitar, mas ele não teria fugido só achou muito estranho porque ele não sabia que o das mulheres também fazia aquilo. Isso deu a Rael ainda mais vontade de pegar ela.

― Esposa, você gozou na minha cara. ― disse Rael, mas não era um tom de reclamação. Ele já subiu por cima dela com fúria e antes de continuar, a primeira coisa que ele fez foi beijar sua boca. Mara não teve nenhum nojo, eles se beijaram por algum tempo.

― Agora vou te mostrar algo diferente. ― disse Rael se levantando de cima da cama. Ele puxou Mara para a beirada e virou ela de quatro. A bunda deliciosa de Mara ficou na frente de Rael enquanto ela ficou na posição. A dela continuava molhada devido a ultima pegada dos dois e parecia estar pulsando.

― Marido! Rápido, ponha logo! ― Mara quase rugiu na cama. Rael tava queimando de vontade de senti-la, mas ele se lembrou de uma coisa que Rita o ensinou. Ele controlou toda aquela vontade, segurou com uma mão e começou a esfregar em volta da dela: As vezes ele circulava o local, outras ele passava de leve por entre os lábios. Mara ficava louca, ela chegava a tentar ir para trás para ver se Rael empurrava dentro.

                Rael ficou fazendo aquilo por poucos segundos, mas para Mara parecia uma eternidade, porque ela sentia que ia ser penetrada e de repente parava. Ela começou a ficar maluca e isso fazia a coisa dela se apertar e abrir sozinha.

― Marido, o que está fazendo? Coloca! ― ela reclamou olhando de lado. Ela não estava mais aguentando, ela estava quase levantando para forçar Rael e sentir logo aquela sensação.

                Rael lentamente a penetrou enquanto a dela pulsava. No mesmo instante Mara gemeu alto e seu corpo inteiro tremeu. Rael sentiu ela apertando ele com tanto desejo que ele mesmo não aguentou e já gozou ali mesmo, deliciosamente enquanto a coisa dela o apertava.

                Mara ficou suspirando na cama, porque ela gozou junto com Rael, o desejo deles ficou tão forte que no momento que se tocaram sentiram-se no ápice. Rael não tirou de dentro, ele se ajeitou e começou um vai e vem enquanto o liquido descia. Mara voltou a gemer.

                Rael continuou penetrando ela em um gostoso vai e vem. Mara gemia sem parar. Rael só para testar aplicou um tapa na bunda dela, não foi com muita força, mas mesmo assim naquele instante ela deu um gemido muito maior e Rael sentiu uma fisgada esquentando naquele local.

                Rael passou a dar uns tapas mais fortes que deixavam marcas vermelhas na bunda de Mara e conforme ele batia. Ela gemia mais alto e a coisa dela apertava forte o de Rael fazendo ele delirar de prazer.

                Rael se empolgou e deu um tapa mais forte. Mara podia aguentar mais a cama era outra história:

Paaaaaf!

BROOOOFT!

A madeira da cama quebrou e o colchão caiu, atrapalhando o momento dos dois. Mara já se levantou com sangue nos olhos: Ela segurou Rael e puxou contra a parede, já moveu as mãos embaixo segurando o dele e botando de volta para dentro. Ela ficou de costas contra a parede enquanto Rael voltou a se movimentar.

― Me bate,uaaah! ― pediu ela voltando a gemer.

― Te bater onde? ― perguntou Rael sem parar de se movimentar.

― Me bate na cara!Haaam! Pode bater, huuum! ― disse ela sempre falando e gemendo junto.

― Ta louca?! Eu não quero que seus pais pensem que tô te matando. ― reclamou Rael.

― Eu não ligo pra isso! Anda, Aaaaah! ― reclamou ela. Rael ficou em silêncio mantendo a movimentação.

― Marido, me bata! Me bata! ― Mara rugia. Rael se empolgou porque afinal estava tão bom.

Paaaf!

O tapa não foi muito forte, mas fez Mara virar o rosto de lado. Ela voltou ajeitando os cabelos.

― Me dar um tapa de verdade, marido, aaaah! Isso não machuca, uuuuh! Rael continuou ainda no vai e vem.

Paaaaaf!

Aplicou um tapa mais forte, ele percebeu que esse fez a coisa embaixo aperta mais ainda lá.

― Isso! Mais, aaaah! Mais! ― pediu ela.

Paaaaaaf!

― Outro! Marido, de novo! Aaaaah!

Paaaaaaf!

― Continua! Uuuaaaah!

― Paaaaaaaaf!

Rael estava dando o tapa e a porta se abriu. Natalia apareceu preocupada olhando a cena e acabou pegando os dois bem naquele estado: cama quebrada e Rael em pé, batendo em Mara enquanto transavam, ambos nus. Ela achou que Rael estava agredindo Mara e ficou preocupada. Depois ficou toda sem graça olhando os dois, porque não estava acontecendo nada do que ela pensou.

― Desculpem, a porta estava aberta e eu ouvi tantos barulhos…! ― depois de dizer isso ela bateu a porta e correu. Ela sentiu vontade de sumir mas já era tarde. Mara e Rael fizeram uma pausa.

― Marido, por que não fechou a porta? ― perguntou Mara.

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Nota autor: Tenho um anúncio importante a fazer: Devido a problemas pessoais, eu estarei pausando a novel por tempo indeterminado. Como eu queria tirar ela completamente do meu foco, dividi os últimos capítulos escritos em pequenos combos a fim de postar para vocês. Também fiz questão de deixar partes da história já resolvida para vocês não ficarem tão ansiosos, porque não sei se no futuro serei capaz de voltar a escrever. (talvez eu fique até sem lugar para morar).

Eu moro de favor com uma tia idosa e ela é aposentada, atualmente ela está doente e eu estou desempregado a cerca de 1 ano. Agora vocês imaginem minha situação atual: Eu me sinto até envergonhado de mim mesmo e preferia não ter que contar isso, porém, estou contando porque espero que vocês entendam que por mim eu ainda continuaria escrevendo e entregando esses e muito mais capítulos a vocês, mas a vida não vai me permitir no momento.

Atualmente eu cozinho, limpo a casa, faço tudo que posso pra ajudá-la, mas sem trabalho vocês já devem imaginar o destino que me aguarda, não? Então, estou também procurando emprego quando possuo tempo livre.
Eu não tenho inspiração nenhuma pra escrever no momento e é por isso que eu vou fazer uma pausa geral, sem garantias de retorno. Eu só irei retornar a escrever quando eu me sentir com o pé no chão outra vez.

Peço desculpas a vocês por deixá-los assim. Infelizmente eu não tenho outra escolha. Abraços e fiquem com Deus.

 


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