O Herdeiro do Mundo

105 - Rael e Natalia

Autor: Edson Fernandes da Costa | Revisor: Nego

Rael e Natalia ficaram se beijando por um tempo. Já não era um simples beijo com medo, era um beijo completo e puro, sem receio nenhum.

Natalia estava se esforçando porque queria definitivamente tirar Heitor da cabeça. Ela não estava achando ruim os beijos, embora quando lembrava que Rael era seu irmão ainda se sentia estranha. Rael percebeu que ela estava um pouco acanhada apesar de querer fazer aquilo e parou os beijos. Ele afastou a boca dos doces lábios de Natalia que ficou o olhando contendo a respiração.

― Tem uma coisa que eu preciso dizer antes. Nós não somos irmãos de sangue. Minha mestra conferiu o meu sangue, o seu e o dos seus pais. Tudo que Elisa fez foi me gerar, mas eu não puxei a linhagem de vocês. ― disse Rael. Natalia ficou paralisada com a nova notícia. Seus olhos ficaram até alargados.

― Você não é meu irmão? Como assim?!

― Eu sou um ser um renascido, é por isso que posso fazer coisas que ninguém mais pode. Embora tenhamos sido criados juntos eu não sou seu irmão de sangue. Se queria uma desculpa pro futuro, essa é a desculpa. ― explicou Rael.

― Por que não me disse isso antes? ― perguntou ela de volta.

― Porque não queria fazer parecer que estava forçando você. Deixei que fizesse sua própria escolha baseada no que acredita. ― explicou Rael.

― Você me fez de boba, eu to aqui tentando me acostumar com isso e só agora você me diz uma coisa importante dessas. ― reclamou ela.

― Você ainda ia querer mesmo assim? ― indagou Rael.

― Ia, mas agora fica um pouco mais fácil. ― admitiu ela.

― Podemos continuar? ― perguntou Rael olhando ela com um meio sorriso. Ele se apoiava por cima dela com um braço de cada lado.

― Podemos, mas eu não sei como fazer isso da forma certa… ― disse ela com vergonha.

― Não existe forma certa. ― disse Rael sorrindo antes de aproximar os lábios e beijá-la novamente.

                Eles ficaram por vários minutos apenas se beijando, como se estivessem se conhecendo melhor. Rael percebeu que ela ficou muito mais a vontade depois dele ter contado aquilo.

                Conforme ia beijando aqui e ali ele mesmo foi entrando no clima, embora não pudesse dizer se ela também estava. Natalia tinha aprendido a beijar com Rael, então ela se movimentava acompanhando ele, se ele cruzava língua, ela também cruzava, ela apenas ia seguindo o que Rael fazia.

                Eles pararam, Rael ajudou ela a se ajeitar na cama na posição central e subiu por cima dela de novo. Natalia, é claro, estava tensa. Afinal, qual garota não estaria? Ela não tinha coragem de tomar qualquer reação, apenas ficava na defensiva esperando. Rael não se importava com isso, ela não era nenhuma Rita que já tinha sido casada, ela era uma garota inexperiente no fim das contas.

― Se qualquer coisa incomodar você me avise. ― disse Rael olhando nos olhos dela, ele continuava por cima da garota.

Natalia agora já tinha o sexto reino, mesmo parecendo uma simples garota frágil sua resistência era bem alta, então o peso de Rael sobre o corpo dela não era nada.

― Eu aviso sim. ― concordou ela e foi beijada novamente por Rael. Mas dessa vez ele beijou rapidamente e passou para o pescoço da garota, beijando e chupando a pele dela.

                Natalia começou a se arrepiar inteira sentindo o fungado de Rael e os beijos quentes dele. Rael foi beijando e descendo pelos ombros dela. Ele começou a fazer a mesma coisa que Rita adulta havia feito nele naquela época. Conforme chegou no sutiã branco da garota ele parou por um instante e levou as mãos nas costas dela a ajudando a tirar. Os peitos pequenos de Natalia foram revelados. Ela apertava as mãos de vergonha mas não mandava ele parar e nem cobria a região, ela estava encarando o seu medo por dentro mesmo enquanto seu coração explodia.

                Rael não perguntou nada. Ele baixou os lábios e começou a beijar a ponta rosada do peito dela bem suavemente. No começou Natalia estava apertando as mãos e os dedos dos pés de tão nervosa que ficou. Mas conforme foi sentido a sensação boa se espalhando na região ela foi se soltando. Ela sentia os lábios e língua de Rael molhados em seu peito e isso também causava um pouco de cócegas, além da sensação confortável.

Rael não era nenhum profissional no assunto, mas ele beijava com carinho e cuidado com ela, e sempre fazia algumas pausas para observar as reações de Natalia. Conforme ele brincou com um por um tempo, passou para o outro e percebeu que os peitos dela pareceu ficar um pouco maior, alem disso as pontas tinham ficado durinhas.

                Rael foi baixando e beijando o ventre dela, depois chegou naquela região. Ele segurou a alça da calcinha branca e olhou a garota. Natalia tinha acelerado a respiração nesse ponto, porque agora Rael estava se dirigindo ao seu local especial.

― Posso? ― perguntou Rael olhando para Natalia.

― Pode. ― respondeu ela, mesmo ficando completamente tensa.

                Rael puxou a calcinha e retirou completamente das pernas dela até sair na ponta do pé. A garota ficou completamente nua, mas não ousou se mexer nem fugir. Mesmo que seu corpo implorasse pra ela fechar as pernas e impedir qualquer aproximação de Rael, ela não o fez. Ela só conseguia lutar contra o medo dela porque era ele, se fosse qualquer outra pessoa ela teria lutado com todas as forças junto com o desejo.

                Rael se virou encarando a da irmã. Aquela região dela era bem delicada e não era grande como a de Mara ou cabeluda quanto a de Rita. Ela era lisinha e rosada, nem chegava a ter aqueles lábios em volta. Rael achou ela linda mesmo sendo tão diferente, havia um tipo de sensualidade discreta.

                Ele não ficou pensando muito porque sabia que Natalia deveria está morrendo de vergonha. Ele baixou a boca e tocou os lábios por cima da região. O corpo da garota tremeu como se uma agulha tivesse encostado na pele. Rael parou tudo e olhou pra ela.

― Natalia? ― perguntou ele.

― Desculpe, estou meio nervosa… Mas o que você vai fazer? ― perguntou ela preocupada.

― Vou chupar você. ― disse ele sem a menor vergonha.

― Chupar? Isso é nojento. ― disse a garota formando uma meia careta.

― Nojento? Claro que não, até o cheiro é bom. ― disse Rael sorrindo. Baixou o rosto e voltou a tocar a boca por cima dela.

― Rael… ― ela ia dizer algo mais começou a morder os lábios.

                Natalia lutou por um momento para manter a posição enquanto Rael começava a beijar aquela região. Ela estava com muita vergonha, ainda mais pensando que era por ali que ela fazia neh…

                Rael não tinha nenhum nojo dela, nem mesmo quando chupou Rita. Primeiro ele beijou toda a região em volta para prepará-la, depois ele com os dedos cuidadosamente abriu a entrada rosadinha. Ele avançou com a língua e começou a trabalhar um pouco por dentro.

                Natalia que esperava por dor acabou se surpreendendo. Porque na verdade estava começando a ficar bom. Ela estava começando a se sentir bem e por isso foi relaxando cada vez mais os músculos do corpo. Quando Rael então começou a chupar o clitóris dela, aí que ela se desmanchou. Ela esqueceu até que estava nua.

                Rael percebeu que Natalia estava gostando, ele começou a se empenhar ainda mais. Ele ficou vários minutos beijando ela sem parar. Chupando o clitóris e lambendo dentro dela. Natalia já estava completamente molhada. Ela chegava a gemer baixinho enquanto fechava levemente os olhos.

                Naquele momento ela já tinha esquecido a situação que estava, tinha até mesmo perdido a vergonha. Ela puxava o ar e suspirava enquanto respondia aos impulsos do corpo tomado pelo prazer. Ela jamais pensou que sexo pudesse ser tão bom, porque a primeira visão que ela teve sobre o assunto foi o terror de muitas noites na vida dela.

                Rael estava tão duro por dentro que estava difícil se concentrar em continuar fazendo só aquilo. Ele tinha começado para agradar Natalia, mas conforme ela gemia e suspirava daquele jeito ele começava a ficar cada vez mais tenso.

                Não aguentando mais, ele fez uma pausa e empurrou as calças com cueca e tudo para baixo liberando ele. Natalia tinha parado de gemer assim que Rael fez a pausa e ela já olhou vendo aquela coisa grande. Rael estava subindo por cima dela.

O medo de Natalia voltou enquanto o coração dela disparou. Mesmo assim, ela não saiu e nem fugiu de Rael quando ele se ajustou na altura certa. Natalia ficou olhando para baixo vendo o tamanho daquilo. Rael estava já há muito querendo senti-la, mas quando viu como ela ficou ele pensou em recuar.

― Quer parar? ― perguntou ele olhando apreensivo a garota.

― Não, pode continuar. ― disse ela. E pra evitar ficar com mais medo ela virou o rosto de lado.

― Então eu vou começar. Se doer você me avisa que eu tiro. ― disse Rael preparando ele. Natalia ficou em silêncio.

                Rael ficou se apoiando com uma mão e com a outra ele apontava a cabeça. Primeiro ele esfregou passando levemente pela beirada, Natalia deu uma leve tremulada nas pernas. Olhando para o peito dela, podia-se notar a movimentação subindo e descendo acelerada. Ela estava tentando controlar a respiração que tinha perdido o controle. Porque agora sim, ela estava pensando que ia vim aquela mesma dor que veio da ultima vez.

― Vou colocar agora. ― disse Rael e lentamente foi colocando a cabeça. Ele se lembrava do que Mara tinha ensinado sobre a primeira vez ser bem dolorosa então ele estava tendo muito cuidado.

                Os primeiro impulsos recebidos por penetrar Natalia foram incríveis. Ela era tão apertada que fazia todas as beiradas serem tocadas e sentidas ao extremo. Rael teve vontade de estocar com mais força e mais fundo, é claro que ele se controlou mesmo sendo muito difícil. Ele parou tudo e olhou para a irmã, ele só tinha botado um pouco mais que a cabeça.

                Natalia apertou os dentes e fechou os olhos com força porque doeu sim um pouco, mas não foi nem perto como da outra vez. Agora mesmo com um pouco de dor ela sentiu prazer, na verdade esse prazer crescia superando a dor.

― Natalia? ― perguntou Rael esperando. Mesmo apenas parado sobre a mesma posição ainda estava bom. Ele sentia a garota pulsando sobre a cabeça de baixo dele.

― Continua… ― disse ela sem se virar. Rael entendeu aquilo como um “mais fundo”. Então Rael empurrou um pouco mais para dentro.

                Natalia gemeu e apertou as mãos com força. A dor era cada vez menor embora Rael estivesse colocando mais fundo. Em compensação o prazer que se formava era intenso. Natalia podia sentir Rael inteiro vibrando dentro dela, era uma sensação estranhamente boa e muito quente. Aquilo começou a ficar muito melhor do que quando estava com a língua, e ele nem estava se movimentando muito. Rael tinha colocado até a metade, ele estava com medo que ela não agüentasse o restante.

― Rael, é bom. ― disse a garota criando coragem e se virando pra ele. Bom? Aquilo era um máximo. Era a primeira vez que Rael se sentia tão conectado a uma mulher. Ele não sabia se isso era devido os sentimentos que ele tinha por ela, ou se era porque estava tão apertada.

― Eu vou enfiar um pouco mais, se fica ruim você fala. ― disse Rael. Ela fez um rápido sim com a cabeça. Ele avançou passando um pouco mais que a metade e nada da garota reclamar. Rael achou muito estranho Natalia ter um corpo tão pequeno de aparência e ainda ser tão funda.

― Para, começou a doer. ― reclamou ela. Ele quase chegou a colocar tudo, na verdade ele sentiu que bateu com a cabeça em uma barreira. Mas agora ela tinha a noção do que ela aguentava. Ele recuou para o alivio dela e esperou.

― Tá melhor? ― perguntou ele.

― Muito melhor. ― disse ela já aliviada que a dor passou.

                Rael retirou todo de dentro e olhou para ver se tinha sangue, a primeira vez com Mara tinha sangrado um pouco e quando ele pegou Heitor com Natalia ela também tinha sangrado. Rael notou que não havia nenhum sangue, apenas um melado transparente.

― Por que você tirou? Tava bom… ― reclamou a garota insatisfeita.

― Vou me mexer agora, se ficar estranho você me avisa. ― disse Rael e já enfiou de novo.

                Natalia se sentia no céu quando Rael a penetrava. Era tão bom que ela pensava que estava sonhando.

                Um vai e vem começou. Natalia continuava gemendo, mordendo os lábios, apertando as mãos e até os dedos dos pés, isso era devido os impulsos sexuais que eram tão fortes que chegavam a correr por quase o corpo dela inteiro.

                Rael era outro que estava sentindo bem. O corpo de Natalia podia não parecer delicioso com os de alguma adulta, mas em compensação aquela penetração pegajosa, quente e apertada estava em outro nível. Em menos de um minuto Rael suavizou o vai e vem porque começou a gozar e, no meio do processo, ele tomou os lábios dela e a beijou junto. Sentindo os lábios macios dela de cima e de baixo, levaram Rael ao êxtase, ele gozou intensamente. E foi por vários segundos.

                Natalia se sentiu sendo preenchida embaixo enquanto recebia os quentes beijos dele. Em seguida ele desabou respirando ao lado da cabeça dela. Ambos ficaram respirando mas sem tirar de dentro. Um líquido branco escorria sutilmente do lugar.

― Eu sei que você quer mais, só me dê um tempo para respirar um pouco. ― disse Rael com o rosto do lado dela. Ela abraçou Rael sorrindo em resposta e fechou os olhos, mas dessa vez ela o fez por se sentir muito confortável. Ela nem se lembrava mais da dor que teve com Heitor. Estar com Rael para ela estava sendo a melhor experiência de toda a vida dela, tirando a notícia de saber que ele era ele.

― Rael, você quer ter um filho comigo? ― perguntou ela, despertando a curiosidade de Rael.

― Você quer um filho? ― perguntou Rael surpreso.

― Se for com você eu quero. Você e Mara iam ter um, não iam? Eu ia adorar ter um filhinho com você ― disse ela. Eles ainda estavam encaixados, ela continuava sentindo aquela ótima sensação por dentro.

― Quando você tiver mais idade para seu corpo suportar faremos um. ― disse Rael voltando a se ajeitar por cima dela pra começar outro vai e vem.

― Mas quando um homem termina assim dentro não gera filhos? ― perguntou ela.

― Gera sim, mas eu tomo uma coisa que evita ter filhos em horas erradas. É por isso que não existe nenhum perigo de gravidez. ― explicou Rael.

― Então por que minha prima chegou a engravidar?

― Na época eu não estava tomando. Por enquanto você não tem idade para ser mãe. Vamos deixar isso para o futuro, está bem? ― perguntou Rael.

― Está bem. ― concordou ela e já começou a gemer conforme Rael iniciou a nova rodada.

 


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