O Herdeiro do Mundo

093 - Rita X Rael

Autor: Edson Fernandes da Costa | Revisor: Nego

Rael foi despertado quase pulando da cama e só parou porque viu Rita. Rita estava completamente nua e com um rosto bem sensual enquanto escalava Rael, engatinhando por cima dele.

O quarto estava escuro, mas tinha uma pequena iluminação, uma lamparina que vinha do corredor, essa fraca luz passava pela brecha da porta iluminado um pouco a cama, isso fazia com que Rita pudesse ver as formas em sombra.

― Rita? ― perguntou Rael, ainda de olhos arregalados e coração batendo forte. Ele chegou a levantar uma parte da cabeça se apoiando nos braços, ela o empurrou de volta na cama com os dedos da mão direita forçando o peito dele. Rael mal teve a cabeça encostada na cama e já teve seus lábios tomados pelos fartos lábios de Rita. Ela chegou beijando ele de língua, sem a menor vergonha. Rael nem tentou resistir, aquilo era um ponto que Rael definitivamente era fraco, ainda mais sendo uma mulher que ele já conhecia.

― Desculpe se pareço estranha… ― disse Rita parando de beijar Rael só por um tempo, a respiração dela estava completamente alterada. ― Depois de tudo que você disse que eu seria pra você, eu não consegui evitar. ― Ela mal acabou de falar, já fechou os olhos de novo e mergulhou de volta na boca de Rael. A forma que Rita o beijava, a maneira como ela movia deliciosamente os lábios, já deixava Rael completamente louco. Ela chupava e mordia os lábios de Rael com tanta vontade que as vezes quase chegava a machucar.

Ela não parou ali, foi beijando e descendo pelo pescoço de Rael, passando a língua pela pele dele, as vezes ela parava e chupava algum local. Rael ficou ali travado se sentido dominado mas adorando toda aquela dominação, Mara nunca tinha agido assim com ele antes.

Rita continuou descendo e foi chegando naquela parte, ela puxou as calças de Rael junto com a cueca, liberando ele. No mesmo instante, ela parou olhando aquela coisa dura e grossa pulsando diante dela.

― Nossa, você é bem grande para alguém da sua idade. ― disse ela com uma voz tão sexy que deixava Rael ainda mais tenso.

Rael olhava Rita com expectativa enquanto via ela segurar ele com as duas mãos, ela sacou a cabeça e mergulhou os lábios sobre ele. Rael claro que nunca tinha tido tal experiência ficou surpreso, mas no momento que sentiu os lábios macios dela e a boca quente beijando, esfregando a língua na cabeça, ele simplesmente pirou. Rael fechou os olhos e soltou um baixo gemido enquanto apertava os panos da cama. Ele não pensou que a boca também poderia ser usada naquele sentido.

Rita estava passando a língua e chupando, ela também brincava com as mãos fazendo carinho enquanto continuava alisando Rael.

Conforme ela chupava ela percebeu que Rael estava vibrando um pouco mais que o comum, então ela apertou a cabeça de Rael com o polegar impedindo que ele continuasse o que estava perto de fazer.

― Nem começamos e você já quer gozar? ― perguntou ela. Rael ficou respirando na cama tentando relaxar.

― Eu nunca tinha feito desse jeito. ― disse Rael. Rita continuou segurando a cabeça de baixo dele com o polegar. Depois que ela percebeu que ele se acalmou ela soltou o garoto e subiu escalando Rael novamente.

― Então, porque você não treina comigo? ― perguntou ela e se ajoelhou por cima do rosto de Rael, ficando com um joelho de cada lado. Ela forçava a dela rosada contra o rosto dele, se apoiando com os joelhos, pernas e mãos. Rael podia ver bem a dela peluda em sua frente, ele entendeu o que ela queria. Mesmo começando com um pouco de timidez, ele levantou as mãos agarrando a bunda dela e avançou com a língua. O gosto que ele sentiu era um tanto peculiar, nem chegava a ser azedo nem doce é claro, era um pouquinho salgado mas nem tanto, tinha também um cheiro de sabonete. Rael começou timidamente com a língua e conforme Rita gemia, ele foi criando mais coragem e avançando a língua para dentro da dela. As vezes ele deslizava por fora, pelas beiras dos lábios laterais, as vezes por dentro. Rita deixou que ele brincasse da maneira dele com a dela por um tempo, depois achou melhor dar algumas dicas.

― Chupa essa parte aqui. ― Rita estendeu a mão apertando com os dedos uma área mais acima da dela, onde tinha uma pequena formação meio redonda. Rael não se importou e se ajeitou melhor para chegar ao local sem muita complicação. Logo ele começou a chupar e beijar o local. Rael não tinha nenhum pingo de nojo, mesmo sendo a primeira vez que ele fazia aquilo. A cada chupada que Rael dava nela, seu ele de baixo ficava ainda mais duro, era uma coisa muito excitante. Ele percebeu que Rita começou a gemer um pouco mais, pelo som que ela fazia com certeza não estaria fingindo.

Rael ficou chupando ela por cerca de vários minutos, no qual ela continuava gemendo deliciosamente. Depois ela saiu de cima dele e foi engatinhando voltando para baixo.

― Quando for chupar uma mulher, chupe bem a região que falei porque é onde sentimos mais prazer. ― disse ela e beijou os lábios de Rael sem se importar, enquanto ia se ajeitando melhor por cima dele. Quando Rael percebeu ela já estava segurando o dele mais uma vez e se sentando próximo ao local.

Depois de vários minutos de chupadas, ele já estava mais do que louco de senti o corpo dela por dentro. Ela segurava o de Rael e esfregava a cabeça entre os lábios laterais da coisa dela passando levemente por dentro, isso fazia Rael ficar doido porque não via a hora de poder sentir.

― Você quer? ― perguntou ela, provocando Rael enquanto mordia levemente os lábios.

― É claro que eu quero! Vai logo com isso! ― disse Rael apressadamente. Ele sentia que poderia gozar mesmo sem penetrar ela de tanta vontade que estava.

― Faça a mesma coisa com uma mulher quando você tiver a chance e você terá resultados incríveis. ― disse ela preparado e terminando de se ajeitar. Ela segurou ele e lentamente o colocou para dentro.

Rael relaxou e quase perdeu a respiração sentindo toda aquela extensão de prazer quando finalmente penetrou na de Rita. Ela estava muito quente, praticamente pegando fogo, bem suave e molhada. Os dois estavam completamente no clima. Os impulsos elétricos de prazer atingiram Rael com força, ele quase podia senti Rita inteira, foi uma sensação de completude que ele nunca sentiu antes. A sensação não era muito diferente de quando estava com Mara, mas com Rita pareceu ser muito mais intenso.

Rita quase se desmanchou sentindo Rael vibrando tão intensamente dentro dela. Fazia tempo que ela não sentia aquele prazer, e que prazer! Nem mesmo com Tomas, seu marido de vários anos, onde fizeram tantas experiências loucas, ela nunca se sentiu daquele jeito. Parecia que o de Rael tinha alguma coisa diferente. Ele pulsava dentro dela com força e a invadia deliciosamente, dando a ela sensações únicas, ela até se arrependeu um pouco de não ter colocado ele antes.

Depois de colocado Rael não aguentou nem trinta segundos do vai e vem e já começou a gozar. Rita sentiu ele se derramando dentro dela e não o culpou, os dois tinham ficado tanto tempo nas preliminares que ele estava mesmo no auge. Sem mencionar que antes ela o impediu, então aquilo era bem comum.

Rael ficou olhando ela parada por cima dele, embora ainda estivessem encaixados, ela tinha parado pra deixar ele respirar. Olhando a região, Rael viu o liquido branco descendo sutilmente. Em pensar que ele teria tal prazer com essa mulher. Rita ficou um tempo estudando Rael, ela não entendia porque com ele o prazer de fazer aquilo era muito maior. Não era a questão de preliminares porque mesmo agora apenas parada, ela podia senti seu corpo ser consumido por ele. Rael vibrava de uma forma única dentro dela, ela sentia prazeres que pareciam tocar na própria alma. Ela podia dizer que seu próprio corpo tinha completa aceitação do de Rael.

Rael apesar de ter botado muito liquido para fora, ainda estava com vontade de continuar sentindo a coisa maravilhosa de Rita, ele queria mais daquela sensação, afinal eles brincaram mas eles só fizeram amor mesmo por pouco tempo, nem por um minuto direito.

― Por que você tá parada aí? Continua… ― disse Rael e levantou as mãos segurando os peitos pontudos dela. Rael percebeu que as mulheres quando começavam a transar ficavam com as pontas dos seios bem durinhas. Rita não tinha os seios perfeitos como os de Mara, eles eram levemente caídos mas não muito, mesmo agora eles tinham até se levantado um pouco devido as pontas terem ficado durinhas.

― Se você quer, como eu posso recusar? ― perguntou Rita mordendo os lábios. Ela levantou o rosto, fechou os olhos e começou a galopar sentindo toda aquela explosão de prazer que corria dentro dela. Ela não tinha experimentado muitos homens, apenas seu marido e Rael agora, mas ela podia dizer, com toda certeza, que Rael não era normal. Havia algo nele que fazia ela se sentir muito mais intensa.

Enquanto ela galopava voltando a intensificar o prazer entre os atritos de pele com pele, Rael brincava com os peitos dela, massageando as mãos.  Os dois ficaram assim por cerca de sete minutos e ela fez uma pausa pra descansar.

Rael puxou ela pela cintura a fazendo se deitar. Depois ele girou ficando por cima dela. Encaixou de novo dentro e começou o novo vai vem, deixando Rita mais uma vez louca. Ela ocasionalmente baixava a mão e esfregava o clitóris. Rael ficou vendo ela fazer isso com um estranho ar de confusão, mas o rosto que ela fazia de prazer e os gemidos intensos dela faziam ele querer fazer cada vez mais. Os dois estavam bem suados, mas nenhum se importava com esse fato, tudo que importava era a transa.

Não demorou mais do que alguns minutos para Rita começa a gemer e a morder os lábios. Ela agarrou Rael pelas costas com tanta força que, se não fosse pela sua resistência do quinto reino, ele teria sido machucado pelas unhas dela que travaram nas costas dele. Ela o apertava e gemia alto, fechava os olhos como se tivesse saindo de si, o corpo dela parecia estar explodindo de tesão. Rael sentiu a dela apertar tão intensamente o dele naqueles segundos que ele praticamente não conseguiu segurar e logo eram os dois gemendo ao mesmo tempo enquanto Rael explodia mais uma vez enchendo Rita.

Os dois pararam quase a mesmo tempo ainda mais suados e com as respirações descontroladas. Rael tirou de dentro dela e o liquido branco escorreu na virilha de Rita. Os dois ficaram deitados lado a lado de barriga para cima olhando o teto junto com ela. Agora o de Rael tinha amolecido.

― Sinto muito por te atacar a noite, não é todo dia que um homem chega e diz que sou tão especial assim. ― disse Rita virando o rosto de lado para Rael.

― Sentir o que? Eu tenho é que agradecer você. Que transa foi essa! Você é uma delicia! ― disse Rael se virando para ela. Os dois ficaram se olhando. Rita podia ver Rael só bem de perto como agora. Mas ela não via tão perfeitamente como ele a via.

― Fazia tempo que não me sentia tão bem assim… ― disse ela sorrindo satisfeita.

― E foi a primeira vez que eu tive uma transa assim. Nossa… ― disse Rael.

― Fico feliz que você tenha gostado.

― Eu adorei! ― admitiu Rael.

― Eu acho que depois dessa vamos precisar de um banho. ― disse ela se levantando. Rael puxou ela pelo braço.

― Quem disse que eu acabei? ― perguntou ele.

― Você ainda tem fogo pra mais? Me surpreenda então garoto. ― disse ela sorrindo e já se virando subindo por cima de Rael que voltou a ficar duro…


(Nota autor: Eu antes usava instrumento e fenda, mas ficava mais esquisito do que realista as cenas. Então decidi simplifica para ele, dela ou coisa. Eu tinha posto o normal mas um leitor que leu antes deu sua opinião que não ficaria muito agradável)


Depois de varias horas e testando muitas posições diferentes os dois pararam e foram para o banho juntos. Rael começou a lavar as costas nua de Rita na banheira, semelhante a cena com Mara, só que ao contrario.

― Posso perguntar, como ficamos nós dois? ― perguntou Rael enquanto lavavas as belas costas de Rita.

― Continuamos do mesmo jeito. Isso foi uma mera aventura, Rael. Eu já tenho filho e sou uma mulher viúva, eu nem deveria ter transado com você, mas é que eu não aguentei. Hoje em dia é difícil achar alguém de confiança.

― Se você quiser eu posso levar você para o outro lado. Você pode trazer seu filho e ser minha mulher. Seus pais do outro lado estão vivos. ― disse Rael. Rita arregalou os olhos pensando naquela estranha situação. Por um instante ela quase vacilou.

― Eles podem estar vivos lá, mas não faço parte daquele mundo. E não se esqueça que existe uma versão minha mais nova que você citou antes, o que ela acharia de encontrar uma outra ela mais velha e com filho? ― perguntou Rita.

― O que importa o que ela ache? Tudo o que importa é se você quer ir. Minha mestra mora em uma caverna separado da cidade, você poderia ficar lá.

― Eu não vou tomar o meu próprio lugar Rael, não posso fazer isso comigo mesma, não seria justo. Eu odiaria ser nova e ter alguém mais velha tentando tomar você de mim. ― explicou ela.

― Isso não é problema, homens podem ter varias esposas. ― disse Rael.

― Eu não vou pro seu mundo, isso foi só uma transa, e por mais que eu tenha gostado eu não posso simplesmente pegar meu filho minhas coisas e partir. Eu nem sobreviveria lá fora por muito tempo ― disse ela. Rael teve vontade de dizer que a protegeria, mas não conseguia garantir aquilo uma vez que seus inimigos eram completamente estranhos.

― Você não pode continuar morando sozinha nesse mundo, é perigoso. ― insistiu Rael.

― Foi por isso que eu pensei por um momento que não deveria me envolver com você. Não queria que você se apegasse a mim da forma que está tentando se apegar. Você ainda é novo pra saber. Mas existem vezes que as pessoas só querem uma aventura sem compromisso, como agora. Por mais boa que seja, ela será só uma aventura.

― Mas eu não vou consegui esquecer você. ― disse Rael.

― É por isso que as aventuras são inesquecíveis. Você nunca sabe o que pode rolar ou quando vai rolar. ― disse Rita.

― Então não deveria me apegar? Foi incrível aquela transa! Eu simplesmente não consigo tirar da cabeça nem por um instante. ― disse Rael.

― Foi uma aventura. Se você vier me visitar mais vezes eu não vou negar fogo para você, mas não posso partir desse lugar. Não acho certo. Mesmo que seja pra ver meus pais mortos e ficar com você, algo em toda essa sua história não me convém.

― Certo, uma aventura. ― disse Rael se contentando. Afinal, por mais que ele falasse ela não mudava de ideia.

― Isso, assim é que se fala. ― disse ela olhando Rael de lado.

― Se você diz… ― concordou Rael sem dizer mais nenhuma palavra e abraçou o pescoço dela por trás em silencio. Mesmo que fosse uma aventura, ele não ia tratar ela tão friamente como ela estava fazendo agora.

Rita entendia os sentimentos de Rael, mas ela não ousaria ir para um mundo onde existe outra versão dela mais nova que nem viveu ainda. Ela não achava justo tirar isso dela. Rael era mesmo um jovem incrível que fez ela subir pelas paredes com apenas uma transa, mas não poderia passar disso.

Ela também ficou em silêncio sobre o abraço de Rael enquanto seu coração apertava por dentro. Quanto tempo fazia que ela não se sentia amada? Ela poderia dizer que era uma aventura e mentir para Rael mas, a verdade mesmo é que seu coração desejava partir com aquele homem sem olhar para trás. Se não existisse outra dela do outro lado ela com certeza teria aceitado. Porque ela percebeu o que carinho que Rael sentia por ela era real.

― Buaaaaaaaa! ― Nicolas começou a chorar do quarto. Rael teve que soltar Rita que saiu pelada do banho e foi ver o filho. Rael acabou se levantou da banheira em silêncio, enquanto pensava sobre o estranho dia de hoje.

 


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