O Herdeiro do Mundo

047 - Novamente na Mansão

Autor: Edson Fernandes da Costa | Revisor: Sneed

Uma vez que foram anunciados em uma grande multidão. O nome Samuel agora alcançaria todo o continente Sul pelo fato de ter se tornado noivo de Mara. Não haveria mais ninguém que não iria saber sobre ele.

Os outros Elders que estavam com Rayger inspecionaram a força de Rael e ficaram satisfeitos. Rael já estava quase no quarto reino aos olhos deles. Mas aquilo não parecia ser grande coisa. Havia muitos noivados ocorrendo ultimamente e dentre eles haviam muitos noivos mais poderosos, o que eles não sabiam é que Rael tinha apenas quinze anos. Se soubessem ficariam muito chocados.

Depois daquilo Rayger fez um sim e Mara e Rael desceram juntos ainda de mãos dadas. Rose se aproximou e se juntou a eles pelo lado livre de Rael, depois seguiram para a multidão.

Moraes aproveitou uma pausa fornecida pelos Elders e distribuiu rapidamente as cinquenta moedas de ouro para os participantes poderem sair da parte central da praça.

Cinco minutos depois a parte central estava livre de pessoas e os sete Elders conversavam entre si no palanque. Algo foi decidido entre eles, algum detalhe esquecido e anunciaram.

― Nossa família perdeu oito importantes juniores e não podemos ignorar esse fato. O culpado foi claramente o vice que faz parte do conjunto de poderes que domina essa cidade e fizeram parte da criação desse evento catastrófico. Embora o vice não esteja mais aqui para colhermos novas informações, alguém deve assumir a culpa. Depois de uma reunião consideramos que toda a família do vice e do prefeito são culpadas. Todos foram condenados a morte por decapitação. Ou então nos entregarem um total de vinte mulheres tiradas de suas famílias, com idades entre quinze e trinta anos no máximo ― disse Rayger.

A multidão ficou em silencio completo. Estava obvio o que eles queriam. As famílias não iam aceitar serem mortas miseravelmente, então só poderiam entregar essas mulheres que virariam escravas da família Torres.

Mara, Rose e Rael saíram da multidão se afastando. O mais importante já tinha sido feito. Os próximos anúncios não interessavam Mara nem mesmo Rael, então eles se retiraram.


O grupo Asas da Fênix estavam na multidão. Isabela sempre dava uma escapada olhando na direção de Rael ocasionalmente e naquele momento os pegou indo embora. Bryam a muito já tinha notado o interesse de sua líder.

― Parece que Samuel é cheio de surpresas, quem ia imaginar que ele teria duas noivas? Me pergunto se ele realmente tem apenas quinze anos, até eu me sinto com um pouco de inveja ― disse Bryam não só para Isabela como para as outras duas também.

― Ele não é nada mal, não sei como dizer, mas ele é muito atraente ― admitiu Luana.

― Para alguém conseguir atrair a atenção da nossa líder deve ser mesmo bem diferente ― disse Bryam.

― Vocês acham que eu to interessada nele? Eu to olhando porque to pensando em uma maneira de matá-lo. Seus tapados! ― reclamou Isabela irritada se virando e olhando outra direção. Tudo era tão obvio que até a tímida Sofia percebia.


Rael não ficou pensando e em nenhum momento sentiu qualquer culpa pelas vinte mulheres. Ele sabia que destruir a família Torres não seria uma tarefa fácil, era inevitável que não envolvesse mais pessoas pelo meio, e até inocentes. Rael se lembrava das testemunhas que teve que matar do grupo Sangnos antes. Ele pretendia sim destruir as cinco famílias, mas gostava de criar um motivo ou uma razão para fazer aquilo. Tudo que ele tinha contra a família Sangnos era a história de uma mulher chamada Janete que cruzou o seu caminho e ele não tinha ideia se ela voltaria novamente.

Mara tinha ficado muito chateada de Rael ter dado a armadura mágica para Rose. Não era a questão de a armadura ser boa ou coisa assim, a questão é que Rael parecia se importar apenas com Rose e isso deixou ela muito chateada. Ela reclamou quase o caminho inteiro voltando para a mansão e Rael não dava sinais de se importar o que deixava ela ainda mais irritada. Rose não deu importâncias as brigas de Mara porque apesar de a envolverem, não era diretamente a ela.

Na mansão, no quintal Rose testou a armadura ativando-a. O corpo dela foi coberto do pescoço para baixo por uma armadura brilhante de cores mescladas entre vermelho e azul. Os cabelos de Rose ficavam por fora da armadura. O peito da armadura tinha uma junção de vários metais decorrentes, que quase lembravam raízes de uma arvore em linha reta. Varias partes brilhavam entre azul e vermelha. A armadura destacava bem as curvas de Rose e tinham até o leve formato tímido dos seios.

― Como ficou a movimentação? ― perguntou Rael curioso olhando. Rose se movia a frente dele, movimentando braços e pernas enquanto testava.

― Ficou boa, é bem leve e confortável ― disse Rose de volta.

― Isso é muito bom ― disse Rael.

Mara estava no quarto dela irritada com Rael. Por isso os dois estavam sozinhos.

― Rael você não acha melhor ir ver sua noiva? Ou vai continuar deixando ela furiosa com você? ― perguntou Rose preocupada.

― Eu ainda não sei o que vou fazer com ela ― disse Rael de volta.

― Melhor você começar indo atrás dela ― disse Rose.

― Prefiro passar meu tempo com você ― disse Rael sem pensar muito.

― E seus planos como ficam?

― Ela já é minha noiva, e o casamento já está marcado, eles não vão voltar atrás por causa de qualquer motivo banal.

― Você não tem como ter certeza sobre isso, eu acho melhor você não arriscar ― disse Rose.

― Mantenha contato se algo acontecer ― disse Rael concordando. Rose fez um sim com a cabeça e continuou fazendo movimentos com a armadura, como pular, dar estrelinhas, ela estava testando toda a elasticidade.

Rael bateu na porta do quarto de Mara e a mesma abriu. Quando ela viu que era Rael procurou se fazer de difícil e forçou a porta contra ele. Rael obviamente não deixou segurando a porta e empurrou para frente terminando de abrir, depois entrou.

― Qual é o seu problema? Venho aqui ver você e quer bater a porta na minha cara? ― perguntou Rael irritado.

― Qual é o seu problema! Você nunca pensa em mim só na Rose! E isso porque já estamos com casamento marcado! Já está mais do que na hora de você apresentar um pouco de sentimentos por mim, pelo menos fingir que tem! ― reclamou Mara e virou-se irritada dando as costas para Rael.

Rael fechou a porta atrás e caminhou em silencio para perto de Mara. A mesma agora estava parada na janela olhando o quintal lateral da casa. Os muros impediam a visão da rua. Então tudo que ela estava olhando era o jardim encostado a parede.

― Você não pode dizer essas coisas de mim ― disse Rael e chegou a envolvendo por trás em um abraço apertado cintura dela. Ele jogou o próprio rosto contra o dela. ― Você é uma mulher rica, tem de tudo, não precisa de qualquer presente. Não há motivos pra você ficar irritada. Você sabe que eu e Rose nem podemos no encostar assim devido aquele problema. Tudo que me resta fazer por ela é dar presentes ― disse Rael no ouvido dela. Mara não pôde dizer nada a não ser concordar, agora que ela conhecia a situação de Rose era mais fácil para Rael trabalhar numa desculpa.

― Eu ser rica não quer dizer que não gosto de ser mimada ― reclamou a moça. Rael subiu suas mãos invadindo por dentro a blusa de Mara e ali mesmo na janela apertou suavemente os peitos da mesma. Em seguida ele a imprensou contra a janela e chupou o pescoço dela por trás.

― Samuel! Aqui não! Aqui não! ― Reclamava ela com Rael, mas não lutava contra, e nem tentava impedir a continuação daquilo. Enquanto beijava Mara Rael pensou em Isabela, se lembrando daquele beijo deles. Até aquele momento tinha sido o melhor beijo de Rael, então ele virou Mara de frente e tomou os lábios dela, desejando sentir pelo menos algo próximo aquilo. Mara fechou os olhos junto com Rael e os dois mergulharam em um intenso beijo. Os impulsos sexuais se espalharam entre os dois.

O beijo com Mara não chegava muito perto do que teve com Isabela, mas Rael trabalhou bem a imaginação e conseguiu um resultado até positivo fazendo os pensamentos de ódio por Mara desaparecerem durante o beijo. Mara até estranhou aquele beijo diferente de Rael, era como se ele estivesse sendo mais suave com ela, mais romântico ou algo do tipo. Houve até mesmo chupada nos lábios e leves mordidas.

Rael afastou Mara de lado e fechou rapidamente a janela no trinco. Virou-se de volta para ela com um pouco de fúria. Porque Rael dessa vez queria continuar com aquele desejo até o fim e entender todo o segredo por trás.

― Espera a porta ― disse Mara antes que Rael pudesse agarrá-la novamente.

Depois de Mara fechar a porta, ela mesma parou em pé e retirou a blusa, saia e sandálias ficando apenas de calcinha e sutiã. Ela se aproximou lentamente de Rael com o rosto todo vermelho, mas ela já estava decidida sobre aquilo, mesmo antes de Rael participar do evento. Rael não podia negar que Mara era mesmo bonita, se não fosse o fato de ser sua própria prima da família Torres, tudo seria tão diferente.

― Agora é você ― disse ela. Rael entendeu e retirou tudo ficando apenas de cueca na frente de Mara. Os dois se olharam correndo os olhos um pelo outro. Rael também estava decidido a usar Mara para entender todo aquele desejo que queimava quando beijava uma mulher ou as vezes até quando olhava.

Mara deu um passo a frente e tocou o braço azul de Rael com um pouco de curiosidade, ela estendeu a mão e passou tocando por todo ele até chegar na mão de Rael. Rael deixou ela fazer isso enquanto ambos estavam em silencio. Quando a mão dela segurou a de Rael ele apertou a mão dela de volta e ela levantou a mão dele no ar.

― Sabe Samuel, eu sempre achei que minha primeira vez fosse ser com um cara estranho escolhido pelo meu pai pelo bem do nosso clã. Nunca pensei que eu mesma fosse escolher essa pessoa. Estou feliz por essa pessoa ser você, então vou entregar meu bem mais precioso a você ― disse ela e soltou a mão de Rael.

― O que quer dizer com isso? ― perguntou Rael confuso.

― Minha primeira vez ― disse Mara um tanto envergonhada.

― Entendi ― disse Rael de volta.

Mara retirou o restante das roupas ficando completamente nua. Deixando Rael ter aquela visão fenomenal. Bicos perfeitos e pontudos, curvas sensuais destacadas sobre uma linda pele morena clara, um lindo ventre, descendo os olhos um belo par de pernas e a parte mais importante. Mara era completamente raspada, Rael podia ver as dobrinhas timidamente vermelhas.

― Não fica me olhando muito, da vergonha ― disse Mara cruzando as pernas escondendo a coisa dela de Rael.

― E você não vai tirar? ― perguntou ela olhando a cueca com um monte levantado. Rael não se importou em descer a cueca e deixar ela ver o instrumento.

Mara ficou olhando por um tempo. Rael estava bem duro, ficar de frente a Mara nua não era brincadeira, ele não conseguia controlar aquela forte sensação que se espalhava naquela região e nesse momento, ele nem precisava pensar no beijo com Isabela para esquecer do ódio que tinha por Mara.

Mara o puxou para a cama e Rael deitou por cima dela. Os dois começaram uma nova rodada de beijos quentes, muito mais intensos do que de antes. Porque agora o instrumento de Rael constantemente estava roçando a coisa de Mara, eles simplesmente ficavam loucos. Beijos, passadas de mãos. As coisas foram ocorrendo e Rael não sabia qual seria o próximo passo ao certo. Tudo que ele sabia é que já estava bom.

Rael apertava com freqüência o instrumento contra as pernas de Mara porque lhe dava uma ótima sensação, embora não chegasse a completar o ato. Mara já estava de pernas abertas e desesperada por aquele momento. Porque Rael frequentemente empurrava aquele instrumento vibrante próximo ao seu local precioso, mas nunca penetrava.

Os dois já estavam no auge do que se poderia dizer de desejos de um pelo outro. Mara sabia que podia ficar melhor, mas Rael não e os dois continuavam naquele amassa, amassa beijo, chupões e abraços apertados.

― Samuel não aguento mais! Ponha logo ele! ― reclamou Mara tentando conter a respiração. Rael parou confuso sobre ela.

― Por o que? ― perguntou Rael.

― Dentro Samuel! Dentro! ― repetiu ela e olhou para a parte de baixo. Rael confuso olhou também. Mara não podia adivinhar que Rael não sabia de nada, então ela achou que tudo aquilo eram preliminares.

Rael se lembrou das palavras de Violeta sobre juntar as coisas e desde que ele olhou a de Mara, notou que a dela havia uma fenda misteriosa. O dele era como uma espada então ele deveria encaixar? Rael ficou pensando se lembrando das palavras de Violeta. Ele segurou com a mão seu instrumento e lentamente estocou contra a fenda dela.




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