Evil Emperor’s Wild Consort

218 - O príncipe inútil (Parte 1)

{{Vi que algumas pessoas reclamaram da tradução. Na medida do possível tento fazer o melhor pros leitores na medida em que mantenho as coisas pessoais como família, trabalho e mestrado em ordem, não vou editar o capítulo anterior nem nada senão, quem chegar até aqui não vai entender a nota. Só havia mudado o nome de família/sobrenome pro lugar em que usualmente fazemos no Brasil pra facilitar pra quem não está acostumado com o hábito inglês de usar o sobrenome antes do nome. Se eventualmente aparecer algum nome trocado nos próximos capítulos foi porque esqueci de alterar o que já estava traduzido, claro que, se você está no capítulo 200 já sabe que Gu é o sobrenome da menina e talvez não saiba mas Xiao é só um jeito carinhoso de falarem os nomes, meio bobo inclusive, é isso, Illusia}}Na Cidade Imperial no Reino da Tartaruga Negra.

Gu Ruoyun estava andando nas ruas movimentadas com suas mãos atrás da cabeça como se tentasse se proteger da barulheira da rua. Ela estava profundamente pensativa.

— Agora que cheguei no Reino da Tartaruga Negra, não tennho certeza de que conseguirei entrar na Cidade Paraíso. Bem, quando eu chegar lá darei um jeito, um passo de cada vez.

Conforme pensava, ela notou um cara gordinho correndo na direção dela de repente. Sua cabeça virou para olhar para trás e ele não notou Gu Ruoyun que estava bem na frente dele. Se ela tivesse percebido ele antes, talvez tivesse conseguido se esquivar, mas, na hora que ela se deu conta o gordinho já estava praticamente na cara dela...

Quando ela viu isso, ela reuniu a energia dentro de si rapidamente. Logo se ouviu um grande barulho. Um corpo pesando mais ou menos 250 quilos atravessou o céu fazendo um arco antes de grosseiramente cair no chão...

Boom!

Logo depois de cair, ele começou a fazer barulho: — Quem? Quem foi o filh* da p*ta que se atreve a conspirar contra mim, o Príncipe! Filho de uma p*ta, você deseja morrer? Ai! Acho que quebrei minha cintura.

Entretanto, mais do que depressa o Príncipe calou a boca.

Um monte de jovens, todos bem vestidos, apareceram diante dele e correram para o cercar enquanto eles ofegavam. Um a um, eles começaram a falar de maneira feroz.

— Pang Ran, se você puder, continue a correr! Você não é capaz de m*rda nenhuma a não ser fugir!

— Filho da p*ta, é sério?! Eu perseguirei você até a morte. Agora vamos ver até onde você será capaz de correr!

— Maldito balofo, eu realmente não sei o que você come. Mas fico doente só de ver todos esses pedaços de carne no seu corpo.

Pang Ran riu enquanto suas bochechas balançavam.

— Queridos irmãos e irmãs, por favor sejamos mais tolerantes em relação a mim, tá? Eu já tenho sido tão criticado por vocês e já perdi tantos quilos, então, por favor, me deixem em paz.

— Te deixar em paz? Hoho, meu humor está muito ruim. Foi difícil, mas, agora, nós finalmente o alcançamos e poderemos descontar tudo em você. Seríamos uns filhos da p*ta idiotas se deixássemos você ir. Então gente, espanquem ele, espanquem muito! Mas não o matem!

O jovem, que parecia ser o líder, riu de um modo sarcástico e frio antes de levantar sua perna e marcá-la maldosamente no corpo do outro. Isso chocou tanto Pang Ran, mas tanto, que ele entrou em pânico e usou suas mãos para cobrir seus olhos enquanto seu corpo inteiro tremia violentamente.

No entanto, a dor que ele esperava não chegou. Pang Ran lentamente abriu seus dedos e, cuidadosamente, olhou. Ele viu que a perna que supostamente deveria acertá-lo foi erguida por um braço fino.

Ele moveu seus olhos para cima e por um momento, um indiferente porém belo rosto apareceu diante dele.

A garota estava segurando a perna do jovem firmemente. Seu rosto estava imperturbavelmente calmo e ela não se incomodou pelos gritos de raiva dos jovens.

Nesse momento, o rosto agitado de Pang Ran se encheu de lágrimas, que escorriam por suas bochechas. Ele pensou que ia apanhar novamente e não esperava ser resgatado por ninguém. Ela era uma deusa que veio do céu para salvá-lo.

— Porra, Menina! Você quer ser uma intrometida?

O rosto do jovem estava medonha de sinistra conforme ele olhava friamente para Gu Ruoyun.

— Me desculpe, eu acidentalmente tropecei nele, então devo salvá-lo uma vez.

Normalmente, Gu Ruoyun não daria a mínima sobre coisas como estas.

Mas como foi ela mesma quem tropeçou no gordinho fazendo com que ele voasse, se não fosse isso ele não teria sido capturado por esse pessoal. De certa forma, ela lhe devia essa.

_ Hmph!

O jovem bufou: — Você está pedindo por isso!